Recebido do Orywa e repassando.
 
Carlos Antônio.

A razão é uma ferramenta espetacular, sem a qual ainda estaríamos balançando
em árvores, ou extintos. Mas a razão é só metade da eqüação.
Se você não usar também a intuição, pode ser que se transforme em um robô
biológico, incapaz de detectar aspectos não explícitos em uma situação. E
isso não é um elogio.

Texto de Aldo Novak
 http://www.aldonovak.com.br

Todos nós já passamos por situações nas quais, embora tudo estivesse
aparentemente correto, tenhamos tido a vaga sensação de que havia algo
estranho, talvez errado. No mundo dos negócios, ou nos assuntos pessoais,
escutar essa sensação pode ser a diferença entre grandes vitórias ou
esmagadoras derrotas.

Isso se chama "intuição", e não tem nada de mágico. É apenas um sistema que
a mente usa para avaliar milhares de detalhes, que escapam à nossa
capacidade de avaliação fria. A mente considera milhões de dados e milhares
de hipóteses com tamanha velocidade que não conseguimos avaliar as partes
componentes de cada análise. O resultado que a mente apresenta aparece na
forma de uma intuição, um "chute" que pode até estar errado, mas merece ser
avaliado.

É mais ou menos como se a razão fosse o centro da lente de uma câmera, em
foco perfeito, enquanto a intuição fossem as informações que estão na borda
da mesma lente, mas cuja imagem aparece fora de foco e de difícil
interpretação.

Na vida, os melhores jogadores são os que tomam decisões baseados não na
razão, que só avalia o que pode classificar, nem na intuição, que é
facilmente distorcida por erros de interpretação, mas nos dois  tipos de
avaliação agindo simultaneamente. Os melhores profissionais usam o cérebro e
também suas sensações, juntas.

Isso é usar a mente para comunicar-se com você mesmo. Chamamos isso de
comunicação intra-pessoal, isto é, você conversando com você. Com franqueza
absoluta.

Os profissionais que são os seus colegas e concorrentes de maior sucesso
conseguem ver mais longe e usar estratégias mais precisas, unindo a
avaliação da intuição com sua capacidade de projetar conseqüências
potenciais para suas ações mais importantes. Para eles, como diz aquele
adágio, "a borda da sombra, é a linha da luz".

Se você prestar atenção... mas muita atenção mesmo... poderá ver que seu
relacionamento com a pessoa mais importante da sua vida pode estar
definhando, ou, por outro lado, o relacionamento pode estar sendo construído
cada vez com maior intensidade e qualidade. Essa pessoa pode ser seu marido,
sua esposa, um de seus filhos, seus pais... ou talvez você mesmo.

Mas as boas coisas não são tão preocupantes. Os problemas são. Alguns
problemas surgem de maneira tão imperceptível, no começo que, quando o pior
ocorre, você fica se perguntando: como é que eu não vi que isso ia
acontecer?

Na verdade, viu. Apenas não estava atento, ou atenta. É mais ou menos como a
lagosta, que é colocada viva na água quente. No início, a lagosta não nota
que a água está sendo aquecida lentamente. E, por não estar atenda aos seus
sentidos, quando nota que a água está quase fervendo.... é tarde demais.

Não deixe a sua água ferver. Mude, antes que seja tarde demais e permita que
a intuição dê palpites na sua vida. Como disse John Kord Lagemann, a
intuição não é uma inimiga, mas uma aliada da razão.
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Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.

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