Fizeram da política no Brasil uma profissão. Eles sim são os que devem prestar serviços públicos e legislar não em causa própria que é uma prática vinda desde a proclamação da república.
A primeira e mais urgente medida para se reduzir os gastos do governo é cortar os salários dos políticos. E as ajudas de custo determinadas por órgãos externos não podendo os eleitos estabelecerem os valores que receberão.
Os desinformados costumam execrar os funcionários públicos concursados sem ter noção que estes conquistaram por mérito os seus postos. E não podem ser confundidos com os nomeados por interesses que politicamente só favorecerão aos que assim procedem. Esses mesmos desinformados são os que elegem os políticos que atendem aos interesses próprios e aos dos que os elegeram.
Um mínimo de raciocínio faria com que os que por incapacidade não conseguiram um trabalho público voltado para o bem comum exercendo os seus cargos com dignidade e competência.
Repasso o texto abaixo extraído do Informativo da OAB.
 
Carlos Antônio.

OAB–MG defende: políticos não deveriam receber salários

Brasília, 12/08/2006 - O presidente da Seccional de Minas Gerais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Raimundo Cândido, defendeu hoje (12) o fim do pagamento de salários para vereadores, deputados estaduais, federais e senadores. Para Cândido, parlamentares deveriam receber apenas ajuda de custo para locomoção, alimentação e moradia. Ele afirma, ainda, que ocorreu um desvirtuamento das funções parlamentares. “Os deputados se transformaram em despachantes de luxo. O papel deles não é o de negociar recursos para bases eleitorais. Eles foram eleitos para legislar”, diz.

Para Cândido, os recursos que seriam economizados com o pagamento de salários aos parlamentares deveriam ser aplicados em “aproximar a Justiça da população”. Conforme ele, moradores de muitas cidades do interior precisam viajar ao município vizinho para ter acesso à Justiça. Cândido afirma que o fim da remuneração poderia ocorrer no bojo de uma reforma política. Avalia, no entanto, ser difícil a mudança pelo fato de serem os próprios parlamentares os encarregados de realizar a reforma.

A proposta de Raimundo Cândido foi lançada durante a instalação na Seccional mineira da OAB de ouvidoria para receber denúncias contra crimes eleitorais. As suspeitas de irregularidades deverão ser encaminhadas por eleitores a uma das 166 seções da OAB na capital ou no interior. As denúncias passarão por avaliação de integrantes da ouvidoria e, comprovados indícios de crime, serão encaminhadas à Justiça Eleitoral e ao Ministério Público. Na avaliação de Cândido, a criação de uma instância na OAB para receber suspeitas de irregularidades em campanhas políticas contribui para inibir crimes eleitorais.

As denúncias poderão ser entregues pessoalmente, por carta, fax ou e-mail (ouvidoria eleitoral@oabmg.org.br). O endereço das seções da OAB estão no site da ordem: www.oabmg.org.br. Denúncias anônimas não serão aceitas. A ouvidoria, no entanto, garante o sigilo dos dados pessoais de quem apontar as irregularidades. Na capital a Ordem vai contar com dois integrantes da OAB Jovem para receber as denúncias. No interior, um funcionário de cada uma das seções ficará encarregado de receber as suspeitas de irregularidades.
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Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.

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