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Já postado e com repeteco para quem duvida das
irregularidades do governo FH.
As fontes podem ser encontradas nos arquivos dos
principais órgão de imprensa do país (O Globo, Folha de São Paulo, O Estadão,
Correio Braziliense e os seus sites são facilmente encontráveis.Se querem uma
outra verdade, pelo menos tenham o trabalho de procurar.), bem como nos
mecanismos de busca da internet. Quem duvidar gaste o seu tempo e confirme o que
está dito. O meu já foi gasto até mais do que devia. Só não venham com
afirmações levianas que as coisas não aconteceram.
Atentem para os processos das
privatizações das teles e CVRD.
E se quiserem releiam o email abaixo.
Carlos Antônio.
----- Original Message -----
From: ccarloss
Sent: Saturday, October 07, 2006 4:19 PM
Subject: [gl-L] Pra comparar e constatar que tudo foi
igual. Sem pretensão de defender o governo Lula mas só pra
lembrar o que foi o de FH.
Mudanças não teremos tão cedo enquanto os
candidatos forem como os que disputam a presidência nesta eleição.
Carlos Antônio.
Ativem a
Memória O governo Fernando
Henrique Cardoso, além de ter aberto as portas para a pilhagem nacional e
internacional, colocando o Brasil praticamente na condição de colônia, foi
pródigo em abafar a corrupção. A implementação de seu projeto neocolonial
ocorreu paralelamente a uma sucessão de escândalos. Abaixo, uma pequena amostra
das dezenas de escândalos que marcaram a era FHC. O trabalho refresca a memória
e serve de contra-veneno à insidiosa campanha que a oposição move contra o
governo Lula, usando um caso de corrupção para tentar manchar a imagem de um
governo que é o oposto do anterior. ABRINDO AS PORTAS
PARA A CORRUPÇÃO: Foi em 19 de janeiro de 1995 que o governo do PSDB/PFL fincou
o marco que mostraria a sua conivência com a corrupção. FHC extinguiu, por
decreto, a Comissão Especial de Investigação, instituída no governo Itamar
Franco e composta por representantes da sociedade civil, que tinha como objetivo
combater a corrupção. Em 2001, fustigado
pela ameaça de uma CPI da Corrupção, FHC criou a Controladoria-Geral da União,
órgão que se notabilizou por abafar denúncias. A CGU, no governo Lula, passou a
ocupar um papel central no combate à corrupção. CONCORRÊNCIA DO
SIVAM/SIPAM: O contrato para execução do Sistema de Vigilância e Proteção da
Amazônia (Sivam/Sipam) foi marcado por escândalos. Denúncias de tráfico de
influência e de corrupção derrubaram o Brigadeiro Mauro Gandra, da Aeronáutica,
e serviram para FHC punir o embaixador Júlio César dos Santos com uma
promoção. Foi ser embaixador do Brasil junto à FAO, em Roma, um exílio dourado.
A empresa ESCA, encarregada de incorporar a tecnologia de Raytheon, foi extinta,
por fraude comprovada contra a Previdência. Não houve CPI sobre o assunto. FHC
bloqueou. UMA PASTA ROSA MUITO
SUSPEITA: Foi em fevereiro de 1996 que a Procuradoria-Geral da República
resolveu arquivar definitivamente o conjunto dos processos denominados
escândalos da pasta rosa. Era uma alusão a uma pasta com documentos citando
doações ilegais, em dinheiro, de banqueiros para campanhas políticas de
políticos que eram da base de sustentação do governo. Naquele tempo, o
Procurador-Geral da República era Geraldo Brindeiro, conhecido pela alcunha de
"engavetador-geral da República". A COMPRA DE VOTOS
PARA A REELEIÇÃO DE FHC: A reeleição de FHC custou caro ao país. Para mudar a
Constituição, houve um pesado esquema para a compra de voto, conforme inúmeras
denuncias feitas à época. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago
e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto.
Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três
deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra,
foram absolvidos pelo plenário da Câmara. Como sempre, FHC resolveu o problema
abafando-o, impedido a constituição de uma CPI para investigar o
caso. COMPANHIA VALE DO RIO
DOCE: Apesar da mobilização da sociedade brasileira em defesa da CVRD, a empresa
foi vendida num leilão por apenas R$ 3,3 bilhões, enquanto especialistas do
mercado estimavam seu preço em pelo menos R$ 30 bilhões. Foi um crime de
lesa-pátria, pois a empresa era lucrativa e estratégica para os interesses
globais do Brasil. A empresa detinha, além de enormes jazidas, uma gigantesca
infra-estrutura acumulada ao longo de mais de 50 anos, como navios, portos,
ferrovias. Um ano depois da privatização, seus novos donos anunciaram um lucro
de R$ 1 bilhão. O preço pago pela empresa equivale, nos últimos tempos, ao lucro
trimestral da CVRD. Foi um dos negócios mais criminosos da era
FHC. O ESCÂNDALO DA
TELEBRÁS: Foi uma verdadeira maracutaia a privatização do sistema de
telecomunicações no Brasil. Uma verdadeira sucessão de denúncias e escândalos.
Foi uma negociata num jogo de cartas marcadas, inclusive com o nome de FHC
citado em inúmeras gravações divulgadas pela imprensa. Vários grampos a que a
imprensa teve acesso comprovaram o envolvimento de lobistas com autoridades do
governo tucano. As fitas mostravam que informações privilegiadas eram repassadas
aos queridinhos de FHC. O
mais grave foi o preço que as empresas estrangeiras e nacionais pagaram pelo
sistema Telebrás, cerca de R$ 22 bilhões. O detalhe é que nos 2 anos e meio
anteriores à venda, o governo tinha investido
investido na
infra-estrutura do setor de telecomunicações mais de R$ 21 bilhões. Pior ainda,
o BNDES, nas mãos do tucanato, ainda financiou metade dos R$ 8 bilhões dados
como entrada neste meganegócio, em detrimento dos interesses do povo brasileiro.
Uma verdadeira rapinagem cometida contra o Brasil e que o governo tucano impediu
que fosse investigada. A privatização do
sistema Telebrás - assim como da Vale do Rio Doce - foi marcada pela suspeição.
Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de FHC e do senador José Serra
e ex-diretor da Área Internacional do Banco do Brasil, é acusado de pedir
propina de R$ 15 milhões para obter apoio dos fundos de pensão ao consórcio do
empresário Benjamin Steinbruch, que levou a Vale, e de ter cobrado R$ 90 milhões
para ajudar na montagem do consórcio Telemar. Durante a
privatização do sistema Telebrás, grampos no BNDES flagraram conversas de Luiz
Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara
Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar
o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista
Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara
Resende. Até FHC entrou na
história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos
funcionários do Banco do Brasil. Além de vender o patrimônio público a preço de
banana, o governo FHC, por meio do BNDES, destinou cerca de 10 bilhões de reais
para socorrer empresas que assumiram o controle de estatais privatizadas. Quem
mais levou dinheiro do banco público que deveria financiar o desenvolvimento
econômico e social do Brasil foram as teles e as empresas de distribuição,
geração e transmissão de energia. Em uma das diversas operações, o BNDES injetou
686,8 milhões de reais na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da
empresa. DENGUE, O FRACASSO NA
SAÚDE: A população brasileira sentiu na carne a omissão de FHC com a saúde. Em
1998, com uma política tecnocrática, o governo reduziu a zero os empréstimos da
CEF às autarquias e estatais da área de saneamento básico. Isto resultou em
condições ideais para a propagação da dengue e de outras doenças, já que a
decisão decepou um instrumento essencial no combate às doenças e proteção à
saúde. Além da dengue, a decisão provocou surtos de cólera, leishmaniose
visceral, tifo e disenterias. São doenças resultantes da falta de saneamento. No
caso da dengue, o Rio de Janeiro foi emblemático. O ex-ministro José Serra
demitiu seis mil matamosquitos contratados para eliminar focos do mosquito Aedes
Aegypti. Em 2001, o Ministério da Saúde gastou R$ 81,3 milhões em propaganda e
apenas R$ 3 milhões em campanhas educativas de combate à dengue. Resultado: de
janeiro a maio de 2002, só o Estado do Rio registrou 207.521 casos de dengue,
levando 63 pessoas à morte. É preciso muita competência para organizar uma
epidemia daquelas proporções. O NEBULOSO CASO DO
JUIZ LALAU: Quem não se lembra da escandalosa construção do Tribunal Regional do
Trabalho de São Paulo, que levou para o ralo R$ 169 milhões? O caso surgiu em
1998, mas os nomes dos envolvidos só surgiram em 2000, com todos eles alegando
inocência. A CPI do Judiciário contribuiu para levar à cadeia o juiz Nicolau dos
Santos Neto, ex-presidente do Tribunal, e para cassar o mandato do Senador Luiz
Estevão (PMDB-DF), dois dos principais envolvidos no caso. Num dos maiores
escândalos da era FHC, vários nomes ligados ao governo tucano surgiram no
emaranhado de denúncias. O pior é que Fernando Henrique, ao ser questionado por
que liberara as verbas para uma obra que o Tribunal de Contas já alertara que
tinha irregularidades, respondeu de forma irresponsável: assinei sem ver. Além
de ter pedido para esquecerem o que havia escrito, o ex-presidente tucano
aparentemente queria também que a população esquecesse o que assinava durante o
seu fracassado governo. A FARRA DO PROER: O
Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro Nacional (Proer)
demonstrou, já em sua gênese, no final de 1995, como seriam as relações do
governo FHC com o sistema financeiro. Para FHC, o custo do programa ao Tesouro
Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e
Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos
chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do
Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais. Vale lembrar que um
dos socorridos foi o Banco Nacional, da família Magalhães Pinto, a qual tinha
como agregado um dos filhos de FHC. DESVALORIZAÇÃO
DO REAL: A desvalorização do real também faz parte do repertório de escândalo da
gestão tucana. FHC segurou de forma irresponsável a paridade entre o real e o
dólar, para assegurar sua reeleição em 1998, mesmo às custas da queima de
bilhões e bilhões de dólares das reservas brasileiras.
investido na
infra-estrutura do setor de telecomunicações mais de R$ 21 bilhões. Pior ainda,
o BNDES, nas mãos do tucanato, ainda financiou metade dos R$ 8 bilhões dados
como entrada neste meganegócio, em detrimento dos interesses do povo brasileiro.
Uma verdadeira rapinagem cometida contra o Brasil e que o governo tucano impediu
que fosse investigada. A privatização do
sistema Telebrás - assim como da Vale do Rio Doce - foi marcada pela suspeição.
Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de FHC e do senador José Serra
e ex-diretor da Área Internacional do Banco do Brasil, é acusado de pedir
propina de R$ 15 milhões para obter apoio dos fundos de pensão ao consórcio do
empresário Benjamin Steinbruch, que levou a Vale, e de ter cobrado R$ 90 milhões
para ajudar na montagem do consórcio Telemar. Durante a
privatização do sistema Telebrás, grampos no BNDES flagraram conversas de Luiz
Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara
Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar
o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista
Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara
Resende. Até FHC entrou na
história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos
funcionários do Banco do Brasil. Além de vender o patrimônio público a preço de
banana, o governo FHC, por meio do BNDES, destinou cerca de 10 bilhões de reais
para socorrer empresas que assumiram o controle de estatais privatizadas. Quem
mais levou dinheiro do banco público que deveria financiar o desenvolvimento
econômico e social do Brasil foram as teles e as empresas de distribuição,
geração e transmissão de energia. Em uma das diversas operações, o BNDES injetou
686,8 milhões de reais na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da
empresa. DENGUE, O FRACASSO NA
SAÚDE: A população brasileira sentiu na carne a omissão de FHC com a saúde. Em
1998, com uma política tecnocrática, o governo reduziu a zero os empréstimos da
CEF às autarquias e estatais da área de saneamento básico. Isto resultou em
condições ideais para a propagação da dengue e de outras doenças, já que a
decisão decepou um instrumento essencial no combate às doenças e proteção à
saúde. Além da dengue, a decisão provocou surtos de cólera, leishmaniose
visceral, tifo e disenterias. São doenças resultantes da falta de saneamento. No
caso da dengue, o Rio de Janeiro foi emblemático. O ex-ministro José Serra
demitiu seis mil matamosquitos contratados para eliminar focos do mosquito Aedes
Aegypti. Em 2001, o Ministério da Saúde gastou R$ 81,3 milhões em propaganda e
apenas R$ 3 milhões em campanhas educativas de combate à dengue. Resultado: de
janeiro a maio de 2002, só o Estado do Rio registrou 207.521 casos de dengue,
levando 63 pessoas à morte. É preciso muita competência para organizar uma
epidemia daquelas proporções. O NEBULOSO CASO DO
JUIZ LALAU: Quem não se lembra da escandalosa construção do Tribunal Regional do
Trabalho de São Paulo, que levou para o ralo R$ 169 milhões? O caso surgiu em
1998, mas os nomes dos envolvidos só surgiram em 2000, com todos eles alegando
inocência. A CPI do Judiciário contribuiu para levar à cadeia o juiz Nicolau dos
Santos Neto, ex-presidente do Tribunal, e para cassar o mandato do Senador Luiz
Estevão (PMDB-DF), dois dos principais envolvidos no caso. Num dos maiores
escândalos da era FHC, vários nomes ligados ao governo tucano surgiram no
emaranhado de denúncias. O pior é que Fernando Henrique, ao ser questionado por
que liberara as verbas para uma obra que o Tribunal de Contas já alertara que
tinha irregularidades, respondeu de forma irresponsável: assinei sem ver. Além
de ter pedido para esquecerem o que havia escrito, o ex-presidente tucano
aparentemente queria também que a população esquecesse o que assinava durante o
seu fracassado governo. A FARRA DO PROER: O
Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro Nacional (Proer)
demonstrou, já em sua gênese, no final de 1995, como seriam as relações do
governo FHC com o sistema financeiro. Para FHC, o custo do programa ao Tesouro
Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e
Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos
chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do
Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais. Vale lembrar que um
dos socorridos foi o Banco Nacional, da família Magalhães Pinto, a qual tinha
como agregado um dos filhos de FHC. DESVALORIZAÇÃO
DO REAL: A desvalorização do real também faz parte do repertório de escândalo da
gestão tucana. FHC segurou de forma irresponsável a paridade entre o real e o
dólar, para assegurar sua reeleição em 1998, mesmo às custas da queima de
bilhões e bilhões de dólares das reservas brasileiras.
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Fontes:
Toda a imprensa da época e fontes oficiais que relataram como foi desenvolvido o
processo de governo do PSDB comandado por FH.
Para quem
se interessar basta fazer a pesquisa.
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