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Ele deve ter lido e fingido que não
viu.
Merece um repasse em pvt.
Eu devo ter por aqui o email dele.
Repassar e mandar copiar mil vezes.
Carlos Antônio.
----- Original Message -----
Sent: Thursday, April 13, 2006 1:34 PM
Subject: RES: [gl-L] Fw: Relatório Final
Repassa
para o
conselheiro
Ele
precisa acreditar que a republica, desde a sua concepção na França é composta de
TRES PODERES
Quando
um falha os outros dão um pé na bunda..... faz parte do jogo republicano
Como
vcs verão em breve, se existir justissa
E
a opinião publica se ajusta....aos fatos
Quero
lembrar que a CAMPANHA nem começou... estas são as
PRELIMINARES, como dizem aqui na lista, indispensáveis para uma boa
FO***
;-))))))))))))))))))))
Recebido do Rubens José e
repassando, mas fazendo questão de acrescentar que os governos anteriores foram
também corruptos e inescrupulosos. Sem exceção.
Mas nada do que é dito sobre o atual
governo no que repasso agora é mentira.
Se houvesse um corruptômetro para a
política brasileira ele explodiria.
"Antonio
Fernando, o governo Lula e os nomes das coisas. Por Liliana Pinheiro
Pouca coisa no governo Lula e no PT resiste ao texto enviado pelo
procurador-geral da República, Antonio Fernando de
Souza, ao Supremo Tribunal Federal. Ele deu nome às coisas.
Usou 52 vezes a palavra "quadrilha" para qualificar a união de políticos
estrelados, empresas e bancos num projeto de assalto ao Estado. E 36 vezes a
expressão "organização criminosa". Em 136 páginas, o procurador anulou ponto
por ponto a mitologia política cuidadosamente montada pelo partido do presidente
Lula para explicar o mensalão. Nada daquilo que foi dito e repetido por petistas
em todos esses meses de crise política se sustenta diante da investigação da
Procuradoria. Alguns exemplos de desculpas, agora desmoralizadas: os julgamentos
no Congresso e a cobertura da imprensa obedeceriam a uma lógica unicamente
política, haveria uma perseguição das elites a um governo popular, tudo não
passaria de manobra da oposição para desestabilizar o PT nas eleições de
outubro. Um pouco sobre Antonio Fernando de Souza. Até aqui, ele nunca deu um
sinal de usar a bússola partidária em seu trabalho. Foi nomeado
para o cargo pelo próprio presidente Lula (e não pela oposição), com base numa
lista tríplice em que apareceu como o primeiro escolhido por colegas. É
funcionário antigo do Estado. Desde 1975 está na Procuradoria. Coleciona
promoções por mérito e aquelas típicas da carreira. Tomou posse no atual cargo,
para um mandato de dois anos, em 30 de junho de 2005. Não se viu nesse tempo
algo que possa sugerir que esse profissional seja dado a vaidades e exposições
midiáticas, surfando nas ondas de opinião pública. Por enquanto, portanto, tudo
bem para o procurador. E tudo mal para o governo e o PT. Também não se pode
colar em Antonio
Fernando de Souza a avaliação de que se deixou levar pelos
apelos comuns ao Parlamento. A Procuradoria chegou às mesmas conclusões da CPI
dos Correios - só usou palavras muito mais duras e, ao mesmo tempo, mais
apropriadas -, mas sem ter de ouvir o ruído político do Parlamento ou negociar
os termos de seu texto. O procurador teve direito às suas próprias fontes de
informações - ouviu ele mesmo depoimentos que julgou necessários, por
exemplo. Abaixo, a reprodução de um trecho do texto, apenas para o leitor ter
uma idéia de como aquele universo de meias palavras da
política deu lugar a um raciocínio politicamente mortal para o PT: "Com a
base probatória colhida, pode-se afirmar que José Genoino, até pelo cargo
partidário ocupado, era o interlocutor político visível da organização
criminosa, contando com o auxílio direto de Sílvio Pereira, cuja função
primordial na quadrilha era tratar de cargos a serem ocupados no Governo
Federal. Delúbio Soares, por sua vez, era o principal elo com as demais
ramificações operacionais da quadrilha (Marcos Valério e Rural), repassando as
decisões adotadas pelo núcleo central. Tudo sob as ordens do denunciado José
Dirceu, que tinha o domínio funcional de todos os crimes perpetrados,
caracterizando-se, em arremate, como o chefe do organograma." Por aí vai o
texto, que menciona o nome de Dirceu 83 vezes. Talvez só perca para Delúbio,
lembrado 116 vezes. O nome do presidente Lula não é diretamente relacionado, mas
suas ações e omissões estão presentes. Por exemplo, no caso de uma medida
provisória assinada para beneficiar o BMG, banco que fez parte da farsa dos
"empréstimos" a Marcos Valério, que repassou o dinheiro ao PT. O documento
inteiro pode ser acessado no endereço no fim desse artigo. Reproduzo só mais um
trecho, para mostrar uma das formas como o presidente aparece, ou seja, como
responsável por uma medida provisória que só poderia interessar ao que o
procurador chama de "núcleo político" da "quadrilha": "Ficou comprovado que
o Banco BMG foi flagrantemente beneficiado por ações do núcleo
político-partidário, que lhe garantiram lucros bilionários na operacionalização
de empréstimos consignados de servidores públicos, pensionistas e aposentados do
INSS, a partir do ano de 2003, quando foi editada a Medida Provisória n.º 130,
de 17/09/2003, dispondo sobre o desconto de prestações em folha de pagamento dos
servidores públicos e também autorizando o INSS a regulamentar o desconto de
empréstimos bancários a seus segurados. O Banco BMG, que sequer é um banco
pagador de benefícios previdenciários e que possui uma insignificante
capilaridade de agências (...)." Veja íntegra do documento anexo. Fala por
si. Na verdade, fala por nós. FONTE: http://www.primeiraleitura.com.br/auto/entenda.php?id=7348 [EMAIL PROTECTED]
<http://www.primeiraleitura.com.br/html/institucional/faleconosco/liliana_pinheiro.php>
] Publicado em 11 de abril de 2006."
<<doc.zip>>
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Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.
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