Eu sempre acreditei no software nacional
Sempre, e nas raras vezes, que uso terno tenho um botton da SOFTEX -
"Software Brasileiro - com uma bandeirinha do Brasil"

http://www.estadao.com.br/tecnologia/informatica/noticias/2006/mai/25/93.htm


SÃO PAULO - O curitibano Marcelo Tosatti tem apenas 22 anos é já é
considerado um dos grandes nomes do software livre no mundo. Tem nada
menos do que 8 anos de experiência profissional.

No início do mês, ele foi contratado pela Red Hat, empresa americana
de Linux que abriu recentemente seus primeiros escritórios na América
do Sul: um em São Paulo e outro em Buenos Aires.

"Contratamos os melhores profissionais da comunidade de código aberto.
Temos orgulho de ter o Marcelo conosco", disse o vice presidente de
vendas da companhia, Alex Pinchev.

No cargo de engenheiro de software e programador da Red Hat, Tosatti
vai trabalhar no projeto do laptop de US$ 100, da ONG OLPC (do
Massachusetts Institute of Technology (MIT).

O programa, idealizado pelo professor do MIT Nicholas Negroponte, tem
o objetivo de distribuir computadores portáteis de baixo custo para
estudantes do mundo inteiro, inclusive do Brasil.

A missão do engenheiro é adaptar uma versão do Linux para que ele rode
com facilidade no laptop. A previsão é de que o sistema esteja pronto
para testes até o final do ano.

Paralelamente ao trabalho desenvolvido na empresa americana, Tosatti
continuará como mantenedor voluntário do kernel (ou núcleo) do Linux.

Como o Linux é um software de código aberto, pode ser alterado e
copiado sem cerimônias - ao contrário do corrente Windows, da
Microsoft.

Milhares de programadores no mundo inteiro fazem modificações e
adaptações no sistema operacional. Como mantenedor escolhido
diretamente pelo criador do software, o finlandês Linus Torvalds,
Tosatti é responsável por fazer uma triagem dessas colaborações.


Precoce?
Tosatti foi iniciado no mundo da informática pelo irmão mais velho,
que montava computadores. Aos 11 anos já conhecia o Linux. "Levei mais
de um mês para instalar o software, mas consegui", lembra. Aos 14,
começou a estagiar na maior distribuidora de Linux da América Latina,
a Conectiva, onde ficou por cinco anos.

E aos 18, já era reconhecido mundialmente como um especialista em
software livre. "Deixou de ser um hobby e passou a ser uma ideologia.
Acredito que o software livre é uma possibilidade da democratização da
informática."

Agora na Red Hat, o engenheiro vai continuar morando em Porto Alegre,
onde cursa o primeiro ano de matemática na Universidade Federal do Rio
Grande do Sul.


Expansão
Com abertura de dois escritórios na América Latina, a Red Hat pretende
se aproximar dos clientes da região, expandindo as áreas de venda,
suporte e treinamento.

"Queremos oferecer serviços em português, a um preço tupiniquim",
disse Julián Somodi, diretor geral da Red Hat América do Sul. O
serviço de suporte passará a ser realizado por técnicos da empresa, 24
horas por dia, sete dias por semana.

O foco da companhia são os clientes corporativos. Como a Red Hat já
atuava nos países latinos, por meio de uma distribuidora, tem mais de
mil clientes no continente, entre eles o Serpro, o Poder Judicial do
Peru, o Ministério da Saúde de Buenos Aires e o Bradesco.

Para entrar oficialmente no Brasil, a empresa contratou praticamente
todos os funcionários da antiga distribuidora, a LatinTech.

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Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.

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