Bom...
Causo que se passou comigo..

Estava com a patroa no supermercado, e tinha um casal de idosos, 
procurando um leite de soja ou algo assim. Eles eram brasileiros, e 
estavam com dificuldade para entender as latas/caixas e etc..
Eu e a patroa ajudamos e etc.
Tambem, eles estavam tentando falar com a filha ou filho de deles, de um 
orelhao, a gente ofereceu o nosso celular, e eles nao conseguiram falar. 
Ficaram la, e quando a gente estava de saida, eles ainda nao tinha 
conseguido, e iam ir andando para a casa (cerca de uns 2 kilometros 
talvez), da mesma forma que tinham andado para o supermercado  (uma 
raridade aqui).
A gente ofereceu carona, levamos la os dois e etc..
Posteriormente descobrimos que eram os pais de um amigo de um amigo ou 
algo assim.
POREM, eles entraram em carro de estranhos, a unica coisa que sabiam e' 
que eramos brasileiros, e vice-versa.
Acho que se perde a malicia vivendo em lugares um pouco mais seguros.
E olhe que eu de vez em quando viajo pelo Caribe e etc, e ja estive em 
situacoes onde "o sentido de aranha estava agitado", mas nao NA NOSSA 
CASA (o nosso estado 'default' passa a ser relaxado..)

Kleine Kruspe wrote:
> Ah, sei não viu... Acho muita inocência. Em qualquer país.. Onde já se viu,
> entrar no carro de alguém q vc nunca viu na vida... Sei que em alguns
> lugares do mundo existe um serviço de "carona".. Vc liga lá, tem a galera
> cadastrada q sempre viaja de carro de x pra y, e aí ele te cobra um x lá pra
> gasosa e vc vai com ele. Mas tem uma relativa segurança, por ter um
> cadastro, etc.. com certeza tem algumas verificações antes do maluco
> entrar...
> Mas se alguém parar na rua e me pedir pra entrar no carro, a menos que ele
> esteja com uma arma apontada pra mim, mando ele ir tomar bem lá naquele
> canto... 
> Ainda mais nos eua, á maior fábrica de serial killers que já conheci...
>  
> Kleine
> 
>   _____  
> 
> De: [email protected] [mailto:[EMAIL PROTECTED] Em
> nome de Julio Arruda
> Enviada em: segunda-feira, 4 de dezembro de 2006 15:47
> Para: [email protected]
> Assunto: Re: RES: [gl-L] deve ser terrivel viver num pais sem seguranca...
> 
> 
> 
> Kleine Kruspe wrote:
>> A questão que fica: Sendo brasileira ela aceitou entrar no carro de uma
>> estranha?
>>
>> Sei não, essa brasileira tá meio falsificada.. 
>>
> 
> E' possivel, a sensacao de seguranca e' as vezes um fator que desarma as 
> nossas 'barreiras naturais'.
> E' que nem atravessar a rua e etc.. Eu tenho certeza que se eu tentar 
> fazer isto no RJ hoje em dia, viro recapeamento de asfalto sem duvida..
> 
>> _____ 
>>
>> De: goldenlist-L@ <mailto:goldenlist-L%40yahoogroups.com> yahoogroups.com
> [mailto:goldenlist-L@ <mailto:goldenlist-L%40yahoogroups.com>
> yahoogroups.com] Em
>> nome de Flávio Freitas
>> Enviada em: segunda-feira, 4 de dezembro de 2006 14:52
>> Para: goldenlist-l@ <mailto:goldenlist-l%40yahoogroups.com>
> yahoogroups.com
>> Assunto: [gl-L] deve ser terrivel viver num pais sem seguranca...
>>
>>
>>
>>
>> Bebê de casal brasileiro é seqüestrado na Flórida
>>
>>
>>
>> Publicada em 04/12/2006 às 11h35m
>> O Globo Online
>>
>> FORT MYERS, Flórida - Os brasileiros Maria de Fátima e Jurandir Gomes dos
>> Santos tiveram sem bebê de apenas um mês de idade, Bryan, seqüestrado na
>> sexta-feira passada em Fort Myers, no estado americano da Flórida. 
>> Até o início desta segunda-feira, o casal estava sem notícia do paradeiro
> do
>> bebê. A policial local desconfia que a seqüestradora não tem intenção de
>> machucar o bebê ou pedir resgate, mas sim criá-lo como se fosse dela. 
>> O seqüestro aconteceu quando uma mulher hispânica parou Maria de Fátima,
> que
>> estava com Bryan no colo, para pedir instruções de trânsito. Ela dirigia
> um
>> carro utilitário e fez a brasileira, uma amiga com quem caminhava e o
> filho
>> da amiga entrarem no veículo, para orientar o suposto trajeto. Momentos
>> depois, brandindo uma faca, a mulher fez todo mundo descer e foi embora
> com
>> o bebê. p><p>O caso foi parar nas redes nacionais de televisão.
>> Estima-se que Fort Myers tenha entre seis mil e dez mil imigrantes
>> brasileiros.
>> Segundo um jornal local, a polícia trabalha com 50 pistas, boa parte das
>> quais dadas por moradores. A polícia federal americana (FBI) entrou no
> caso.
>>
>>
> 
> 
> 
>  
> 

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