Oi

Reenviando mail enviado em 10/7...


Alguém tem saudade dos tucanos?
___

Beijins
Fa
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"Um homem com um relógio sabe a hora certa. Um homem com dois
   relógios sabe apenas a média."
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comentário

Já que dizem que brasileiros não têm memória...

Esta lista de ações corruptas *não* é do PT, mas dos ilibados
defensores da ética, da moral e dos bons costumes, o neoliberal
PSDB + FHC.

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PSDB: corrupção e hipocrisia

Altamiro Borges


A guerra da sucessão presidencial já começou –e da forma mais hipócrita
possível. Quem nutria ilusões num cenário de “paz e amor”, com a isenção
da mídia e a postura civilizada das elites, deve estar pasmo. De nada
adiantaram as concessões ao deus-mercado, a ênfase no campo
institucional e o afastamento do povo brasileiro dos embates políticos.
A mesma surpresa deve estar inquietando os que colocaram um sinal de
igualdade entre o governo Lula e o bloco conservador-liberal desalojado
do poder em 2002. O PSDB, como representação orgânica desse bloco,
jogará sujo e pesado para retomar as rédeas do Brasil.

A CPI dos Correios, aprovada na semana passada, prova que vale-tudo
nessa conspiração execrável. Até os tucanos se apresentarem como
paladinos da ética, quando sua triste história mais lembra a figura de
um urubu carniceiro e fétido! Nos oito anos de reinado de FHC o que não
faltaram foram escândalos, sempre acobertados e mantidos impunes. Para
refrescar a memória, basta lembrar alguns dos casos mais graves:

• Sivam: Logo no início da gestão de FHC, denúncias de corrupção e
tráfico de influências no contrato de US$ 1,4 bilhão para a criação do
Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam) derrubaram um ministro e dois
assessores presidenciais. Mas a CPI instalada no Congresso, após intensa
pressão, foi esvaziada pelos aliados do governo e resultou apenas num
relatório com informações requentadas ao Ministério Público.

• Pasta Rosa: Pouco depois, em agosto de 1995, eclodiu a crise dos
bancos Econômico (BA), Mercantil (PE) e Comercial (SP). Através do
Programa de Estímulo à Reestruturação do Sistema Financeiro (Proer), FHC
beneficiou com R$ 9,6 bilhões o Banco Econômico numa jogada política
para favorecer o seu aliado ACM. A CPI instalada não durou cinco meses,
justificou o “socorro” aos bancos quebrados e nem sequer averiguou o
conteúdo de uma pasta rosa, que trazia o nome de 25 deputados subornados
pelo Econômico.

• Precatórios: Em novembro de 1996 veio à tona a falcatrua no pagamento
de títulos no Departamento de Estradas de Rodagem (Dner). Os
beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor destes precatórios para a
quadrilha que comandava o esquema, resultando num prejuízo à União de
quase R$ 3 bilhões. A sujeira resultou na extinção do órgão, mas os
aliados de FHC impediram a criação da CPI para investigar o caso.

• Compra de votos: Em 1997, gravações telefônicas colocaram sob forte
suspeita a aprovação da emenda constitucional que permitiria a reeleição
de FHC. Os deputados Ronivon Santiago e João Maia, ambos do PFL do Acre,
teriam recebido R$ 200 mil para votar a favor do projeto do governo.
Eles renunciaram ao mandato e foram expulsos do partido, mas o pedido de
uma CPI foi bombardeado pelos governistas.

• Desvalorização do real: Num nítido estelionato eleitoral, o governo
promoveu a desvalorização do real no início de 1999. Para piorar,
socorreu com R$ 1,6 bilhão os bancos Marka e FonteCidam – ambos com
vínculos com tucanos de alta plumagem. A proposta de criação de uma CPI
tramitou durante dois anos na Câmara Federal e foi arquivada por pressão
da bancada governista.

• Privataria: Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no
BNDES flagraram conversas entre Luis Carlos Mendonça de Barros, ministro
das Comunicações, e André Lara Resende, dirigente do banco. Eles
articulavam o apoio a Previ, caixa de previdência do Banco do Brasil,
para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos
donos o tucano Pérsio Árida. A negociata teve valor estimado de R$ 24
bilhões. Apesar do escândalo, FHC conseguiu evitar a instalação da CPI.

• CPI da Corrupção: Em 2001, chafurdando na lama, o governo ainda
bloqueou a abertura de uma CPI para apurar todas as denúncias contra a
sua triste gestão. Foram arrolados 28 casos de corrupção na esfera
federal, que depois se concentraram nas falcatruas da Sudam, da
privatização do sistema Telebrás e no envolvimento do ex-ministro
Eduardo Jorge. A imundice no ninho tucano novamente ficou impune.

• Eduardo Jorge: Secretário-geral do presidente, Eduardo Jorge foi alvo
de várias denúncias no reinado tucano: esquema de liberação de verbas no
valor de R$ 169 milhões para o TRT-SP; montagem do caixa-dois para a
reeleição de FHC; lobby para favorecer empresas de informática com
contratos no valor de R$ 21,1 milhões só para a Montreal; e uso de
recursos dos fundos de pensão no processo das privatizações. Nada foi
apurado e hoje o sinistro aparece na mídia para criticar a “falta de
ética” do governo Lula.


ENGAVETADOR-GERAL

Apesar dos escândalos que marcaram a sua gestão, FHC impediu qualquer
apuração e sabotou todas as CPIs. Ele contou ainda com a ajuda do
procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, que por isso foi
batizado de “engavetador-geral”. Dos 626 inquéritos instalados até maio
de 2001, 242 foram engavetados e outros 217 foram arquivados. Estes
envolviam 194 deputados, 33 senadores, 11 ministros e ex-ministros e em
quatro o próprio FHC. Nada foi apurado, a mídia evitou o alarde e os
tucanos ficaram intactos. Lula inclusive revelou há pouco que evitou
reabrir tais investigações – deve estar arrependido dessa bondade!

Diferente do reinado tucano, o que é uma importante marca distintiva do
atual governo, hoje existe maior seriedade na apuração das denúncias de
corrupção. Tanto que o Ministério da Justiça e sua Polícia Federal
surgem nas pesquisas de opinião com alta credibilidade. Nesse curto
período foram presas 1.234 pessoas, sendo 819 políticos, empresários,
juízes, policiais e servidores acusados de vários esquemas de fraude –
desde o superfaturamento na compra de derivados de sangue até a
adulteração de leite em pó para escolas e creches. Ações de desvio do
dinheiro público foram atacadas em 45 operações especiais da PF.

Já a Controladoria Geral da União, encabeçada pelo ministro Waldir
Pires, fiscalizou até agora 681 áreas municipais e promoveu 6 mil
auditorias em órgãos federais, que resultaram em 2.461 pedidos de
apuração ao Tribunal de Contas da União. Apesar das bravatas de FHC, a
Controladoria só passou a funcionar de fato no atual governo, que
inclusive já efetivou 450 concursados para o trabalho de investigação.
“A ação do governo do presidente Lula na luta decidida contra a
corrupção marca uma nova fase na história da administração pública no
país, porque ela é uma luta aberta contra a impunidade”, garante Waldir
Pires.

Diante de fatos irretocáveis, fica patente que a atual investida do
PSDB-PFL não tem nada de ética. FHC, que orquestrou a recente eleição de
Severino Cavalcanti para presidente da Câmara, tem interesses menos
nobres nesse embate. Através da CPI dos Correios, o tucanato visa
imobilizar o governo Lula e desgastar sua imagem, preparando o clima
para a sucessão presidencial. De quebra, pode ainda ter como subproduto
a privatização dos Correios, acelerando a tramitação do projeto de lei
1.491/99, interrompida pelo atual governo, que acaba com o monopólio
estatal dos serviços postais. O jogo é sujo, pesado e hipócrita!


Recebi de "José Carlos Barbosa dos Santos"


Publicado em vários sites.
Em 1o de junho de 2005 - Adital
Retirado de
http://www.adital.com.br/site/noticias/17104.asp?lang=PT&cod=17104



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N�o leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.

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