| Data: |
Wed,
10 May 2006 04:33:40 -0300 |
| Assunto: |
Fw:
Fw: professor luizinho |
O Universo de
internautas é muito reduzido no mundo, em especial no
Brasil. Por
favor tente levar essas informações aos demais, especialmente aqueles
que são formadores de opinião, professores, estudantes e o povo
menos
aquinhoado.
Repassando
sem verificar a veracidade.
> Data:
05/04/06 09:44:01
> Para: Elaine
> Assunto: professor luizinho
>
> FATO QUE EU PRESENCIEI NO DIA 30/04/2006
>
>
> Estava almoçando com meu pai, por volta das 14:00 hs no
restaurante
> Famiglia Mancinni, aqui em São Paulo, quando constatei a presença,
em
> uma mesa próxima, do parlamentar do PT Professor Luizinho - aquele
que
> "só pegou vinte mil do valerioduto" e por isso foi absolvido.
>
> Estava o dito sujeito acompanhado de mais dois homens e três
mulheres,
> bem mais jovens que eles, todos almoçando regados a vinho de
> muitíssima boa qualidade, em meio a piadinhas e comentários
impróprios
> entre os homens e as mulheres da mesa.
>
> Próximo à mesa deles estava um senhor com sua família, de umas 6
ou 7
> pessoas. Este senhor estava comemorando o seu aniversário junto ao
que
> - acredito eu - eram seus filhos e respectivas companheiras. Foi
> pedido ao pianista que anima o local que tocasse "Parabéns a Você"
e,
> tão logo o pedido foi atendido, o parlamentar começou a reclamar
visto
> que encontrava-se ao celular e aparentemente não conseguia ouvir o
que
> seu interlocutor falava.
>
> Muito embora a comemoração tenha ido até o fim, percebi que as
pessoas
> na mesa do aniversariante ficaram um pouco incomodadas com os
> reclamos, de forma que, após pagarem a conta e se retirarem, um
dos
> rapazes falou bem alto "esse é o tipo de gente que governa o nosso
> país". Só isso. Virou-se e saiu com os demais.
>
> Meu pai e eu já havíamos pago a conta também, e acabamos por sair
> juntos. O que presenciamos na porta do restaurante só pode ser
> adjetivado de "grotesco". O tal Professor Luizinho, junto com seus
> outros dois acompanhantes - numa lição de democracia petista -
saíram
> atrás do sujeito que havia ousado lhes repudiar a atitude
deselegante,
> e passaram a proferir ofensas de baixo calão na porta do
restaurante,
> na presença de mulheres e crianças.
>
> Como o sujeito já se encontrava dentro de seu carro - uma Ford
> Ecosport preta - ele baixou um pouco o vidro e, respondendo às
> provocações do parlamentar e seus acompanhantes, que lhe incitavam
a
> sair do carro para resolver a pendenga no braço, falou "ao invés
de eu
> sair, entrem aqui vocês e a gente vai na imprensa relatar isso
tudo".
>
>
>
> Ao ouvir isso, um dos asseclas do tal parlamentar passou a
desferir
> chutes violentos na porta do veículo do cidadão e mandá-lo descer
-
> tudo com o incentivo e participação do professor Luizinho. Só
pararam
> diante dos apelos de uma senhora que ali estava também e pediu
para
> que parassem com aquela confusão.
>
>
>
> O "grand finalle" veio com a frase proferida pelo Professor
Luizinho
> enquanto o veículo se afastava: "Seu bobão. A minha conta quem
pagou
> foi você. Seu bobão". Confesso que só não achei que estava ouvindo
> demais porque estava a menos de um metro do sujeito.
>
>
> Esse ato de prepotência e violência descabida precisa ser
informado à
> sociedade. Esse tipo de indivíduo pode ter sido absolvido por seus
> pares - talvez porque tenham o rabo preso, ou talvez por simples
> despreparo político - mas esse tipo de atitude tem que ser
divulgada
> de forma ampla para que o povo possa ter o poder de bani-lo para
> sempre da vida pública do país. Estou enojado e confesso que quase
> parti também para as vias de fato com esse indivíduo pois, ao
chamar
> de "bobão" um cidadão que só fez a "bobagem" de expressar a sua
> opinião, chamou a mim também pela mesma alcunha, já que eu também
pago
> impostos e fui responsável também - segundo o raciocínio do
"professor
> Luizinho" - pelo pagamento de sua conta no restaurante.
>
> Meu Deus. Só fico pensando se ninguém nesse país vai tomar uma
atitude
> para tirar essa quadrilha do poder.
>
> Catherine
> (nome preservado pelo risco de perseguição à família, que costuma
> frequentar o restaurante)