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Fa,
Maquiavel era perigosíssimo mas era uma
gênio.
Aliás a lista é pródiga em mentes
maquiavélicas.
Carlos Antônio.
----- Original Message -----
From: Fatima Conti
Sent: Tuesday, May 02, 2006 8:08 PM
Subject: [gl-L] Re: Marcos Sá Corrêa - Os robôs estão no
poder Oi Carlos Pode até ser. Mas fica faltando um componente maquiavélico... -- Beijins Fa ---------------------------------------------------------------- "As pessoas que querem compartilhar suas visões religiosas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas." ---------------------------------------------------------------- ccarloss wrote: > Fa, > > Lula é o elo perdido entre as marionetes e os robôs. > > Beijão. > > Carlos Antônio. > > ----- Original Message ----- > *From:* Fatima Conti > *To:* undisclosed-recipients: <mailto:undisclosed-recipients:> > *Sent:* Sunday, April 30, 2006 7:40 AM > *Subject:* [gl-L] Marcos Sá Corrêa - Os robôs estão no poder > > > Oi > > Sobre alguns tipos de robots. > > -- > Beijins > Fa > ---------------------------------------------------------------- > "Acupuntura é a solução. Acredite: porco-espinho só morre de > velhice". > ---------------------------------------------------------------- > > Domingo, 30 de abril de 2006 > > > Marcos Sá Corrêa - Os robôs estão no poder > > > O japonês Murata tem meio metro de altura, mas anda de bicicleta como > gente grande. Ele é capaz de pedalar de costas, equilibrar-se sobre as > duas rodas imóveis sem pôr o pé no chão, amortecer os maiores solavancos > do percurso com uma ginga do corpo, desviar-se dos obstáculos > imprevistos que lhe atirem de propósito no caminho e traçar retas tão > perfeitas quanto as de um facho de laser projetado no chão. > > Murata seria um gênio, se soubesse fazer outra coisa na vida. Ou se não > fosse um robô, feito exatamente para andarde bicicleta por uma fábrica > de componentes eletrônicos de Quioto. Os inventores encheram suas > entranhas de sensores, amortecedores, sonares e giroscópios. Tem peito > transparente, para mostrar sua prodigiosa anatomia interna. Sua cabeça é > coroada por um capacete de ciclista. Como tal ele debutou este ano na > “Asia-Pacific Perspectives”, uma revista feita para mostrar o que o > Japão anda fazendo enquanto os brasileiros, por exemplo, cuidam do mensalão. > > Os japoneses têm um fraco por robôs, filhos diletos de sua obsessão pelo > futuro da tecnologia. Lá vão mais de 20 anos que uma Marilyn Monroe > robótica, esculpida em tamanho natural pelo artista plástico Shunichi > Mizuno, faz em Tóquio shows cada vez mais afinados e verossímeis, à > medida que incorpora os últimos avanços da eletrônica. Mas a Marilyn > Monroe do artista plástico, por mais convincente que seja, parece > apontar na melhor das hipóteses para o futuro dos museus de cera. O que > não é o caso de outras novidades que dividem com Murata as páginas da > revista. > > Lá está, entre outros, o Qrio, da Sony. Além de falar, ele reconhece > vozes e fisionomias. Mantém diálogos articulados com diferentes > interlocutores, o que nem sempre se pode dizer dos similares de carne e > osso. Dá a impressão de reagir eomocionalmente ao teor da conversa, > quando seus olhos mudam de cor, conforme o assunto. Sua vocação, segundo > os fabricantes, é para robô doméstico. Por isso, Qrio faz o que pode > para ser simpático. > > Mas não tem a tarimba de Asimo, da Honda, que aos 10 anos de idade é > praticamente um robô adulto. Suas 38 articulações lhe garantem > movimentos fluidos e reproduzem gestos humanos com tanta fidelidade que > Asimo dança profissionalmente em palcos de feiras industriais. E, se > alguém acha que dançar em público qualquer deputada Angela Guadagnin > pode fazer, ele tem uma habilidade muito mais rara entre criaturas de > sua espécie – caminha como um bípede normal, com a ajuda de sensores que > antecipam, a cada passo, o momento em que o corpo estará em desequilíbro > e alteram a tempo o centro de gravidade nos seus 52 quilos de engrenagens. > > Chroino pode não caminhar com a mesma naturalidade. Em compensação, > imita perfeitamente o passo de ganso de um soldado das tropas alemãs. De > quebra, concebido por um devoto dos andróides das histórias em > quadrinhos, tem a expressão altiva de quem chegou ao planeta dos homens > para vencer. A revista “Time” considerou-o a invenção mais simpática de > 2004. Mas Wakamaru, que não tem a metade de seu charme, é mais sociável. > De manhã, desliga-se automaticamente da tomada que o recarregou durante > a noite a tempo de dar “bom dia” aos patrões. E acorda pronto para lhes > recitar, entre outras coisas, a previsão do tempo antes que eles acabem > de escovar os dentes. > > Ele sabe de tudo, porque passa o dia plugado na internet. Aprende os > gostos de pelo menos dez pessoas e, sendo capaz de reconhecê-las pelo > timbre de voz ou pela fisionomia, ajusta as informações que recolhe às > preferências individuais dos ouvintes. De noite, vai para a cama > sozinho. Ou melhor, para a tomada. Diante dele, Baryu não passa de um > quadrúpede de plástico branco. Quem o desenhou foi provavelmente se > inspirado pelo cruzamento de um liquidificador industrial com um > caranguejo albino. No entanto, é dele até agora a melhor carreira no > mercado japonês, por tomar conta da casa quando o dono está ausente. > Banryu dispõe até de detectores de fumaça, movimenta-se sem parar por > todos os cômodos, transmite por telefone celular as imagens que passam > por seus visores e dispara alarmes aos primeiros sinais de invasão do > território. > > Tudo isso é muito bom. Mas não se pode perder de vista que, na prática, > os japoneses ainda não chegaram nesta matéria aos pés do Brasil. Há mais > de três anos os brasileiros puseram um robô na presidência da República. > E ele vai indo, em condições que um ser humano dificilemente engoliria. > Outro dia, por exemplo, deu uma entrevista aos jornais. Talvez por > defeito nos circuitos sensoriais, declarou que ainda não sabia se será > candidato à reeleição, apesar de se mexer há meses como se já estivesse > ligado no software de campanha. Na mesma hora, seu assessor para > Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, corrigiu-o. “Ele ainda > não tomou a decisão”, disse Garcia. “Mas nós já tomamos.” Robô é assim. > Tem tudo para ser gente. Menos o livre-arbítrio. > > > > > [EMAIL PROTECTED] <mailto:[EMAIL PROTECTED]> > > > Retirado de > http://nominimo.ibest.com.br/notitia/servlet/newstorm.notitia.presentation.NavigationServlet?publicationCode=1&pageCode=8&textCode=22117&date=currentDate --- Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se. Comentários: www.yahoogroups.com/group/goldenlist-L/messages Newsletter: www.yahoogroups.com/group/goldenlist/messages Yahoo! Groups Links <*> To visit your group on the web, go to: http://groups.yahoo.com/group/goldenlist-L/ <*> To unsubscribe from this group, send an email to: [EMAIL PROTECTED] <*> Your use of Yahoo! Groups is subject to: http://docs.yahoo.com/info/terms/
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