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Prezado Wilson,
Pelo que sei, com os salários atuais se somados
todos os benefícios, auxílio moradia, auxilio paletó, franquia postal e
telefônica até um determinado número que é alto, carro oficial e otras cositas
más, cada deputado federal custa à nação atualmente cerca de 70 mil reais por
mês.
Dobrando os salários, eu não sei se os demais
"auxílios" também sofrerão alteração. Pela notícia do CB estes benefícios estão
excluídos. Só que no Brasil nunca sabemos o que pode acontecer. Eles podem muito
bem daqui a alguns meses reajustarem também. Isto é especulação minha com base no que tenho visto ao longo dos anos.
Os artifícios usados para embolsarem cada vez mais são inúmeros e eles não
deixam passar uma brecha. Mas
mesmo supondo que não sofram alteração, já passarão a custar mais de 90
mil.
Valei-nos Frei Damião!
Um abraço e bom domingo.
Carlos Antônio.
----- Original Message -----
Sent: Sunday, October 15, 2006 1:20 PM
Subject: Re: [gl-L] Fw: Congresso quer dobrar o próprio salário em
2007
Caro Carlos Antônio.
Afora o resto que eles ganham de subsídio, não?
Isto é só o fixozinho...
Quanto daria tudo?
Wilson.
On 10/12/06, ccarloss
<[EMAIL PROTECTED]>
wrote:
Isto é parte do preço do voto de cada
um.
Carlos Antônio.
R$
24,5 mil
Comentar o que...?
Cada povo tem o governo que merece.
E os bancários tem
3,5%?!?!?!?!?!
Congresso
que dobrar o próprio salário em 2007
Lúcio
Vaz Do Correio
Braziliense
12/10/2006 09h11 - Uma comissão criada por ato
conjunto dos presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara,
Aldo Rebelo (PCdoB-SP), está concluindo proposta que abre caminho para a
fixação dos salários dos deputados e senadores em R$ 24,5 mil — igual ao
subsídio dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) — a partir da próxima
legislatura. Isso representaria um aumento de 92% sobre os atuais vencimentos
dos parlamentares: R$ 12,7 mil. A cúpula do Congresso pretendia tornar pública
a proposta após o segundo turno das eleições presidencial e nos estados. Até
lá o assunto seria mantido em sigilo absoluto.
O Correio teve acesso
ao Ato Conjunto 03/2006, assinado por Renan e Aldo em 20 de junho. Os
presidentes das duas casas criaram uma comissão para apresentar proposta sobre
a aplicação do inciso XI do artigo 37 da Constituição. Esse dispositivo
determina que a remuneração dos ocupantes de cargos e empregos públicos e dos
detentores de mandato eletivo não poderá exceder o subsídio mensal, em
espécie, dos ministros do STF. Integram a comissão representantes da Câmara,
do Senado e do Tribunal de Contas da União (TCU).
O trabalho da
comissão está na fase final e deverá indicar a isonomia salarial entre
parlamentares e ministros do STF, cujos salários representam o teto do
Legislativo e do Judiciário. A partir desse estudo, será elaborado um projeto
de decreto legislativo para fixar os salários dos deputados e senadores para a
próxima legislatura. O projeto será votado nas duas casas e promulgado pelo
presidente do Congresso, sem passar pela sanção presidencial. O artigo 48 da
Constituição diz que é atribuição do Congresso fixar idêntico subsídio para
deputados e senadores.
Conselho de
Justiça O ato conjunto dos presidentes também determina que a
comissão observe o que está disposto na Resolução 13/2006 do Conselho Nacional
de Justiça (CNJ), baixada em 21 de março deste ano. Essa resolução dispõe
sobre a aplicação do teto remuneratório constitucional e do subsídio mensal
dos membros da magistratura. Considerando dispositivos legais e
constitucionais e uma decisão do STF, o conselho fixou o teto do Poder
Judiciário em R$ 24,5 mil. Ficam excluídas da incidência do teto despesas de
caráter indenizatório como ajuda de custo para mudança e transporte,
auxílio-moradia e diárias. Até agora, porém, esse teto não está sendo aplicado
no Poder Legislativo por falta de regulamentação. Dezenas de servidores do
Congresso têm vencimentos acima do teto constitucional.
A comissão
criada pelo ato de Renan e Aldo deve propor a regulamentação do teto, mas
também propor o valor do salário de deputados e senadores. Como prevê a lei,
os salários dos parlamentares são fixados de uma legislatura para a outra.
Assim, o projeto de decreto legislativo deverá ser aprovado até 31 de janeiro
de 2007, quando termina a atual legislatura (quatro anos de mandato). Essa
decisão sempre provoca desgaste político ao Congresso.
Quatro anos
atrás, o então presidente da Câmara Aécio Neves (PSDB-MG) recusou-se a colocar
em votação o projeto que fixava o salário dos parlamentares. O aumento de R$
8,2 mil para R$ 12,7 mil foi aprovado em plenário, numa votação que durou
1m28s, uma dia após a renúncia de Aécio, que se preparava para assumir o
governo de Minas. O Correio procurou a assessoria dos presidentes da Câmara e
do Senado na segunda-feira e informou sobre a reportagem. As duas assessorias
afirmaram que o assunto não estava em debate nas duas casas.
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Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.
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