sAUve ccarloss

eu conheci nos 70, serve?
Conheci Nino e Luis... Luis trabalhava na Veja, antes de abrir a Vogue, e depois
abrir a Editora Três, que eram Luis, Nino e Alzugaray, que depois se diviriam e
Luis ficou com a Vogue, Nino com a Carta, e Alzugaray com a Três.

Luis morreu na Espanha ha uns 10 anos, onde editava a Vogue Espanha, Vogue USA,
Vogue America Latrina. Desde então, Nino e Alzugaray nunca mais vi.

Beijuz e lambidas,

SoniaRO
_______________________________________
     http://www.fazendaeldorado.com.br
     http://www.art3d.com.br 
     http://soniaro.multiply.com                                                
                                                                               
     Itaipava - Secretário
     15/12/2006

>   
>   
>  
>  
> Kleber, 
>  
>  
>  
> Sem essa de dizer que era muito novo. Estou falando  sério.
>  
> Quem conheceu o Mino Carta dos anos 60, e é  isto que eu quero saber, pode 
> reconhecê-lo agora?
>  
>  
>  
> Carlos Antônio.
>  
>  
>  
>  
>  
> ----- Original Message ----- 
> From: AKA 
>  
> To: [email protected]  
>  
> Sent: Thursday, December 14, 2006 12:38 PM
>  
> Subject: [gl-L] Fwd: [Acrópolis] MANUAL LULA DE  JORNALISMO
>  


>  
>  
>  
>  
>  
> É o Dines que está escrevendo, fica mais difícil tacha-lo de  reacionário
> de direita , coisa frequente quando faltam argumentos e a matéria  não
> agrada. Sobra também para o panfleto CartaCapital.


> http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=411JDB001 

> MANUAL LULA DE JORNALISMO
> Como esconder notícias ruins ou  transformá-las em boas

> Por Alberto Dines em 12/12/2006

> "A imprensa  só publica notícia ruim", declarou em improviso o presidente
> Lula na  terça-feira (5/12), em cerimônia oficial no Palácio do Planalto.  E
> acrescentou maliciosamente que notícia ruim deve ser um bom negócio, já  que
> é veiculada com tanta freqüência (título principal da pág. A-10 da *Folha  de
> S.Paulo* de quarta, 6/12). Naquele mesmo dia o "apagão aéreo" viveu o  seu
> momento culminante.

> Como já foi dito neste *Observatório*, devemos  louvar a Divina Providência
> por não ter permitido que Lula da Silva estivesse  incumbido naquele dia de
> algum trabalho jornalístico. Caso contrário, no seu  jornal/rádio/TV a
> notícia do caos nos aeroportos jamais teria sido publicada.  Mesmo que
> testemunhada e vivenciada por milhares de brasileiros nos  principais
> aeroportos do país.

> Lula não precisa ser jornalista, há  jornalistas dispostos a eliminar as
> notícias ruins dos respectivos veículos  sem qualquer cerimônia. Ou
> simplesmente transformá-las em notícias  favoráveis.

> Exatamente isso aconteceu com a matéria de capa da  última
> *CartaCapital*(13/12, págs. 26-31): o bravo semanário seguiu o  "Manual
> Lula de Jornalismo"
> e conseguiu o milagre de converter a débâcle  no tráfego aéreo brasileiro
> motivada pela tragédia do Boeing da Gol em mera  "turbulência política"
> atiçada pela "nostalgia golpista" de setores civis e  militares.

> Segundo a revista, o apagão aéreo não existe (foi invenção da  oposição logo
> encampada pela mídia), assim também a operação-padrão iniciada  pela minoria
> de civis que trabalha como controladores de vôo.

> A idéia  central da reportagem é comprovar que a "proposta de
> desmilitarização da  aviação civil acirra os conflitos entre o Ministério da
> Defesa e a  Aeronáutica". Mas o que tem sido divulgado pelo próprio governo é
> justamente  o contrário: o comando da Aeronáutica aceita o controle civil do
> trafego  aéreo ficando com os militares a defesa do espaço aéreo.
> *

> Gabinete de  crise
> *

> De acordo a mesma matéria, o desempenho do ministro Waldir  Pires à frente do
> Ministério da Defesa, tem sido impecável. Inclusive na  condução da crise da
> Varig e a sua solução através das forças do mercado,  apesar dos "traumas
> para milhares de trabalhadores".

> Nenhuma palavra  sobre o trauma sofrido pelos trabalhadores que operavam a
> torre de Brasília  na hora da colisão entre o Boeing e o Legacy. Nem sobre a
> sua  responsabilidade no acidente devido às precárias condições de  trabalho.

> Antes mesmo da decisão judicial que permitiu a devolução dos  passaportes dos
> pilotos do Legacy, a revista é taxativa ao constar que o  desastre resultou
> da "convergência da má sorte com a irresponsabilidade dos  dois pilotos
> americanos".

> A decisão de entregar à ministra Dilma  Rousseff, chefe da Casa Civil, a
> organização de um "gabinete de crise" para  monitorar a situação no setor
> aéreo foi transformada numa boa notícia para o  ministro da Defesa: segundo a
> revista, ele deverá coordenar os trabalhos. O  noticiário emanado do governo
> afirma o contrário: a ministra Dilma Rousseff  será a gerenciadora do grupo.
> *

> Não aprovaria
> *

> Waldir Pires  merece o respeito dos brasileiros pela sua biografia política
> (que ocupa  grande parte da reportagem), mas esta dívida não pode ser paga
> através da  manipulação de informações em assunto de tamanha gravidade.

> Em matéria de  pagamento, aliás, a *CartaCapital* não pode se queixar: nesta
> edição, do  total de 33 páginas pagas ou permutadas (24 de anúncios e nove de
> um caderno  especial), 19 (cerca de 57%) saíram do bolso do contribuinte (as
> nove do  caderno especial pago pelo BNDES e dez por outras empresas públicas,
> entre  elas o Banco do Brasil, Petrobras e Correios).

> Esse é um tipo de  jornalismo que Lula, o crítico de mídia, certamente não
> aprovaria. Mesmo  sendo o seu beneficiário.

>    
>   

Responder a