Oi Antônio Kleber, meu querido


O que eles querem?

Um documento assinado pelo Lula?

Pois o argumento dele ("Eu não sei de nada") aparentemente sempre será
usado.

--
Beijins
Fa
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"Qualquer que seja o passado de alguém, seu futuro é sempre
  imaculado..."
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antonio kleber de araujo wrote:
> Fatinha, minha querida...
>

>
> Este movimento na OAB era somente um balão de ensaio.
>
> Pois estava apenas baseado no processo do procurador geral da republica...
>

>
> O exocet que eu me refiro aqui na lista há meses e agora posso falar,
> pois na segunda se tornou, propositalmente, publico é uma ação que está
> em curso no STF com este teor....
>

>
> A marta foi a primeira a receber a "pasta rosa" só para lembrar dos
> tempos do Collor. Esta assinatura, nos autos do processo, estava quente
> este tempo todo esperando o momento apropriado....
>

>
> (se a tiazonia fofoqueira duvidar manda a grana da XEROX que tiro uma
> copia dos autos...)
>

>
> Vamos ouvir muito sobre este tal processo nos próximos meses....daqui
> pra frente existe MUITA negociação até eventualmente, se for conveniente
> às partes, quem sabe um impedimento...
>

>
> Ninguém quer colocar fogo no circo, mas a disputa é pela chave do
> cofre... Pois aqui ninguém é criança...
>

>
> Em sociedade TUDO se sabe....
>

>

>
>> >>>>>
>

>
> *01/05/2006 - 09h39 *
>
> *Procuradoria investigará se Lula beneficiou o BMG *
>
> *Publicidade
>
> *MARTA SALOMON*
> da *Folha de S.Paulo*, em Brasília
>
> A assinatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em decreto baixado
> na sexta-feira, 13 de agosto de 2004, é uma das principais pistas do
> Ministério Público Federal na segunda fase da investigação comandada em
> segredo pelo procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza.
>
> Depois de denunciar 40 envolvidos no escândalo do "mensalão", a equipe
> do Ministério Público pode chegar ao chefe do Executivo.
>
> O decreto 5.180 abriu caminho para que não apenas os bancos responsáveis
> pelo pagamento de benefícios da Previdência Social operassem o crédito
> consignado (com desconto em folha) a aposentados e pensionistas.
>
> Apenas 13 dias após a assinatura do decreto, o BMG assinou convênio com
> o INSS e garantiu acesso ao mercado milionário em que atuou sozinho com
> a Caixa Econômica Federal por quase dois meses.
>
> O BMG é um dos bancos que alimentou o esquema de repasse de dinheiro a
> aliados políticos do governo por meio de empréstimos supostamente
> simulados a empresas do publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza.
>
> Entre fevereiro de 2003 e abril de 2004, o banco repassou mais de R$ 26
> milhões ao "valerioduto", em valores da época. O Banco Rural entrou com
> o restante do dinheiro do caixa dois do PT reconhecido por Marcos Valério.
>
> O procurador Antonio Fernando deixou o BMG de fora da primeira leva da
> denúncia do mensalão para se aprofundar nas conexões do banco com a
> "quadrilha" que, segundo a denúncia anunciada há pouco mais de duas
> semanas, era encabeçada pelo ex-ministro José Dirceu e tinha como
> objetivo "manter o PT no poder".
>
> O trabalho do Ministério Público teve como base investigações do TCU
> (Tribunal de Contas da União) ainda não concluídas, mas que apontam a
> participação do então presidente do INSS (Instituto Nacional do Seguro
> Social), Carlos Gomes Bezerra, no favorecimento ao BMG.
>
> O favorecimento, segundo o TCU, explicaria por que os lucros do BMG
> subiram de R$ 90,2 milhões, em 2003, para R$ 275,3 milhões, no ano
> seguinte. Em 2004, os empréstimos a aposentados representavam 85% da
> carteira de crédito do banco.
>
> O BMG foi o primeiro dos bancos que não pagavam benefícios do INSS a
> entrar no negócio, embora outras instituições do mesmo porte tivessem
> manifestado interesse. Uma primeira versão do convênio --assinada com
> rapidez considerada atípica-- chegou a ser anulada, por conter
> irregularidades como a promessa de acesso à base de dados cadastrais dos
> aposentados.
>
> Em janeiro de 2005, o banco teve autorizada a venda da carteira de
> empréstimos para a CEF, operação também investigada pelo TCU e que teria
> rendido lucro de R$ 119 milhões ao BMG.
>
> Presidente do PMDB no Mato Grosso, o atualmente empresário Carlos
> Bezerra nega que tenha favorecido o BMG.
>
> "O INSS era apenas o executor, a questão política era toda decidida no
> Palácio do Planalto", afirmou o ex-presidente do instituto.
>
> O então ministro da Previdência, senador Amir Lando (PMDB-RO), também
> nega que tenha agido em favor do banco.
>
> A assinatura de Lando acompanha a do presidente Lula na carta
> encaminhada a 17 milhões de aposentados e pensionistas do INSS um mês
> depois de o BMG entrar no negócio e às vésperas das eleições municipais
> de 2004.
>
> A correspondência que propagandeia o crédito consignado também é
> investigada pelo TCU. O senador nega relação da correspondência com a
> recente entrada do BMG no negócio e insiste que a carta era consequência
> da sanção da lei que criou o crédito consignado.
>
> "Estão querendo ver chifre em cabeça de cavalo: a cartinha seguiu
> imediatamente após a sanção da lei", disse.
>
> Entre a sanção da lei (17 de dezembro de 2003) e a postagem da carta (29
> de setembro de 2004), passaram-se, no entanto, mais de nove meses.
>
> O atual presidente do PT, Ricardo Berzoini, era ministro da Previdência
> quando Lula baixou a medida provisória que criou o crédito consignado,
> em setembro de 2003. Ele também negou a intenção de favorecer o BMG:
>
> "Não se cogitou da participação do banco; na época foi decidido apenas
> criar uma modalidade de crédito para reduzir os juros".
>
> Berzoini classificou de "ilação absolutamente improvável" a investigação
> de rastros de envolvimento do presidente Lula em supostos favores ao BMG
> em troca do dinheiro repassado ao esquema de Marcos Valério.
>
> O INSS registrou, até o final de março, 8,2 milhões de operações do
> crédito consignado. Os empréstimos a aposentados e pensionistas
> alcançaram R$ 13,3 bilhões.
>
> O Ministério da Previdência se recusou a fornecer informações sobre a
> atual participação do BMG no negócio.
>



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Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.

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