Moro no Rio de Janeiro, uma belíssima cidade, com sol, mar e belas mulheres. Sei que rosas têm espinhos, mas quando olho para uma, vejo as pétalas. Minha vida é ótima, pois sempre que um urubu chega perto de mim, disfarço e saio de fininho. Posso até vir a ter algum problema no futuro, mas jamais viverei esperando por ele. Acredito piamente que as coisas acontecem de acordo com as nossas expectativas. Daí, aprendi a sempre esperar o melhor.

Morei durante 12 anos na Rua Souza Lima, em Copacabana. Um amigo que prestou serviços para a Cultura Inglesa, bem próxima do meu apartamento, foi assaltado diversas vezes no curto período em que lá esteve. Eu nunca fui assaltado. Mas, também, passei toda a minha vida chamando pelo nome todos os pivetes da redondeza. Eles, quando passavam por mim, cumprimentavam-me: "Fala Sangue-bom!".  Sei lá eu se foi por conta dessa política de boa vizinhança, mas o fato é que nem eu, nem minha mulher, nem minha filha, que circulavam com freqüência comigo pela área, jamais fomos importunados por alguém. Hoje, continuo a sair a qualquer hora do dia ou da noite, sem nunca me preocupar com o assunto. Levo sempre 150 reais no bolso, caso seja intimado a redistribuir um pouco a renda, mas nunca tive a oportunidade de usá-lo.

Imagine a cuca de cada zebra numa imensa manada, com leoas caçando por perto. A leoa pode começar a corrida a qualquer instante e uma delas virará o prato do dia. Mas TODAS as outras escaparão incólumes, livres, leves e soltas até a próxima chegada de uma leoa. Sabe por que as zebras vivem bem e não precisam de Lexotan?  Porque não ficam enchendo a cabeça de caraminholas a respeito de problemas que poderão acontecer. Enfrentam os problemas apenas quando eles surgem, fazendo-o com muito mais eficiência do que os humanos, pois jamais se soube de uma zebra paralisada pelo medo. A mente humana pode ser uma grande benção e pode ser uma grande desgraça. Desligá-la, quando não estiver sendo usada para fins nobres, é um aprendizado importantíssimo.


Claudiß wrote:

A palavra que pensei seria "ampará-los"... Ato correto, escrevi
"apará-los".

Desculpem o meu acerto.

On 6/15/06, Claudiß <claudib.2006@gmail.com> wrote:
> PSP | O mundo não acaba e nem piora (Plus ça change, plus c'est
> | la même chose).
>
> Eu queria morar na mesma cidade que o PSP mora...
>
> PSP | A cada dia nascem jovens cheios de esperança e vontade de
> | criar um mundo melhor. E, para sorte deles, a cada novo dia (...)
>
> ... um bando de traficantes vêm apará-los nesta luta...
>
> [ ]'s "bestificados"
>
> Claudiß


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Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.

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