Não sei se já passaram aqui na lista. Segue o texto.
Torquato
 

Mercadante e triunvirato tucano firmam acordo político e de negócios, em Nova York, para o quase certo segundo mandato de Lula

 

Edição de Quinta-feira do Alerta Total http://alertatotal.blogspot.com/

Quinta-feira, Junho 01, 2006 - Editor-Chefe: Jorge Serrão

 

Exclusivo - No dia 18 de maio, em Nova York, depois de um prato de talharim e um cafezinho, os tucanos digeriram um acordo político-econômico de nãoagressão entre o PSDB e o PT, caso se confirme a vitória reeleitoral do presidente Lula - conforme indicam todas as pesquisas da situação e da oposição. Por trás do pacto informal, firmado entre FHC e o senador Aloízio Mercadante, o próximo governo petista se comprometeria a não alterar as atuais bases econômicas que interessam ao sistema financeiro internacional – e ao nacional. Dirigentes do Banco Itaú teriam presenciado o encontro secreto entre o tucano e o petista na “Big Apple” - a mais cosmopolita cidade do planeta.

 

A contrapartida ao natural apoio tucano na economia viria com o apoio do governo federal a um mega-projeto de concessões e parcerias público-privadas em rodovias, que movimentaria R$ 30 bilhões. Tal negócio foi montado pelo publicitário Paulo Henrique Cardoso, filho de FHC, que fechou uma parceria com um poderoso grupo de empreiteiros canadenses. Em troca das “privatizações” nas estradas, os tucanos apoiariam a reforma da previdência que será tocada por Luiz Gushiken, e que vem sendo elaborada desde o primeiro governo FHC. Em 2002, a empresa do petista (na época, Gushiken Associados, e, agora, sem o japonês de Lula na sociedade, se chama Global Previ) elaborou, para o Ministério da Previdência de FHC, o livro “Regime Próprio de Previdência dos Servidores: Como Implementar? Uma Visão Prática e Teórica”.

 

Tal pacto político-empresarial de intenções foi formulado entre o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o senador Aloízio Mercadante, nos Estados Unidos. O tratado político informal foi sacramentado pelo senador Tasso Jereissati e pelo governador de Minas Gerais, Aécio Neves. O presidente Lula ainda não se definiu sobre tal acordo amarrado por Mercadante.

Faltava ouvir seus gurus José Dirceu, Luiz Guishiken e Luiz Dulci. Mas Lula enxerga que a paz com os tucanos lhe garantiria a nada fácil sobrevivência política durante um segundo mandato que ele já conta como certo.

 

O triunvirato tucano e o senador petista (que concorre, para perder, ao governo de São Paulo) estiveram em Nova York, no dia 18, para participar da homenagem da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos ao presidente da Vale do Rio Doce, Roger Agneli. O acordo de negócios políticos foi sacramentado no luxuosíssimo Hotel Waldorf Astoria, onde ocorreu a mega-festa. O candidato tucano ao governo de São Paulo, José Serra - que também estava nos Estados Unidos (só que em tratamento médico) - não participou dessa negociação com Mercadante, seu adversário na corrida ao Palácio dos Bandeirantes. No entanto, certamente, Serra tomou conhecimento de tudo. O mesmo aconteceu com o ex-ministro da Educação de FHC, Paulo Renato, outro que estava em Nova York.

 

Versões para estar em na Big Apple

 

Todos os envolvidos na estória têm explicações oficiais para sua estada em Nova York.

 

FHC e Tasso estavam lá para a homenagem a Agneli, da Vale.

 

O governador mineiro estava lá para assinar contratos para empréstimos de US$ 330 milhões junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Banco Mundial.

 

O senador Mercadante porque participou de em evento do Banco Itaú, ao qual esteve presente também FHC - ambos podem ser vistos em uma foto oficial na qual aparecem ao lado de Roberto Nishikawa, Alfredo Setúbal, Olavo Setúbal, Roberto Setúbal, Alexandre Tombini e Candido Bracher.

 

Abandono de Alckmin, segundo o PFL

 

Um relatório reservado que circula entre os caciques do PFL dá como favas contadas o abandono da candidatura de Geraldo Alckmin pelo presidente Fernando Henrique Cardoso.

 

A revelação da reunião secreta entre Mercadante e FHC, nos Estados Unidos, foi a constatação final de que Alckmin tem tudo para perder.

 

Daí vêm as insistentes críticas do bem-informado Imperador do Rio, avae Ceasar Maia, à condução da campanha de Alckmin – sobre a qual o Partido da Frente Liberal não vinha sendo ouvida para nada, antes da criação do ainda Conselho Político de efeito duvidoso.

 

 

Quem é Jorge Serrão?

Jorge Serrão, 40 anos, Jornalista, Radialista e Publicitário, tem 22 anos de

vivência diária no mercado de mídia. Sua atuação é focada nas áreas de Política,

Economia, Educação, Terceiro Setor e Assessoria de Comunicação Social. Foi

Diretor Geral da Rádio Carioca. Apresentador e Editor nas Rádios Globo, Tupi e

Bandeirantes. Trabalhou nos jornais Gazeta de Notícias, Tribuna da Imprensa, O

Dia e Folha Dirigida. Editou o jornal de assuntos estratégicos O Farol, com

circulação nacional na área militar. Atualmente, edita sua coluna blog e podcast

Alerta Total e coordena editorialmente o Portal de internet sobre os bastidores dos

eventos www.katraka.com.br. É vice-presidente e um dos 13 membros da

Confraria do Garoto, entidade guardiã da tradição cultural e protetora do bom

humor carioca.

__._,_.___

---

Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.

Comentários: www.yahoogroups.com/group/goldenlist-L/messages

Newsletter: www.yahoogroups.com/group/goldenlist/messages





YAHOO! GROUPS LINKS




__,_._,___

Responder a