que adianta assinar se vc a exemplo do grande apedeuta se contradiz com a maior cara de pau...e ainda assina em baixo
 
alias são caras-de-pau exemplares...... vão ficar no registro da historia....
 
quando ele nega que se achava que ia vencer (de lavada como diziam as IDELIS) quando declarou isto num comicio em SAMPA
 
vcs se merecem


De: [email protected] [mailto:[EMAIL PROTECTED] Em nome de Paulo Sérgio Pinto
Enviada em: Tuesday, October 17, 2006 10:21 AM
Para: [email protected]
Assunto: Re: [gl-L] Fwd: [Acrópolis] Falta de coragem

Textos com nomes, mas sem sobrenomes, são equivalentes a mensagens apócrifas. Quem diz com convicção, identifica-se. Você já leu alguma mensagem minha que não fosse assinada por Paulo Sérgio Pinto?


AKA wrote:

pra que sobrenome se vc vai desqualifica-lo de qqr forma

quanto ao mascarenhas, que suponho ser o assunto mais importante da sua mensagem, fiz a consulta na minha lista de mergulho que envolve milhares de mergulhadores e não consta (ainda) acidentes com vitimas fatais em galapagos... ou com mergulhadores brasileiros

espero que tenha sido uma brincadeira de pessimo gosto

On 10/17/06, Paulo Sérgio Pinto <[EMAIL PROTECTED]com.br > wrote:
Reinaldo de que? O cara não tem sobrenome?
Estava fazendo uma leitura dinâmica nas mensagens e li sobre o
Mascarenhas Castro. Espero que ele apareça em breve por aqui, repetindo
Mark Twain: "As notícias de minha morte foram um tanto exageradas."


AKA wrote:
> Concordo em gênero, número e grau com o artigo abaixo, Alkmin perdeu a
> chance de diferenciar sua proposta e, mesmo perdendo, abrir uma
> discussão fundamental para o país.
> eu tb tenho um lacerdista no DNA
>
> Segunda-feira, Outubro 16, 2006
> De rendição e resistência
> Reinaldo
> Quem não começou a me (re)ler ontem à noite ou nesta madrugada talvez
> devesse fazê-los pelos textos lá de baixo, não por este. Mas vá lá.
> Realismo nunca fez mal a ninguém. A estratégia terrorista do PT está
> vencendo. O candidato tucano Geraldo Alckmin se dispôs a assinar uma
> carta ao PDT se comprometendo a não privatizar a Petrobras, o Banco do
> Brasil e os Correios se for eleito. Tentativa de ganhar os votos de
> Cristovam? Sei lá eu. Sei que a vaca já foi para o brejo quando uma
> campanha começa a ser reativa apenas e se deixa pautar pelo inimigo.
> De que adianta Alckmin assinar essa carta? O PT vai continuar a dizer
> que a privatização, como se fosse um mal, está em sua biografia. E se
> ele não assinar? Admito: aí é pior. Perceberam? Já estávamos
> arbitrando entre o ruim e o pior.
>
> E estamos falando de gravidades distintas e combinadas. É péssimo para
> a campanha ficar fazendo uma espécie de desmentido do que nunca esteve
> em pauta — decorrência do esfriamento a que o PSDB e o PFL se
> permitiram no pós-1º de outubro — e é péssima a satanização das
> privatizações, como se elas tivessem sido um mal para o país, quando,
> obviamente, a verdade é bem outra. A Veja desta semana, aliás, traz
> uma reportagem a respeito (clique aqui). É claro que um candidato tem
> de olhar para a frente, mas não pode olhar o passado com medo,
> especialmente quando não tem motivos para isso.
>
> O petismo vai, assim, ditando a pauta. Como também conseguiu, com a
> ajuda do colunismo amigo, plantar a versão de que Lula é inatacável:
> qualquer um que bater nele vai perder a eleição. Resultado: a campanha
> na televisão — que tem alcance limitado, sei disso — voltou a se
> despolitizar. Geraldo Alckmin concorre, de novo, com o obreirismo de
> Lula. Faz-se a disputa para ver quem foi mais eficiente em criar as
> precondições para o paraíso terrestre. Um pobre sueco (um pobre lá
> para os padrões deles...) certamente iria querer morar no país
> presidido por Lula e no Estado governado por Alckmin. Eu mesmo estou
> aqui me perguntando por que não viro um pobre profissional...
>
> Desde o começo, há grande resistência em se fazer política. Desde o
> começo, aceita-se, passivamente, o jogo do PT. Ainda é o partido que
> decide a hora da "politização" do debate — e o faz com terrorismo e
> desinformação. Os adversários lhe franquearam esse espaço, e ele,
> claro, o ocupa com a competência truculenta de sempre. Sim, acho que é
> preciso, de acordo com os clichês próprios a esses casos, lutar até o
> último homem e a última bala, mas não custa pensar, como direi?, na
> "Resistência".
>
> Faltam 13 dias para a reeleição. Não dá, a esta altura do campeonato,
> para deixar de reconhecer que assinar a tal carta — de resto, nesse
> ponto da trajetória, não há alternativa — corresponde a uma espécie de
> rendição, de capitulação, de subserviência à agenda petista. A
> situação jamais poderia ter chegado a este ponto. Mas chegou Os
> oposicionistas não conseguem nem mesmo demonstrar que muitas estatais
> brasileiras se transformaram num covil. Alckmin deveria é assinar uma
> carta se comprometendo a desprivatizá-las — já que foram privatizadas
> pelo PT.
>
> Às armas, moças e rapazes! Mas nada de ter compromisso com o erro.
> Ademais, eu quero privatizar, sim: a Petrobras, o Banco do Brasil, os
> Correios e os cineastas. Em tempo: Lula continua não podendo ser
> eleito; se eleito, vai tomar posse; tomando posse, devemos recorrer a
> todos os meios legais para impedi-lo de governar. A petralhada pode
> relaxar: o meu lacerdismo não é menos fajuto do que o getulismo de Lula.

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Não leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.

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