Dilúvio

A Polícia Federal prendeu 95 pessoas em oito Estados acusadas de fazer parte do que ela classificou de o "maior esquema" de fraudes em importações já descoberto no Brasil. O esquema era dirigido, segundo a PF, pelo empresário Marco Antonio Mansur, preso ontem de manhã com o filho, Marco Antonio Mansur Filho, em seu apartamento dúplex no Paraíso, na zona sul de São Paulo. O grupo MAM, batizado com as iniciais de Mansur, é acusado de ter sonegado R$ 500 milhões em cinco anos.

Ramificações

Os jornais de hoje contam que empresas globalizadas, como a Sharp (distribuída no Brasil pela empresa Plena) e a Maxwell, são investigadas pela PF sob a suspeita de utilizarem os serviços do grupo MAM. Daslu, Shoptime e a rede de lojas de roupas Via Veneto também recorriam a Mansur para intermediar suas importações, de acordo com os policiais. Law Kin Chong, empresário preso sob acusação de contrabando, também era freguês de Mansur, diz a PF. Outras investigadas pela PF são Elgin, Britania, Gráfica Cinco Irmãos, Cil e H.Stern.


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