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Palpitando:
O Monteiro Lobato sabia muito bem disso e
representava na canastrinha da Emília onde a bonequinha guardava tudo e cada
coisa tinha sempre uma utilidade.
Corrija-me se eu disse besteira.
Carlos Antônio. MENGÃO FELIZ!
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, July 26, 2006 10:44 PM
Subject: Re: [gl-L] Pro AKA e outros com a garagem
lotada...
1) , em que a pessoa tem compulsão por guardar objetos
inúteis. "
2) "Colecionar é um hábito normal. Passa a ser doença
quando começa a afetar relacionamentos."
3 ) É uma espécie de
síndrome da formiguinha - acumula tudo por segurança.
4 ) "Vou
tocando minha vida com as minhas tralhinhas", diz ele, feliz da
vida.
recortei as frases acima que são absurdas no, e fora do,
contexto:
1 ) Inútil para quem cara-pálida ? alguma utilidade eles tem
senão não seriam valorizados nem guardados, chama-se a isto objetos com ou de
valor psiquico, às vezes alto, se um psi não entende isto melhor trocar de
assunto.
2) NORMAL x DOENÇA , isto nem existe mais, depois do DSM IV, nem
para a OMS. No coments. ( só tive problemas nos relacionamentos por
colecionar...outros. )
3) Arghhhh, manda um Animal Planet aí para moça ,
e ça sufit ! Formigas e cigarras, avarentos e perdulários, tsk, tsk, tsk, os
homens projetam seus problemas no que observam superficialmente dos animais e
chamam a isto de Fábulas, um tal de Esopo e um tal de La Fontaine, por exemplo
fizerama esta m mais divertida.
4) Cuidado senão um dr vem e te
estraga a felicidade, te faz normal, isto é infeliz e adaptado ao lixo
circundante vestido de Prada e cheirando a Armani !
tá de bom assim, caro
Aka ?
abção
2006/7/26, antonio kleber de araujo <[EMAIL PROTECTED]>:
Já descobri o
"pobrema"da
tiazonia...
Fica acumulando o lixo do
passado...
Com a palavra tio
marcola...
(alias precisamos nos ver e fazer o tal
almoço, trouxe um leitãozinho do sitio que foi devidamente consumido com as
batatas locais)
Ao leitãozinho, as
batatas....
ASTOC - Associação Brasileira da Síndrome de
Tourette, Tiques e Transtorno Obsessivo Compulsivo: (11) 3541-2294;
www.astoc.com.br
Terça-feira, 25 julho de 2006 - O Estado de
S.Paulo
Casal guardava 60 t de lixo
Peso de material guardado por casal no
Itaim-Bibi era tanto que o chão da casa
afundou
Shaonny
Takaiama
Depois
da história da espanhola que guardava lixo em casa, casos parecidos estão
vindo à tona. Ontem, a Subprefeitura de Pinheiros retirou quatro caminhões
com 15 toneladas de entulho da casa dos idosos Luiz e Thereza Calli, no
Itaim Bibi. Os cômodos estavam tomados pelo lixo e o assoalho da sala
desabou. "Era tudo porcaria o que tinha aqui", reconheceu Luiz Calli, de 79
anos.
Apesar de absurdas, histórias assim são mais comuns do que se
pensa. Esses casos podem ser classificados como colecionismo - uma
modalidade do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) , em que a pessoa tem
compulsão por guardar objetos inúteis. "As pessoas com esse problema
sentem-se angustiadas quando tentam se desfazer de alguma coisa", diz Kátia
Petribú, especialista em TOC e sócia da Associação Brasileira de
Psiquiatria.
L.C., de 50 anos, tem o problema e é uma das raras
pessoas conscientes disso. Em seu apartamento de três dormitórios, dois
estão entulhados há 20 anos com caixas de sapatos vazias, móveis antigos,
sacos com roupas velhas, caixas de som, livros, um abajur quebrado, ferros
de passar e muitos outros objetos.
Há cinco anos ela não recebe
ninguém em seu apartamento por vergonha. "Comecei a notar que era um
problema aos 30 anos. Hoje está impossível trazer amigos em casa." Ela
chegou a ficar três meses sem luz até descobrir como consertar a fiação
elétrica. Nem em sonho deixaria o eletricista ir até lá.
Já o
representante comercial Antônio Veneziano, de 37 anos, tem em seu quarto 10
mil discos de vinil, 3.500 fitas cassetes, 7 rádios, 10 caixas de som, 2
tevês, 7 caixas com papéis, revistas e jornais, 800 fitas de rolo, máquinas
fotográficas, atabaques, violão e guitarra.
Ele também espalhou seus
pertences nas casas de amigos, que chama de núcleos. "Tenho o núcleo
Guararema, o Mogi das Cruzes, o São José dos Campos, o Peruíbe e o Vila
Monumento", enumera. "Se alguém me oferece um quartinho, acaba entrando pelo
cano", confessa Veneziano sorrindo.
Diante de tantos casos, não é
fácil perceber onde fica a estreita linha que separa um simples colecionador
de um colecionista. A psiquiatra Kátia Petribú joga luz sobre a questão.
"Colecionar é um hábito normal. Passa a ser doença quando começa a afetar
relacionamentos."
No caso de Antônio, o efeito, digamos, colateral
de seu hábito foi ter três casamentos desfeitos, além de uma namorada que
terminou o namoro no mesmo dia em que viu suas tralhas - ele não se importa
com o termo.
Desfazer-se das quinquilharias é muito difícil para um
colecionista porque ele tem a crença de que irá precisar dos objetos algum
dia. É uma espécie de síndrome da formiguinha - acumula tudo por
segurança.
O tratamento para o colecionismo inclui antidepressivos e
terapia de grupo. Se tratado adequadamente, o distúrbio pode chegar a níveis
aceitáveis, mas ainda não há cura. É um dos sintomas do TOC mais difíceis de
serem tratados por causa da relutância de quem tem o problema em assumi-lo.
Muitos passam a vida inteira sem buscar ajuda, como Veneziano. Ele
diz viver bem dessa forma. "Vou tocando minha vida com as minhas
tralhinhas", diz ele, feliz da vida.
(SERVIÇO)
Onde
procurar ajuda:
ASTOC - Associação Brasileira da Síndrome de
Tourette, Tiques e Transtorno Obsessivo Compulsivo: (11) 3541-2294; www.astoc.com.br
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Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.
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