Eu particularmente estou apostando no plano C
-----Mensagem original-----
Folha on line, 09/04/2006
Fracassa discurso de corrupção contra
Lula; tucanos podem ir de Serra, o plano B
A pesquisa Datafolha deste fim de semana emite 3 sinais sinal claros para
esta fase
inicial de campanha: 1) Lula não cai se depender das acusações de corrupção;
2)
Alckmin não sobe só com o discurso de bom-moço-síndico-de-prédio-eficiente;
3)
Garotinho será um osso duro de roer para a cúpula governista-lulista do
PMDB.
No que mais importa para a oposição: não adianta ficar atacando o governo
federal
apenas no plano ético e moral. O discurso recheado de acusações de corrupção
não está
pegando contra Lula. PSDB e PFL parecem ainda não terem percebido que o
problema é o
mensageiro, não a mensagem. Pefelistas e tucanos acusarem o PT de falta de
cuidado
com a ética tem sido pouco para os eleitores. É evidente que existe gente de
bem e
todos os partidos, mas a imagem de PSDB e PFL nos anos anteriores ao governo
Lula não
foi, vamos concordar, a melhor possível no plano federal.
Ainda é cedo, mas só se fala em uma coisa nas hostes tucanas: se até o final
de maio
Alckmin não decolar para valer, ficará insuportável a pressão para que José
Serra
troque a candidatura ao governo paulista pela disputa ao Palácio do
Planalto.
Para quem não leu a pesquisa, o resultado é o seguinte, já comparando com o
levantamento anterior:
16-17.mar 6-7.abr
Lula 42% 40%
Alckmin 23% 20%
Garotinho 12% 15%
Heloísa 6% 5%
Enéas - 3%
Rob.Freire 3% 1%
Eymael 0% 1%
B/N/N.S. 13% 15%
É evidente que já houve tempo suficiente para que o caseirogate e os efeitos
da pizza
da não-cassação de mensaleiros atingissem Lula. Só que o petista
simplesmente oscilou
dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2 pontos percentuais. Ficou
no mesmo
lugar.
Há meses os partidos de oposição gastam seus minutos na TV para dizer que o
governo
de Lula é incompetente e corrupto. Mais corrupto do que incompetente. O PFL
fez
aquele comercial das peças de dominó desenhadas com as caras de petistas
caindo, um a
um (aliás, essa propaganda é de uma indigência intelectual de dar dó). Com
todo esse
arsenal mirando para o Palácio do Planalto, a imagem de Lula saiu quase sem
nenhum
arranhão.
Já Geraldo Alckmin está no noticiário há tempos como o candidato tucano a
presidente.
Não pode reclamar de que não tenha mídia. E, por incrível que pareça, caiu
na
pesquisa.
A propósito, será necessário analisar muito bem a pesquisa divulgada pelo
Ibope há
poucos dias, na qual Alckmin disparava em São Paulo. Tomando-se como fato
esse dado,
é possível que a queda do tucano então tenha sido mais dramática no restante
do país
(os 3 pontos de queda nacional poderiam ter sido muito mais, mas ficou só
nisso
porque talvez tenha ocorrido uma compensação pela melhora em território
paulista).
No caso de Anthony Garotinho, o fenômeno ainda precisa ser mais bem
explicado. O
pré-candidato do PMDB vem sofrendo ataques especulativos de todos os lados.
Orestes
Quércia lançou Itamar Franco para presidente. Na cúpula peemedebista, todos
tramam
para derrubar Garotinho. Nos telejornais, o ex-governador do Rio é sempre
apresentado
como um azarão, que pode nem ser candidato. Em meio a todo esse clima ruim,
ele
avançou 3 pontos, quase encostando no tucano Alckmin.
Ficará cada vez mais difícil para a cúpula do PMDB derrubar a candidatura de
Garotinho. A lógica manda acreditar que a sigla acabará sem candidato. Mas
com a
evolução do ex-governador do Rio nas pesquisas, o osso será duríssimo para
ser roído.
Em tempo: sem Garotinho, fica enorme a chance de a eleição terminar no 1º
turno.
Hoje, daria Lula.
Segundo turno
Pouca novidade. Lula continua a ganhar de todos:
Lula 52% X 37% Alckmin
Lula 54% X 32% Garotinho
Fracassa discurso de corrupção contra
Lula; tucanos podem ir de Serra, o plano B
A pesquisa Datafolha deste fim de semana emite 3 sinais sinal claros para
esta fase
inicial de campanha: 1) Lula não cai se depender das acusações de corrupção;
2)
Alckmin não sobe só com o discurso de bom-moço-síndico-de-prédio-eficiente;
3)
Garotinho será um osso duro de roer para a cúpula governista-lulista do
PMDB.
No que mais importa para a oposição: não adianta ficar atacando o governo
federal
apenas no plano ético e moral. O discurso recheado de acusações de corrupção
não está
pegando contra Lula. PSDB e PFL parecem ainda não terem percebido que o
problema é o
mensageiro, não a mensagem. Pefelistas e tucanos acusarem o PT de falta de
cuidado
com a ética tem sido pouco para os eleitores. É evidente que existe gente de
bem e
todos os partidos, mas a imagem de PSDB e PFL nos anos anteriores ao governo
Lula não
foi, vamos concordar, a melhor possível no plano federal.
Ainda é cedo, mas só se fala em uma coisa nas hostes tucanas: se até o final
de maio
Alckmin não decolar para valer, ficará insuportável a pressão para que José
Serra
troque a candidatura ao governo paulista pela disputa ao Palácio do
Planalto.
Para quem não leu a pesquisa, o resultado é o seguinte, já comparando com o
levantamento anterior:
16-17.mar 6-7.abr
Lula 42% 40%
Alckmin 23% 20%
Garotinho 12% 15%
Heloísa 6% 5%
Enéas - 3%
Rob.Freire 3% 1%
Eymael 0% 1%
B/N/N.S. 13% 15%
É evidente que já houve tempo suficiente para que o caseirogate e os efeitos
da pizza
da não-cassação de mensaleiros atingissem Lula. Só que o petista
simplesmente oscilou
dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2 pontos percentuais. Ficou
no mesmo
lugar.
Há meses os partidos de oposição gastam seus minutos na TV para dizer que o
governo
de Lula é incompetente e corrupto. Mais corrupto do que incompetente. O PFL
fez
aquele comercial das peças de dominó desenhadas com as caras de petistas
caindo, um a
um (aliás, essa propaganda é de uma indigência intelectual de dar dó). Com
todo esse
arsenal mirando para o Palácio do Planalto, a imagem de Lula saiu quase sem
nenhum
arranhão.
Já Geraldo Alckmin está no noticiário há tempos como o candidato tucano a
presidente.
Não pode reclamar de que não tenha mídia. E, por incrível que pareça, caiu
na
pesquisa.
A propósito, será necessário analisar muito bem a pesquisa divulgada pelo
Ibope há
poucos dias, na qual Alckmin disparava em São Paulo. Tomando-se como fato
esse dado,
é possível que a queda do tucano então tenha sido mais dramática no restante
do país
(os 3 pontos de queda nacional poderiam ter sido muito mais, mas ficou só
nisso
porque talvez tenha ocorrido uma compensação pela melhora em território
paulista).
No caso de Anthony Garotinho, o fenômeno ainda precisa ser mais bem
explicado. O
pré-candidato do PMDB vem sofrendo ataques especulativos de todos os lados.
Orestes
Quércia lançou Itamar Franco para presidente. Na cúpula peemedebista, todos
tramam
para derrubar Garotinho. Nos telejornais, o ex-governador do Rio é sempre
apresentado
como um azarão, que pode nem ser candidato. Em meio a todo esse clima ruim,
ele
avançou 3 pontos, quase encostando no tucano Alckmin.
Ficará cada vez mais difícil para a cúpula do PMDB derrubar a candidatura de
Garotinho. A lógica manda acreditar que a sigla acabará sem candidato. Mas
com a
evolução do ex-governador do Rio nas pesquisas, o osso será duríssimo para
ser roído.
Em tempo: sem Garotinho, fica enorme a chance de a eleição terminar no 1º
turno.
Hoje, daria Lula.
Segundo turno
Pouca novidade. Lula continua a ganhar de todos:
Lula 52% X 37% Alckmin
Lula 54% X 32% Garotinho
---
Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.
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