Oi
Pois é....
Estamos há anos e anos votando em políticos corruptos...
Será que sobrou algum?
E nem precisa falar que o artigo foi publicado no site do PT, né?
http://www.pt.org.br/site/artigos/artigos_int.asp?cod=1060
--
Beijins
Fa
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"Quem defende o PT está cego e surdo (ou faz parte da quadrilha).
Quem defende o PSDB, além de cego e surdo, está completamente
desmemoriado (ou faz parte de outra quadrilha)."
----------------------------------------------------------------
Rafael Dias wrote:
> As próximas eleições serão terríveis, o roto contra o rasgado...
>
> Rafael
>
> =============
>
> O Sr. Geraldo Alckmin está sem sorte. Como se não bastassem os seus
> recentes percalços, sabe-se agora que a Nossa Caixa acolhera, em sua
> direção, "consultores" acusados de cometer atos ilícitos na
> administração financeira federal, durante o governo do Sr. Fernando
> Henrique Cardoso. A explicação da direção do banco estadual é mais grave
> do que a denúncia: tais consultores eram "informais", e nada recebiam da
> Caixa. De duas, duas: recebiam seu dinheiro de terceiros e usurpavam
> função pública, desde que a Caixa é uma autarquia do governo de São Paulo.
>
> -----------------
>
> 45 razões para não votar em Alckmin
> Hoje, transcrevo artigo do site cartamaior.com.br.
>
> Por Altamiro Borges
> Divulgado durante as eleições municipais de 2004, está circulando
> novamente pela internet um minucioso levantamento sobre os desastres
> causados pelos 12 anos de gestão tucana no Estado de São Paulo. É uma
> arma afiada que serve para quebrar a blindagem da mídia em torno de
> Geraldo Alckmin, que se gaba de ser um "administrador competente" e um
> "gerente eficiente". Relembrando o número da legenda do PSDB, o texto
> lista 45 razões para não se votar no candidato da oposição
> liberal-conservadora no pleito presidencial de outubro. O artigo a
> seguir apenas sintetiza e atualiza esta poderosa peça acusatória:
>
> (o texto a seguir é de 2004)
>
> 1- Em 1995, quando o PSDB assumiu o governo do Estado de São Paulo, a
> participação paulista no PIB era de 37%. Em 2004, ela era apenas de
> 32,6% - ou seja, o Estado perdeu 12% de participação na riqueza
> nacional no tucanato. Isto significa menor crescimento econômico e
> menos geração de renda e empregos;
>
> 2- Segundo o Dieese, o declínio econômico explica a taxa de desemprego
> de 17,5% em 2004, que cresceu 33,6% ao longo do governo tucano. Ela é
> superior à média nacional - cerca de 10%. Para agravar o drama dos
> desempregos, Alckmin ainda reduziu em R$ 9 milhões o orçamento das
> frentes de trabalho;
>
> 3- Antes de virar governador, Alckmin conduziu todo processo de
> privatização das estatais, que arrecadou R$ 32,9 bilhões entre
> 1995-2000. Apesar da vultuosa soma arrecadada, o Balanço Geral do
> Estado mostra que a dívida paulista consolidada cresceu de R$ 34
> bilhões, em 1994, para R$ 138 bilhões, em 2004;
>
> 4- No exercício financeiro de 2003, as contas do Estado atingiram um
> déficit (receita menos despesa) de mais de R$ 572 milhões. E Alckmin
> ainda se gaba de ser um "gerente competente";
>
> 5- São Paulo perdeu R$ 5 bilhões na venda do Banespa, considerando o
> total da dívida do banco estatal com a União paga às pressas por
> Alckmin para viabilizar sua venda ao grupo espanhol Santander;
>
> 6- De 1998 a 2004, o orçamento estadual apresentou estimativas falsas
> de "excesso de arrecadação" no valor de R$ 20 bilhões. Boa parte deste
> dinheiro foi desviada para campanhas publicitárias;
>
> 7- Alckmin isentou os ricos de impostos. De 1998 a 2004, a arrecadação
> junto aos devedores de tributos caiu 52%, representando uma perda de
> quase R$ 1 bilhão que poderiam ser investidos nas áreas sociais;
>
> 8- Os investimentos também declinaram no desgoverno Alckmin. Sua
> participação percentual nos gastos totais caiu para 3,75%, em 2004 -
> bem inferior o montante de 1998, de 5,3% dos gastos;
>
> 9- Alckmin arrochou os salários dos servidores públicos. O gasto com
> ativos e inativos caiu de 42,51% das despesas totais do Estado, em
> 1998, para 40,95%, em 2004, resultado da política de arrocho e redução
> das contratações via concurso público. Já os cargos nomeados foram
> ampliados na gestão tucana;
>
> 10- Alckmin não cumpriu a promessa do desenvolvimento regional do
> Estado. Das 40 agências previstas em 2003, nenhuma foi criada. Os R$
> 5,8 bilhões orçados para o desenvolvimento não foram aplicados;
>
> 11- Alckmin cortou os gastos nas áreas sociais. Apesar do excesso de
> arrecadação de R$ 12 bilhões, entre 2001-2004, o governo deixou de
> gastar os recursos previstos. No ano de 2004, a área de
> desenvolvimento social perdeu R$ 123 milhões;
>
> 12- Alckmin concedeu regime tributário especial às empresas, o que
> explica a fragilidade fiscalizatória na Daslu, que teve a sua
> proprietária presa por crimes de sonegação fiscal e evasão de divisas.
> Vale lembrar que Alckmin esteve presente na abertura desta loja de
> luxo; ele até cortou a sua fita inaugural;
>
> 13- No desgoverno Alckmin, houve redução de 50% no orçamento do
> Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), que existe há 106 anos e é
> responsável por estudos sobre desenvolvimento econômico, geração de
> renda e fortalecimento da indústria paulista. Em julho passado, o IPT
> demitiu 10% dos seus funcionários;
>
> 14 - Alckmin extinguiu o cursinho pré-vestibular gratuito
> (Pró-Universitário), deixando de investir R$ 3 milhões, o que impediu
> a matrícula de 5 mil alunos interessados na formação superior;
>
> 15- Alckmin vetou a dotação orçamentária de R$ 470 milhões para a
> educação. A "canetada" anulou a votação dos deputados estaduais. O
> ex-governador mentiu ao afirmar que investia 33% do orçamento em
> educação, quando só aplicava o mínimo determinado pela Constituição
> Estadual - 30%;
>
> 16- O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais avaliou
> que a qualidade do ensino paulista é o pior do Brasil. Segundo esta
> fonte oficial, a porcentagem de alunos que se encontram nos estágios
> crítico e muito crítico representava 41,8% do total de alunos - 86,6%
> pior do que a média nacional;
>
> 17- O programa de transferência de renda de Alckmin atendia 60 mil
> pessoas com um benefício médio de R$ 60. Durante a gestão da prefeita
> Marta Suplicy, o mesmo programa atendia 176 mil famílias com um
> complemento de renda de R$ 120;
>
> 18- Após 12 anos de reinado tucano, as escolas continuaram sem a
> distribuição gratuita de uniformes, material escolar e transporte, ao
> contrário da experiência na administração da prefeita Marta Suplicy;
>
> 19- Geraldo Alckmin, que na mídia se diz contra aumento de impostos,
> elevou a taxa de licenciamento dos veículos em mais de 200% (em
> valores reais) ao longo de seu desgoverno;
>
> 20- A Comissão de Fiscalização da Assembléia Legislativa rejeitou as
> contas de Alckmin de 2004, após encontrar um saldo de R$ 209 milhões
> de recursos do Fundef que jamais foram investidos na educação e
> verificar o aumento no custo das internações hospitalares, apesar da
> diminuição do tempo de internação;
>
> 21- Alckmin vetou projeto de lei que instituía normas para
> democratizar a participação popular em audiências públicas e na
> elaboração do orçamento, o que revela seu caráter autoritário e
> antidemocrático;
>
> 22- O investimento em saúde no desgoverno Alckmin não atingiu sequer
> os 12% da receita de impostos, conforme determina a Lei. Para maquiar
> esta ilegalidade, o governo retirou da receita estadual os R$ 1,8
> bilhão que o governo estadual recebeu pela lei Kandir, prejudicando a
> saúde pública;
>
> 23- Desafiando a Lei e o próprio Tribunal de Contas do Estado, Alckmin
> contabilizou nas contas da saúde programas que não guardam relação com
> o setor, como a assistência aos detentos nas penitenciárias;
>
> 24- A ausência de políticas públicas e a redução dos investimentos
> resultaram na flagrante precarização dos serviços de saúde. Muitos
> leitos ficaram desativados e desocupados por falta de pessoal e
> material. Só no Hospital Emílio Ribas, menos de 50% dos leitos ficaram
> desocupados e maioria deles foi desativada;
>
> 25- Devido à incompetência gerencial de Alckmin, o Hospital Sapopemba,
> que atende uma vasta parcela da população da periferia, ficou durante
> muito tempo com cerca de 90% dos seus leitos desocupados;
>
> 26- A média salarial dos servidores estaduais da saúde ficou 47%
> abaixo da rede municipal na gestão de Marta Suplicy. A ausência de
> contratações e os salários aviltados resultaram no aumento das filas,
> na demora para se marcar consultas e no abandono de postos de
> atendimento - como o de Várzea do Carmo;
>
> 27- O prometido Hospital da Mulher ficou mais de dez anos no papel.
> Alckmin ainda teve a desfaçatez de estender uma faixa no esqueleto do
> prédio com publicidade da inauguração da obra inacabada;
>
> 28- Alckmin fez alarde das unidades de computadores do Acessa-SP. O
> saldo de doze anos de tucanato foi de um Acessa para cada 158.102
> habitantes. Em apenas quatro anos de gestão de Marta, a proporção foi
> de um Telecentro para cada 83.333 habitantes;
>
> 29- Alckmin foi responsável pelo maior déficit habitacional do Brasil,
> segundo a ONU. O déficit é de 1,2 milhão de moradias. Desde 2000, o
> governo não cumpre a lei estadual que determina, no mínimo, 1% do
> orçamento em investimentos na área de habitação. Os recursos não
> aplicados somaram R$ 548 milhões;
>
> 30- Alckmin fez com que São Paulo declinasse no ranking nacional do
> IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), o que atesta a brutal
> regressão social no Estado durante o reinado tucano.
>
> 31- Desde a construção do primeiro trecho do Metrô, em setembro de
> 1974, os tucanos foram os que menos investiram na ampliação das linhas
> - apenas 1,4 km de linhas/ano, abaixo da média de 1,9 km/ano da
> história da empresa. O Metrô de São Paulo é o mais caro do Brasil e um
> dos mais caros do mundo;
>
> 32- Ao deixar o governo, Alckmin voltou a atacar a educação ao vetar o
> aumento em 1% no orçamento, aprovado pela Assembléia Legislativa. Numa
> fraude contábil, ele ainda transferiu parte da receita do setor para a
> área de transporte, o que representou um corte de R$ 32 milhões na
> educação;
>
> 33- Apesar do silêncio da mídia, Alckmin esteve envolvido em várias
> suspeitas de corrupção. Um diálogo telefônico entre os deputados
> estaduais Romeu Tuma Jr. e Paschoal Thomeu revelou o flagrante esquema
> de compra de votos na eleição do presidente da Assembléia Legislativa
> de São Paulo, em março passado;
>
> 34- Durante 12 anos de governo do PSDB, cerca de 60 mil professores
> foram demitidos. O valor da hora-aula no Estado é uma vergonha; não
> passa de R$ 5,30! Alckmin também tem inaugurado Fatecs (escolas
> técnicas) de "fachada", sem as mínimas condições de funcionamento;
>
> 35- O governo tucano expulsou mais do que assentou famílias no campo.
> Da promessa de assentar 8 mil famílias, apenas 557 foram contempladas.
> Outro descaso aconteceu na habitação: os tucanos prometeram construir
> 250 mil casas, mas, desde 1999, só foram erguidas 37.665 unidades;
>
> 36- Alckmin impôs a maior operação-abafa de Comissões Parlamentares de
> Inquérito no país para evitar a apuração das denúncias de corrupção.
> Ao todo, 65 pedidos de CPIs foram engavetados. Entre elas, as que
> investigariam ilícitos na Febem, nas obras de rebaixamento da Calha do
> Tietê, na CDHU e no Rodoanel;
>
> 37- Somente na obra de rebaixamento da calha do rio Tietê foram
> registrados aditivos que ultrapassaram o limite legal de 25%. O valor
> inicial da obra era de R$ 700 milhões, mas o custo efetivo ultrapassou
> R$ 1 bilhão. Além disso, o valor inicial do contrato de gerenciamento
> saltou de R$ 18,6 para R$ 59,3 milhões;
>
> 38- O Tribunal de Contas da União (TCU) também detectou
> irregularidades em 120 contratos da CDHU, que recebe 1% do ICMS
> arrecadado pelo Estado, ou seja, cerca de R$ 400 milhões. Mais uma
> evidência dos atos ilícitos cometidos pelo PSDB paulista de Geraldo
> Alckmin;
>
> 39- Alckmin também deve explicações sobre a privatização da
> Eletropaulo, ocorrida em 1998. A empresa acumulou uma dívida superior
> a R$ 5,5 bilhões, incluindo mais de R$ 1 bilhão com o BNDES, que foi
> bancado pelo Estado. Entre 1998-2001, a empresa privatizada remeteu
> US$ 318 milhões ao exterior;
>
> 40- Já na privatização dos pedágios, Alckmin doou à empresa Ecovias R$
> 2,6 milhões ao reajustar a tarifa do sistema Anchieta-Imigrantes acima
> da inflação, o que feriu o Código de Proteção ao Consumidor. Em apenas
> um ano, a empresa privatizada arrecadou nas tarifas excorchantes R$
> 2.675.808,00;
>
> 41- Alckmin vetou o estacionamento gratuito nos shoppings de São Paulo
> e o projeto de lei que garantia a liberação das vagas nos
> hipermercados, tudo para beneficiar os poderosos conglomerados
> comerciais;
>
> 42- Alckmin abusou da repressão no seu governo. Ele usou a tropa de
> choque da PM para reprimir os 500 estudantes e docentes que
> protestaram contra o veto às verbas para educação na Assembléia
> Legislativa, transformada numa praça de guerra;
>
> 43- Alckmin gastou R$ 5,5 milhões nas obras do aeroporto "fantasma" em
> Itanhaém, no litoral sul. Ele tem capacidade para receber um Boeing
> 737, com cem passageiros, mas até o ano passado foi usado, em média,
> por cinco pessoas ao dia. O aeroporto é motivo de justificadas
> suspeitas de irregularidades;
>
> 44- Alckmin reduziu os investimentos públicos, apesar dos excedentes
> de arrecadação entre 2001-2004. O Estado deixou de gastar cerca de R$
> 1,5 bilhões na saúde; R$ 4 bilhões na educação; R$ 705 milhões na
> habitação; R$ 1,8 bilhão na segurança pública; e R$ 163 milhões na
> área de emprego e trabalho;
>
> 45- Em 2004, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento de Alckmin
> deixou de aplicar R$ 51 milhões previstos no orçamento. Programas nas
> áreas de alimentação e nutrição devolveram a verba. Os recursos
> poderiam ser convertidos em 53.346 cestas básicas, 780.981 refeições e
> 670.730 litros de leite por mês.
>
> Altamiro Borges é jornalista.
>
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