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Ninguém está discordando. Fizeram e muito. Mas
também é impossível negar os fatos que a Índia continua seus conflitos de etnia
e é um dos países mais assolados pela fome no mundo e que o Luther
King, assim como Gandhi foram assassinados.
Eles não pregaram e nem usaram a violência. Ela se
encarregou de acabar com eles.
Carlos Antônio.
----- Original Message -----
From: Julio
Arruda
Sent: Wednesday, June 07, 2006 3:05 PM
Subject: Re: [gl-L] muito bom: Ensaio geral do segundo
mandato > > Gandhi tirou os ingleses da Índia e foi assassinado. E o país continua vivendo em inúmeros confrontos políticos e a fome grassa pelas castas inferiores. > > Walesa teve sucesso num primeiro momento mas foi um desastre administrativo na Polônia. > > Carlos Antônio. > Tenho que concordar com o Cardoso, o fato do Gandhi ter feito o que fez em primeiro lugar, e' prova de que e' possivel isto sem violencia. Infelizmente, a India nao soube aproveitar, ouve fragmentacao, e muita, muita corrupcao. Um outro exemplo seria o Martin Luther King por sinal. > ----- Original Message ----- > From: Cardoso > To: [email protected] > Sent: Wednesday, June 07, 2006 2:04 PM > Subject: Re: [gl-L] muito bom: Ensaio geral do segundo mandato > > > negativo. São baderneiros. > > Gandhi e Walessa demonstraram que é possível um movimento popular > bem-sucedido sem recorrer a qualquer tipo de violência. > > > > > On Wed, 7 Jun 2006 13:47:46 -0300 > "ccarloss" <[EMAIL PROTECTED]> wrote: > > c> Kleber , > c> > c> O Reinaldo Azevedo comete os seus pecadilhos de avaliação mas no conjunto está coberto de razão. > c> Só que Bruno Maranhão, Stédile, MST, MLST ou qualquer outro movimento que parta para ações como a de ontem têm uma origem e o nome dos culpados. > c> A origem não vem de agora mas recrudesceu E Lula, seus asseclas do PT, a procuradoria geral da república, e os bandos organizados que se intitulam partidos, esses são o geradores da violência que só faz crescer e não há indícios que vá parar. > c> É inútil prender cem, mil manifestantes se a cabeça que origina, permite, e abona a existência deles continuar existindo. É como um formigueiro em que se destrói as operárias mas deixa-se viva a rainha e as larvas. Elas ressurgirão e voltarão à atividade. > c> Ou corta-se a cabeça e desfazem-se os tentáculos que dela brotam, ou não haverá solução. E o que temos visto até agora é a submissão à patifaria e às ações nocivas > c> dos que comandam. > c> Qualquer retrospecto histórico mostra que mudanças não são feitas sem sacrifícios, mártires e troca de flores. > c> Infelizmente enveredamos por esse caminho. > c> > c> Carlos Antônio. > c> > c> > c> ----- Original Message ----- > c> From: <mailto:[EMAIL PROTECTED]>antonio kleber de araujo > c> To: [EMAIL PROTECTED] ; [email protected] > c> Sent: Wednesday, June 07, 2006 8:55 AM > c> Subject: [gl-L] muito bom: Ensaio geral do segundo mandato > c> > c> > c> > c> Assunto: [Acrópolis] Ensaio geral do segundo mandato > c> > c> > c> Por Reinaldo Azevedo > c> > c> Um governo determina a qualidade dos seus radicais ao > c> escolher os seus > c> moderados. Explico-me: os moderados, do ponto de vista > c> lulo-petista, são > c> as madres Teresas do MST, o movimento liderado pelo > c> sr. João Pedro > c> Stedile, que nem existência legal tem. Os radicais > c> passam a ser, então, > c> os democratas do MLST, chefiados, não por acaso, por > c> um sujeito que > c> pertence à direção nacional do PT: Bruno Maranhão, um > c> jovem radical de > c> 66 anos... > c> > c> Maranhão, sozinho, mereceria um tratado psicanalítico. > c> Falo dele mais > c> adiante. O relevante nessa história toda é que este > c> senhor é o símbolo > c> do compromisso de seu partido com a democracia > c> representativa e com as > c> instituições. Não é de hoje que promove arruaças e > c> ações violentas. Ele > c> comandou, por exemplo, a ocupação do Ministério da > c> Fazenda ainda sob a > c> gestão Palocci. Reitera-se: Maranhão não é um > c> livre-atirador petista. > c> Compõe a direção da legenda. É um velho conhecido de > c> Lula. A sua > c> pantomima de agora é um ensaio geral da revolução > c> lulista que vem por > c> aí. O Apedeuta só precisa de um segundo mandato. > c> > c> Existem os culpados pela ação desta terça e existem os > c> responsáveis. Os > c> culpados, claro, são os atores que comandaram o > c> assalto a um dos Poderes > c> constituídos da República. Os responsáveis são os > c> senhores Luiz Inácio > c> Lula da Silva, no papel de presidente da República - o > c> Dom Giovanni da > c> "elite branca" (by Cláudio Lembo)... - e seu Leporello > c> com feições de > c> Cyrano de Bergerac, Márcio Thomaz Bastos, que o > c> coadjuva no Ministério > c> da Justiça: o serviçal de luxo endossa todas as > c> malas-artes, recheadas > c> de imposturas constitucionais, de seu chefe encantador > c> de madames e > c> senhores politicamente corretos. > c> > c> Bastos é mesmo um poeta do direito. É o Ferrabrás das > c> donas de butique, > c> mas acaricia os cachos de Roxane do primeiro > c> baderneiro que vê pela > c> frente. É de sua lavra uma consideração escandalosa > c> sobre a freqüência > c> com que o MST esbulha a Constituição impunemente: > c> segundo ele, é preciso > c> uma "acomodação tática" da Carta. Ou seja: a lei não > c> vale. > c> > c> Ora, por que o MLST não iria radicalizar se vê o > c> tratamento que é > c> dispensado a seu companheiro "moderado", o MST? > c> Trata-se do movimento > c> que destruiu o laboratório da Aracruz, que não esconde > c> o seu intuito de > c> ocupar terras produtivas, que pratica assalto > c> organizado a caminhões que > c> transportam alimentos, que invade pastos e mata > c> animais, que destrói > c> plantações que não considera adequadas à sua > c> metafísica e que explicita > c> seu caráter subversivo. > c> > c> O ministro Miguel Rossetto, do Desenvolvimento > c> Agrário, prestigiou a > c> inauguração de uma tal Escola Florestan Fernandes, > c> onde se ensinam as > c> altas virtudes políticas e morais de humanistas como > c> Mao Tsé-tung, Lênin > c> e Che Guevara. Em Pernambuco, o movimento já chegou a > c> jogar cocô na > c> caixa d'água do Incra. Mais: em um acampamento de > c> sem-terra, no Estado, > c> um policial foi morto depois de barbaramente > c> torturado. A imprensa > c> dispensou uma floresta de celulose à morte da freira > c> Dorothy Stang. > c> Muito justo. A do policial não mereceu um eucalipto > c> seco. Jaime Amorim, > c> um dos lugares-tenentes de Stedile, já atacou até um > c> navio de bandeira > c> liberiana que transportava milho transgênico. É um ato > c> terrorista. > c> > c> E o que aconteceu, até hoje, com essa turma que > c> desrespeita, de forma > c> organizada e sistemática, as leis? Nada! A "acomodação > c> tática" de Cyrano > c> faz com que não se aplique, por exemplo, a medida > c> provisória antiinvasão > c> de terra, que torna indisponíveis para a reforma > c> agrária áreas invadidas > c> e cria um cadastro de invasores contumazes. Está na > c> lei votada pelo > c> Congresso e referendada pelo Supremo Tribunal Federal > c> - já que o próprio > c> PT argüiu a sua inconstitucionalidade no Supremo, onde > c> foi derrotado. Ou > c> seja: Lula, Rossetto e Bastos são obrigados a cumprir > c> a Constituição que > c> lhes garante as prerrogativas de que gozam. Mas eles > c> não a aplicam. > c> > c> Ao contrário: dão-lhe uma vistosa banana. Por que o > c> MLST não pode, > c> seguindo a lógica revolucionária, ainda que patética, > c> avançar um pouco > c> além do limite a que chegam seus colegas do MST? Se > c> Cyrano e o Apedeuta > c> podem conviver bem com um esbulho legal, por que não > c> podem suportar o > c> outro? > c> > c> Virtudes do banditismo > c> Uma parcela dos políticos brasileiros está descobrindo > c> as virtudes do > c> banditismo. Há dias, Lula, que diz preferir escolas a > c> presídios, como se > c> houvesse aí uma antinomia, passou a mão na cabeça dos > c> facínoras do PCC > c> e, na prática, nos pediu a todos que compreendêssemos > c> os motivos daquela > c> brava gente. Segundo o presidente, quando esses agora > c> bandidos tinham > c> quatro ou cinco anos, faltou-lhes assistência. > c> Entenderam? A culpa é da > c> sociedade; é nossa. Os marginais estão apenas numa > c> ação de reparação > c> social. Alguns saem matando a esmo; outros queimam > c> campos e derrubam > c> cercas; outros ainda afundam crânios e matam > c> policiais. E há, > c> finalmente, quem decida fazer tudo isso ao mesmo > c> tempo. > c> > c> Estamos assistindo ao ensaio geral da revolução > c> lulista. Reitero: este > c> tal Maranhão vive abrigado no regaço do PT. Ainda que, > c> agora, seja > c> entregue à lei, outros o substituirão na "nobre" > c> tarefa partidária de > c> emparedar as instituições. É a isso que se dedica a > c> tal Secretaria > c> Nacional de Movimentos Populares do partido. Estranho > c> seria se a legenda > c> tivesse uma Secretaria Nacional de Defesa do Estado de > c> Direito. > c> > c> Hipocrisia > c> O show de hipocrisia não tem limites. Foi divertido > c> ver um comunista do > c> Brasil, como Aldo Rebelo (PC do B-SP), dando voz de > c> prisão à extrema > c> esquerda que assaltava o Palácio de Inverno burguês. > c> Entrem no site do > c> PC do B, e vocês verão que Bruno Maranhão nada mais > c> faz do que submeter > c> a utopia do partido de Aldo a uma discreta aceleração. > c> O site é bacana. > c> Na última vez que vi, cantavam-se ainda as glórias da > c> guerrilha do > c> Araguaia, e havia documentos tratando Kruchev (sim, o > c> próprio...) como > c> traidor. Afinal, o PC do B continua fiel ao > c> stalinismo... > c> > c> Os "movimentos sociais" que o PT coordena estão neste > c> ponto da batalha > c> com o Apedeuta disputando a reeleição e precisando, > c> vejam só!, se > c> esforçar para se mostrar um homem de confiança. É de > c> supor como será > c> depois se for reeleito, com um Congresso mais > c> fragmentado do que é hoje > c> - ainda que com menos partidos - e tendo, à matroca, > c> de fazer ainda mais > c> concessões do que faz hoje a tudo quanto é lobby, seja > c> da direita > c> cartorial, seja da esquerda doidivanas, eventualmente > c> homicida. > c> > c> Este é o grande sinal emitido pelo governo Lula e que > c> será a palavra de > c> ordem de um eventual segundo mandato: tome, na > c> porrada, o que o faz > c> feliz. Vejam só. No sábado passado, escrevi em O > c> Globo: "Negros, > c> feministas, homossexuais, índios, sem-terra, sem-teto, > c> sem eira nem > c> beira... Todos anseiam que a história seja vivida como > c> culpa, e a > c> desculpa se traduz na concessão de algum privilégio. > c> Isso que já é uma > c> ética coletiva supõe que todos são vítimas de alguém > c> ou de alguma coisa. > c> De quem ou do quê? Ninguém sabe. "Da sociedade" > c> talvez. A hipótese é > c> interessante. Poderíamos zerar a história, dissolver > c> os contratos e > c> voltar ao estado da natureza." > c> > c> E, se me permitem, vou abusar do expediente de me > c> citar: "Igualdade? > c> Justiça? Reparação? Nada disso. Consolida-se é o > c> divórcio entre os > c> partidários desse igualitarismo - que, de fato, é um > c> particularismo que > c> corrói as bases do Estado de Direito - e os da > c> universalidade. O "novo > c> homem" do antigo marxismo - que era, sim, uma utopia > c> liberticida e > c> homicida - foi substituído pelos bárbaros, cujo mundo > c> ideal é aquele > c> disputado por hordas, tribos, bandos, de que entidades > c> do "terceiro > c> setor" são proxenetas bem remuneradas." > c> > c> E quem se importa com a democracia, o Estado de > c> Direito? Também respondi > c> a essa pergunta: "Os tais mercados não dão a menor > c> bola para isso. A > c> platéia que vi mais incomodada e, até certo ponto, > c> indignada com a > c> crítica severa que faço ao PT e a seu viés totalitário > c> era composta de > c> pessoas ligadas ao mercado financeiro. A democracia, > c> como a defendiam os > c> antigos liberais, lhes é irrelevante. Trata-se de > c> dinheiro novo. > c> Assistimos ao casamento entre os hunos e essa gente > c> muito prática. As > c> bodas bárbaras." > c> > c> E se eu disser aqui... > c> Se eu disser aqui que nada disso surpreende o PT e os > c> petistas, logo > c> aparecerão algumas vozes do próprio partido e - > c> pasmem! - do tucanato > c> para afirmar que isso é teoria conspiratória, uma > c> variante do meu > c> pensamento anticomunista, conservador, reacionário > c> mesmo. > c> > c> Aos petistas não interessa que tal leitura seja feita. > c> Os tucanos, nesse > c> particular, se dividem em dois grupos: os que comungam > c> de certa > c> metafísica utópico-esquerdista do adversário eleitoral > c> (consideram o > c> partido um tanto desastrado, inábil, mas não > c> essencialmente errado) e os > c> arrogantes: para estes, Lula e seus companheiros não > c> são assim tão > c> capazes. E há os que, a exemplo de FHC, se dão ou se > c> deram conta dos > c> riscos. Infelizmente, é a minoria. > c> > c> Há muitas formas de exercer a ditadura. No momento, a > c> mais influente > c> delas, em curso em vários países da América Latina, > c> consiste em fazê-lo > c> respeitando certas formalidades das instituições, mas > c> buscando > c> desvirtuá-las por dentro, alterando a sua natureza. O > c> exemplo mais > c> retumbante é Chávez, o coronel golpista, seguido de > c> perto por Evo > c> Morales, o índio de araque. Lula, falso operáro, é um > c> pouco mais sutil. > c> > c> Seus homens, como a gente vê, são capazes de operar de > c> forma eficaz em > c> três frentes: nos mercados, adoçando a boca dos > c> novos-ricos que estão > c> dando uma banana para a democracia; nos ditos > c> movimentos populares, que > c> formam tropas de assalto e estão dando uma banana para > c> a democracia, e > c> no Estado paralelo, aquele dos 40 quadrilheiros > c> citados pelo > c> procurador-geral da República, que estão dando uma > c> banana para a > c> democracia. > c> > c> A questão sempre será saber até onde as oposições é > c> que concentram o > c> maior cacho de bananas da República. Vejam lá o que > c> escrevi no domingo > c> sobre as maiorias silenciosas. Indagava se à população > c> brasileira agrada > c> a leniência petista com a baderna. É claro que não. > c> Mas também é claro > c> que o tema não será explorado na campanha eleitoral. > c> As oposições, no > c> Brasil, são hoje reféns morais de arruaceiros e > c> quadrilheiros. Elas têm > c> medo desses vários banditismos. Nada a estranhar: > c> alguns de seus > c> próceres se confundem com eles: são seus parceiros de > c> ideologia ou de > c> negócios. > c> > c> Antes que me dedique um pouco a Bruno Maranhão, uma > c> observação Alguns > c> parlamentares da Casa, Luciana Genro (PSOL-RS) entre > c> eles, diziam aos > c> quatro ventos que isso só acontece na Câmara porque a > c> Casa não se > c> respeita. É uma forma de ser leniente com um crime sob > c> o pretexto de ser > c> intolerante com a imoralidade. Fosse assim, seria de > c> indagar o que os > c> movimentos sociais deveriam fazer nos palácios do > c> Planalto ou no da > c> Alvorada: dariam a seus ocupantes o fim que as massas > c> destinaram a, sei > c> lá, Mussolini ou Ceaucescu? > c> > c> Maranhão > c> Há uma frase de Antero de Quental, que já citei aqui, > c> que acho boa: a > c> tolice num velho é tão aborrecida quanto a gravidade > c> numa criança. Não > c> vai entre aspas porque não é literal. Ele, poeta > c> realista, respondia ao > c> romântico Castilho nas querelas conhecidas como > c> "Questão Coimbrã". Foi > c> até injusto com o outro, mas a sacada é boa. É o que > c> me vem à mente > c> quando vejo este tal Bruno Maranhão. Disse que ele > c> merece uma abordagem > c> psicanalítica. Explico-me. > c> > c> Em 1963 - ele tinha, então, 23 anos -, camponeses > c> foram à usina > c> Estreliana, em Pernambuco, reivindicar 13º salário. O > c> dono da > c> propriedade recebeu os manifestantes a bala. Cinco > c> morreram e três > c> ficaram gravemente feridos. Quem era ele? Pai de > c> Maranhão. Sei lá se o > c> jovem ficou traumatizado. Com um pouco de leninismo na > c> cabeça, o depois > c> militante do PCBR e hoje dirigente do PT parece não > c> ver mal nenhum em > c> sair por aí afundando o crânio de seus inimigos. Seu > c> movimento, imaginem > c> vocês, é uma dissidência à esquerda do MST. Dá para > c> imaginar as suas > c> utopias. Um homem para quem Stedile padece dos males > c> da moderação não > c> veio a este mundo a passeio. > c> > c> Maranhão agora está preso. Eu o condeno a receber o > c> senador Eduardo > c> Suplicy (PT-SP), que deve cantar Blowing in the Wind > c> em sua homenagem. > c> Sou contra qualquer forma de tortura, mas até eu > c> fraquejo às vezes... > c> > c> [EMAIL PROTECTED] > c> Publicado em 6 de junho de 2006. > c> > c> > c> > c> > c> > c> > c> > c> --- > c> > c> Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se. > c> > c> Comentários: <http://www.yahoogroups.com/group/goldenlist-L/messages>www.yahoogroups.com/group/goldenlist-L/messages > c> > c> Newsletter: <http://www.yahoogroups.com/group/goldenlist/messages>www.yahoogroups.com/group/goldenlist/messages > c> > c> Yahoo! Groups Links > c> > c> > c> > c> > c> > c> > > Allgemeinen Anschulterlaubnis > Cardoso <[EMAIL PROTECTED]> - SkypeIn: (11) 3711-2466 / (41) 3941-5299 > vida digital: http://www.contraditorium.com site pessoal e blog: http://www.carloscardoso.com > > > > > --- > > Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se. > > Comentários: www.yahoogroups.com/group/goldenlist-L/messages > > Newsletter: www.yahoogroups.com/group/goldenlist/messages > > Yahoo! Groups Links > > > > > > ------------------------ Yahoo! Groups Sponsor --------------------~--> Get to your groups with one click. 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