Pedindo licença para uma perguntinha.
 
No caso da virgindade citada, ele já deixou de ser?
 
Carlos Antônio.
 
 
----- Original Message -----
Sent: Friday, April 14, 2006 9:09 AM
Subject: aoRES: [gl-L] Villas-Bôas Corrêa - A hora de tirar a máscara

Fatinha,

Apesar de nosso primeiro sindicalista não fazer NADA alem de passeios e
discursos vazios... inaugurando até astronauta como diz o nosso querido
senador Heráclito... a campanha AINDA não começou...

A denuncia do procurador estava no forno há tempos e foi apresentada no seu
tempo certo, aguarde mais envolvimentos para alimentar a mídia até o gran
finale.

La piéce de resistance...

O prato já está no forno prontinho para servir... como tudo na vida tem o
seu momento adequado...

Pode ver nos jornais de hoje de varias correntes, diversas iniciativas e já
se fala em impedimento, a idéia toma corpo e como dizia Victor Hugo: "Nada é
mais forte do que uma idéia cujo tempo chegou"

Lamentavelmente será a radicalização do exercício da democracia da porrada
sindicalista (como vem sendo demonstrada sobejamente) quando a discussão for
para as ruas mas, ainda dentro do espírito da CULINÁRIA, que nos norteia não
se faz omeletes sem quebrar ovos...

Como dizia aquele colunista social do tempo que o PSP ainda era virgem e não
era PTista: Jacinto (Pinto) de Thormes:
"em sociedade TUDO se sabe..."

-----Mensagem original-----
De: [email protected] [mailto:[EMAIL PROTECTED] Em
nome de Fatima Conti
Enviada em: Friday, April 14, 2006 8:40 AM
Para: goldenlist-L
Assunto: [gl-L] Villas-Bôas Corrêa - A hora de tirar a máscara


Oi

Ué...
Mas se continuar com 40% provavelmente ganha, né?

--
Beijins
Fa
----------------------------------------------------------------
"Todo mundo é ignorante, só que em assuntos diferentes."
----------------------------------------------------------------

Sexta-feira, 14 de abril de 2006


Villas-Bôas Corrêa - A hora de tirar a máscara


Enquanto o presidente-candidato e a oposição quebravam a cabeça para
entender e interpretar o sobe-e-desce das últimas pesquisas, o governo e
a campanha foram abalroados pela traseira com a violenta trombada da
denúncia do procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza -
um nome para se gravar na memória nestes tempos de decepção - que
esmiuçou o esquema do mensalão e do caixa dois e não deixou pedra sobre
o pântano.

Na relação dos 40 envolvidos na maior trapaça da nossa suja crônica
eleitoral, desde que o voto iniciou a caminhada vacilante das fraudes e
trapaças que nos envergonham, desfilam, de braços dados, a cúpula
petista, ministros, ex-ministros e assessores do presidente Lula,
valérios, dudas, parlamentares, empresários, empreiteiros e demais
integrantes do bloco da corrupção.

Com a carga atômica a campanha implodiu e é preciso juntar os cacos,
rezar na Semana Santa e recomeçar com novo discurso e a escovadela em
regra nos cuidados éticos.

Entre os destroços, coberto de poeira e o cheiro de mofo da velharia
imprestável, a evidência de que o singular estilo presidencial da
omissão deliberada, da fuga aos compromissos no esconderijo das
desculpas de que "nada ouviu, de nada sabe", necessita de recauchutagem
em regra, como os pneus gastos até a lona.

É aconselhável incluir na faxina a reformulação da campanha para o seu
ajuste às normas da decência e do respeito ao mandato presidencial, que
o titular pretende duplicar. O candidato Lula não engana a ninguém, nem
se engana, na comédia do faz-de-conta de que ainda não é candidato
enquanto, há mais de três meses, não faz outra coisa senão caçar voto,
sem gastar um centavo, com tudo pago pela Viúva - que ainda garante o
palanque e o auditório bem comportado para ouvir e aplaudir os
improvisos de auto-louvação ao "maior presidente que este país já teve"
e que realiza "o maior governo de todos os tempos".

A mistificação colheu o seu resultado, mas iludiu mais do que garantiu
votos. Desde as primeiras pesquisas - e especialmente nas últimas - os
tímpanos de advertência disparam e só os moucos e os que tamparam os
ouvidos não se alarmaram com o estridente som das campainhas. Nas
simulações do primeiro turno da fase de pré-campanha, os índices
percentuais de Lula pendularam entre 37,5% e 40%, com oscilações para
baixo na faixa da margem de erro.

Ora, é pouco, muito pouco para o único candidato em campanha, com
abundante exposição na mídia, presença obrigatória nos noticiários da
manhã, da tarde, da noite e da madrugada de todas as redes de televisão
e repique nos jornais e revistas.

E que fala pelos cotovelos para dizer o que lhe vem à boca, sem o filtro
da conveniência. Usando e abusando da máquina do poder, da estrutura do
governo com a indigente desculpa da inauguração de coisa nenhuma ou do
lançamento de programas fictícios.

Com tais privilégios do exercício do mandato - assegurados pela
tolerância ou a falha da emenda da reeleição montada e executada pelo
primeiro beneficiário, o presidente Fernando Henrique Cardoso - Lula
deveria estar flutuando acima das nuvens e tormentas, pelas alturas de
mais de 60%, além da maioria absoluta que garantiria a liquidação da
fatura nas urnas do primeiro turno, a 1° de outubro, daqui a seis meses
e meio.

Soou a hora de calçar os ásperos tamancos da humildade e reconhecer que
o governo, o PT, o candidato e a campanha estacionaram à porta da
Justiça e terão que cair na defensiva.

A luta mudou de ringue. E as velhas alegações de parcialidade do
Conselho de Ética, das CPI dos Bingos, dos Correios, do Mensalão, das
denúncias do mensalão e do caixa dois, do caseiro Francenildo Costa que
levaram o ministro Antonio Palocci a pedir o boné, foram assumidas e
passam para a responsabilidade da Justiça, encaminhadas pelo
procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, ao Supremo
Tribunal Federal (STF) desde o dia 30 de março.

Chega em boa hora para um banho de ética nos três poderes. No Executivo
com salpicos de lama do maior escândalo de todos os tempos.

No Congresso exposto ao desprezo do país com o samba da
passista-deputada Ângela Guadagnin, no show da absolvição dos acusados
de receber gordas propinas do valerioduto.

E, no Supremo, certamente constrangido com a calamitosa presidência do
ministro Nelson Jobim e que ainda rende embaraços, como a denúncia,
muito mal explicada, do recebimento de R$ 28 mil como adicionais por
viagens feitas em 2005, com passagens e despesas integralmente pagas
pelas empresas que o convidaram.

O ex-ministro Jobim justificou-se, apelando para a explicação de que
como as viagens tiveram cunho oficial, o recebimento das diárias é legal.

Essas coisas sempre têm uma boa desculpa.

Mas, é melhor quando não acontecem e dispensam a prova da inocência.


Retirado de
http://nominimo.ibest.com.br/notitia/servlet/newstorm.notitia.presentation.N
avigationServlet?publicationCode=1&pageCode=12&textCode=21879&date=currentDa
te


---

Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.

Comentários: www.yahoogroups.com/group/goldenlist-L/messages

Newsletter: www.yahoogroups.com/group/goldenlist/messages
 
Yahoo! Groups Links



 



---

Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.

Comentários: www.yahoogroups.com/group/goldenlist-L/messages

Newsletter: www.yahoogroups.com/group/goldenlist/messages
 
Yahoo! Groups Links

<*> To visit your group on the web, go to:
    http://groups.yahoo.com/group/goldenlist-L/

<*> To unsubscribe from this group, send an email to:
    [EMAIL PROTECTED]

<*> Your use of Yahoo! Groups is subject to:
    http://docs.yahoo.com/info/terms/
 




---

Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.

Comentários: www.yahoogroups.com/group/goldenlist-L/messages

Newsletter: www.yahoogroups.com/group/goldenlist/messages




YAHOO! GROUPS LINKS




Responder a