ela me parece uma adaptação da celebre frase atribuida a Pinheiro Machado : "Nem tão devagar que pareça covardia nem tão depressa que pareça provocação."
ler artigo abaixo e pensar no tempo em que os politicos podiam ser abordados, será que hj seria assim ?
Diario Popular , de Mário Osório Magalhães:
http://www.diariopopular.com.br/19_06_05/mario_osorio_magalhaes.html
"Nem tão devagar que pareça covardia nem tão depressa que pareça provocação." Com esta ordem, Pinheiro Machado alertou um dia o seu motorista particular para a intensidade com que devia acelerar o automóvel, no centro do Rio de Janeiro, então a Capital Federal, ao cruzarem na rua com um grupo de manifestantes políticos. O carro rodava com a capota aberta.
A frase eu sei, mas não importa aqui, quando foi pronunciada. Na tarde de 8 de outubro de 1915, ao avistar o automóvel, "escuro e fechado", parado no trânsito e "trazendo dentro o general Pinheiro Machado", foi que o padeiro Francisco Manço de Paiva Coimbra, conforme o seu depoimento durante a instrução do processo, decidiu-se de uma vez por todas: haveria de acompanhar o veículo até achar o momento e o lugar adequados para "eliminar" o senador. Estava convencido de que essa medida se fizera "indispensável", e a fim de concretizá-la, ele, réu, havia adquirido quatro dias atrás, "de um negro, uma faca-punhal, por 600 réis", no Largo do Machado.
Na praça José de Alencar, pelas 17h, Paiva Coimbra verificou que o carro estava estacionado defronte à larga calçada do Hotel dos Estrangeiros. Entrou então pela porta principal e, no corredor - aonde chegara a passos largos, nas pontas dos pés - vibrou duas punhaladas na vítima, pelas costas, atingindo a primeira, mais violenta, o pulmão direito, e a segunda, mais branda, o ombro esquerdo. Fugiu imediatamente, sendo perseguido por empregados do hotel e alguns poucos transeuntes; depois de atravessar toda a praça, na rua Marquês de Abrantes foi desarmado e detido por dois guardas civis.
Pinheiro Machado, no corredor, em seguida ao golpe, virara instantaneamente o corpo para a esquerda (daí a localização da segunda punhalada), exclamando: "- Ah, canalha!" Depois de parar um instante, caminhou uns dois ou três passos e acrescentou: "- Apunhalaram-me!" Neste momento, suas pernas "bambearam", andou mais três passos na direção de uma pequena sala, à esquerda do saguão de entrada; mal transpôs a porta, foi caindo aos poucos, sendo amparado por uma testemunha para que não batesse com a cabeça de encontro a um sofá. Apareceram-lhe então os primeiros sinais de sangue, no rosto; começou a ofegar e, logo, a face, o pescoço e o peito foram ficando inteiramente ensangüentados, em conseqüência das golfadas que expelia pela boca. Neste instante chegou "a Assistência" e o médico responsável constatou: "- Já está morto; já está frio."
* * *
O último parágrafo do discurso de Flores da Cunha, advogado auxiliar de acusação no julgamento que concluiu pela culpa, mas só dois anos depois, do réu Francisco Manço de Paiva Coimbra, começa com a seguinte frase: "Oh, senhores jurados, quanto me dói n'alma a certeza de que foi um filho da minha terra o assassino de Pinheiro Machado!"
Esta convicção - de que Paiva Coimbra era natural do Rio Grande do Sul - podia ou não doer em outras almas, mas foi, desde sempre, um fato incontestável. Também se repete, e jamais se duvidou, que enquanto criança ele viveu em Cacimbinhas, onde residiam seu pai, o padeiro português Francisco Paiva Coimbra, e sua mãe, Maria de Jesus - e onde permaneciam residindo, por ocasião do crime. Com dez anos de idade foi expulso de casa pelo pai.
Só que esta reiterada certeza pressupõe, evidentemente, que ninguém sabe, de modo específico, onde nasceu Manço de Paiva Coimbra. No laudo do exame de sanidade mental, procedido dois meses antes da sessão do júri, enquanto ele afirmava que havia nascido em Jaguarão, no ano de 1889 ou 1890, seu pai garantia: vira a luz em Arroio Grande, esse filho infame, no ano de 1884. Observe-se que há, entre os dois depoimentos, uma diferença significativa - não só de espaço, de tempo: cinco ou seis anos.
Seria fácil desfazer esta dúvida. Mas, ainda que valesse a pena, como curiosidade, a resposta em nada modificaria, de um lado, a associação que se vem fazendo (e que me parece rica, do ponto de vista da história das mentalidades) entre o crime e o nome adotado, 46 dias depois, pela antiga Cacimbinhas; de outro, tenho certeza que faria murchar um pouco o bairrismo sadio que se vê reflorescer a cada dia, de forma constante e crescente, no coração dos prezados habitantes de Arroio Grande e Jaguarão.
Essa frase não é minha, eu já tinha ouvido de um amigo sacaneando a sogra.----- Original Message -----From: Fatima ContiSent: Sunday, September 17, 2006 5:57 PMSubject: [gl-L] Re: As fêmeas são muito mais perigosas
Oi So e Paulo (Lopes)
Já há uma parecida lá:
"A casa da sogra não se quer tão perto que ela possa vir de chinelos,
nem tão longe que ela queira vir de malas."
Família
http://faconti.netfast.org/fra-fami.html
Mas vou dar um jeito de colocar essa versão :)
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Beijins
Fa
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"Você sabe que está ficando velho quando as velas custam mais
caro que o bolo."
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Sonia RO escreveu:
> sAUve Paulo
>
> Fatiiiiiii olha que frase sábia procê!!!
>
>> O segredo para se viver bem com a sogra é não morar tão perto que possa ir de
>> chinelo e nem tão longe que precise usar uma mala...
>>
>
> Beijos e lambidas,
>
> SoniaRO
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Marco Antonio Figueiredo __._,_.___
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Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.
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