, tal nosso Lularápio que nasceu analfabeto, pasmem ! e nem o português sabe falar até hj,com 30 anos de boa vida de metalurgico aposentado para encher o saco dos patrões, não deve ter tido tempo...
tal o saudoso Costa e Silva supreso ao ver crianças tão pequeninas falando um idioma tão dificil como o Chinês
sobra o tatibitati ou linguagem materna, apreendidos como paterns de comunição, os fonemas minimos, gugu, dada, por exemplo, que explodirão semanticamente numa Alíngua ( Lalangue, Cf Jean Claude Milner, J Lacan, d'aprés Saussure ) um código comum chamado idioma, e que se tornará o rei e a rainha da confusão e do mal entendido.
2006/8/10, antonio kleber de araujo <[EMAIL PROTECTED]>:
Parece mais com aquelas pesquisas dos cientistas do programa do JÔ
Mas faz todo sentido
-----Mensagem Original-----
De: Acelino Pontes
Cientista alemã explica o dom de aprender idiomas
Ninguém consegue aprender línguas como os recém-nascidos, afirma
pesquisadora
Entre os humanos são eles que possuem a maior facilidade para
aprender línguas, mesmo sem conseguir formar uma frase. A lingüista e
psicóloga Angela Friederici explica a genialidade lingüística dos
recém-nascidos.
Recém-nascidos - e somente eles - podem aprender qualquer língua do
mundo. Um potencial que desaparece e deve ser aproveitado por pais e
educadores antes que os bebês aprendam sua língua materna.
Isto é o que afirma Angela Friederici, lingüista e diretora do
Departamento de Neuropsicologia do Instituto Max Planck de Neurociências
Cognitivas em Leipzig.
A cientista Angela Friederici"Os bebês dividem em duas categorias
tudo aquilo que papai, mamãe, titio e titia lhes falam: na primeira entra
aquilo que eles sempre escutam, na segunda vai o resto", afirma a
especialista. Cada língua possui uma melodia característica ou, em uma
linguagem mais científica, uma prosódia, ou seja, o francês soa bem
diferente do russo. Mas a partir de quando os bebês conseguem fazer esta
distinção?
Gênios já aos quatro dias
"Já a partir dos quatro dias de vida, os bebês conseguem fazer esta
distinção, o que ficou demonstrado em um teste chamado de 'experimento
chupeta'. Quando estão desinteressados, eles diminuem o ritmo de como chupam
sua chupeta. Ao escutar a entoação prosódica de uma outra língua, eles o
aumentam. Isto demonstra que as crianças conseguem distinguir informações
acústicas", comenta Friederici.
A cientista explica que os bebês se interessam somente pelo novo,
pelo desconhecido, mas o que fica é somente aquilo que lhes é sempre
repetido, ou seja, os sons de sua língua materna. O resto já foi reprimido e
esquecido logo no primeiro ano de idade.
Quem quiser aproveitar este potencial do bebê, afirma Friederici,
deve começar a lhe falar em várias línguas desde seu primeiro dia de
nascido. Entretanto, cada língua deve ser falada sempre pela mesma pessoa,
assim a criança poderá aprender dois ou mais idiomas sem grandes esforços.
Esperar pela alfabetização pode ser tarde
Quanto mais cedo se aprende uma língua, melhorSegundo a pesquisadora
do Instituto Max Planck, esperar que as crianças entrem na escola para o
aprendizado de línguas pode ser muito tarde. "Existem pessoas que afirmam
que somente se pode ser completamente bilíngüe se as línguas tiverem sido
aprendidas até os seis anos de idade. Quanto mais avançada a idade, mais
difícil é para as crianças aplicarem corretamente os parâmetros prosódicos e
fonológicos", explica Angela.
Todo aquele que não cresceu com várias línguas sabe que basta abrir
a boca para ser identificado como alguém de origem estrangeira. Claro que há
pessoas que falam uma língua estrangeira como se tivesse crescido com ela,
mas são casos excepcionais. Os sons de uma outra língua são estranhos e sua
melodia, uma arte. Além disso, faltam ao falante vocabulário e as sutilezas
gramaticais.
Friederici explica que é justamente a gramática o que o cérebro
primeiramente analisa quando se escuta uma frase, e não o significado das
palavras.Isso já foi constatado há muitos anos pela cientista em seus
estudos, que lhe garantiram o renomado Prêmio Leibniz da Sociedade Alemã de
Pesquisa (DFG) há nove anos.
Resultado do estudo Pisa impulsionou discussões lingüísticas
Os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes
(Pisa) impulsionaram as discussões em torno do aprendizado de idiomas, que
começa de maneira geral no ensino fundamental. A tendência agora na maioria
dos países da União Européia é inserir uma língua estrangeira também no
ensino de outras matérias.
Ou seja, os alunos aprendem francês, por exemplo, não somente na
aula de francês mas também na aula de História ou Geografia. Além disso,
quem começa o aprendizado de um novo idioma quando adulto tem que aprender
com maior rapidez a se comunicar de forma mais complexa do que somente "eu
me chamo", "eu moro na" ou "tchau", afirma Angela Friederici.
Ingun Arnold (ca)
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