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85% da população vê TV no Brasil. E a maioria TV
aberta. E são pessoas que se deixam levar até por personagens de novela....são
essas as opiniões a que me referi. E eles votam.
Carlos Antônio.
----- Original Message -----
Sent: Saturday, August 26, 2006 5:12 PM
Subject: Re: [gl-L] Autistas da Globo, mensaleiros do
mecenato.
de opinião de quem ??? that's the question...Ó horror
!
Em 26/08/06, ccarloss
<[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
Eu sei que a lista é muito maior. Citei apenas
três por terem eles feito as declarações mais estúpidas. E querendo nós ou não
os artistas são formadores de opinião.
Resta-nos o consolo de lembrar Drummond: " Mundo
mundo vasto mundo, se eu me chamasse Raimundo, seria uma rima, não seria uma
solução."
Carlos Antônio.
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Original Message -----
Sent: Saturday, August 26, 2006 1:15 PM
Subject: Re: [gl-L] Autistas da Globo, mensaleiros do
mecenato.
pera aí ...
W Tiso José de Abreu Barretão Paulo
Betti Tonico Pereira ( Brizolão de camisola ) Tom Cruise Charleston
Heston Regina Duarte Paloma Duarte
e vcs queriam o quê
?
ah! P*rra, cresce e aparece, Dora, artistas, jogador de futebol e
etc.. são esta merda mesmo, ótimos musicos, grandes atletas mas pô
intelectuais ???? vcs tão de sacanagem, bom era o tempo em que o déspota era
ilustrado pelo sábio, como Alexandre e Arsitóteles...
Wagner Who ???
Tiso ?!! Ah! .... se ainda fosse de o Lohengrin
" Esta é a grande lição ensinada por
Lohengrin e tem em si uma suprema importância. Há, atualmente, milhares de
pessoas andando pelas ruas de muitas cidades, olhando para lá e para cá,
procurando um Mestre. Alguns pretendem tê-lo encontrado ou iludem-se com essa
crença: mas a exigência que é enunciada em Lohengrin é um requisito
verdadeiro. O Mestre deve, quer, e prova sua capacidade.
Ele é conhecido por seus frutos. Em troca, exige lealdade,
e a não ser que esta fé, esta lealdade, esta prontidão em servir, esta
disposição para fazer o que for exigido estejam disponíveis no aspirante, o
relacionamento estará terminado. Não importa quão amargas sejam as lágrimas de
arrependimento que possam ser vertidas no caso do aspirante falhar em sua
lealdade para com o Mestre; não importa quão sincero seja seu arrependimento,
a próxima oportunidade não virá na sua vida presente."
in
http://www.fraternidaderosacruz.com.br/livrosonline/Misterios_Operas/lohengrin.htm
Em 25/08/06, ccarloss <[EMAIL PROTECTED]>
escreveu:
Kleber,
E pensar que durante a ditadura os artistas
foram fundamentais na luta por um regime democrático.
Compactuar com Lula e sua quadrilha é, no
mínimo, deixar-nos em dúvida quanto a lisura, honestidade e respeito
daqueles que são responsáveis por transmitir cultura ao povo.
O pior é que fica difícil agora separar os
execráveis dos dignos, como acontece no congresso, onde é mais fácil colocar
todos como crápulas, tantas são as canalhices que
destacar que todos são considerados como o de
mais podre na representatividade do povo.
Lamentando profundamente a carniça moral em que
se transformaram Paulo Betti, Wagner Tiso e Luiz Carlos
Barreto.
Certos fins até podem ser questionados se
justificam ou não os meios, mas nunca os que têm um presidente ladrão,
mentiroso, despreparado, e com propósitos
políticos imundos. cercado de pessoas sem dignidade ou honradez para
encararem de frente uma pessoa de bem.
Carlos Antônio.
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Original Message -----
Dora Kramer
Os artistas que agora levantam a
bandeira do descaso à ética para justificar seu apoio à candidatura do
presidente Luiz Inácio da Silva à reeleição não fazem bem a si nem ao
candidato que defendem, e fazem muito mal ao País, pois emprestam sua
popularidade ao mau combate. Lançam diatribes aos políticos, associam-se
às justas críticas ao Congresso, mas, tangidos pela pressa de justificar
suas posições sem se dar ao trabalho de encontrar argumentos
consistentes, não percebem que estão para a classe artística assim como
mensaleiros e sanguessugas estão para a classe política. O festim que
reuniu nesta semana em torno do presidente Lula atores, produtores,
cineastas e músicos não poderia ter resultado mais diabólico. Um
verdadeiro espetáculo de equívocos, a começar da convocação do ator
José de Abreu aos presentes para uma saudação a gente denunciada
pelo procurador-geral da República como integrantes de uma
"organização criminosa", passando pelo lançamento do lema "política só se
faz com mãos sujas", de autoria do ator Paulo Betti, tendo como ponto
alto a declaração do músico Wagner Tiso de condenação aos indignados com
os escândalos. "Não estou preocupado com a ética do PT, ou com qualquer
tipo de ética", disse Wagner Tiso, informando ao respeitável público que
só está preocupado "com o jogo do poder". O festival de alienação,
irresponsabilidade social e analfabetismo político teve sua culminância
no dia seguinte, quando o produtor Luiz Carlos Barreto rasgou de vez a
fantasia: "Se o fim é nobre, os fins justificam os meios", afirmou. Para
ele, "inaceitável é roubar". E acrescentou: "Mensalão não é roubo, é jogo
político." Ao senhor Barreto parece não ter ocorrido que o dinheiro do
mensalão não brotou em árvores; saiu de empresas estatais - algumas das
quais lhes financiam os filmes - ou de bolsos privados em troca dos
serviços prestados por tráfico de influência no serviço público. É roubo,
portanto. E, ainda que não fosse, é corrupção, é desvio moral, é
dissolução de costumes, é agressão ao preceito constitucional da
probidade e da impessoalidade no serviço público, é a negação de
princípios indispensáveis às sociedades democráticas e civilizadas.
Se são essas as companhias com as quais o presidente da República
pretende se apresentar ao setor cultural, pobres dos artistas, pois já
tiveram como porta-vozes gente de convicções mais altivas. Cabe
apontar que muitos dos que estiveram com o presidente no
inacreditável encontro condenaram as opiniões dos colegas. Estavam ali de
maneira legítima, emprestando apoio ao candidato que consideram o mais
adequado para presidir o País e com o qual têm afinidades políticas.
Um exemplo foi o ator Tonico Pereira. "Não achei legal o que eles
disseram. Se você não pensar nisso (a defesa da ética como valor de
conduta) como possibilidade, então é melhor desistir, eu persigo a ética
na política." A convicção de Paulo Betti sobre o imperativo das mãos
sujas como prática aceitável, bem como a defesa do vale-tudo em nome da
causa nobre feita por Luiz Carlos Barreto ou a preocupação exclusiva com
o "jogo do poder" manifestada por Wagner Tiso mostram total menosprezo
pelos esforços de aprimoramento nos quais se engaja a verdadeira
vanguarda cultural, social e política do Brasil e avalizam toda sorte de
mazelas que infelicitam e atrasam o País. Além de corroborarem a
suspeita de que para certo tipo de gente ética só é boa como marketing
eleitoral. A classe artística está, agora, em situação semelhante à da
banda saudável da política: obrigada a reagir se não quiser se confundir.
O problema se apresenta mais grave aos partidários de Lula que o apóiam
não porque mandam às favas a moralidade, mas porque concordam com
ele, consideram-no o melhor candidato, avaliam positivamente seu primeiro
mandato e o vêem como capaz de fazer um bom segundo governo. http://www.estado.com.br/editorias/2006/08/25/pol-1.93.11.20060825.18.1.xml
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Não leve nada pro
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