Tanto a Marselhesa quanto a Internacional socialista poderiam ser cantadas. Até a Eguinha Pocotó, contanto que os fins fossem atingidos.
Carlos Antônio. ----- Original Message ----- From: Marco Antonio Figueiredo To: [email protected] Sent: Thursday, December 21, 2006 2:40 PM Subject: Re: [gl-L] [Fwd: Vc é Classe média e ainda votou no apedeuta? Rá!] é a Internacional ! Ó vitimas da fome ! 2006/12/21, Antonio Kleber de Araujo <[EMAIL PROTECTED]>: Carlos Marx Antônio. gostei do manifesto só faltou o Internautas do mundo UNI-vos ou o som da marseillese ao fundo..... onde eu me alisto?? ccarloss wrote: > A classe média sustentou a burrice do neoliberalismo, da globalização > estúpida, do bolsa família populista, do roubo descarado dos > políticos, o lucro dos larápios banqueiros e afundada em dívidas > marcha para a extinção. > Era a morte profetizada há tempos quando assistíamos passivamente o > desenrolar dos acontecimentos. > Quem quiser sobreviver terá que decidir e partir para a luta. E aí já > não importam os meios. > Quebrem o congresso sim. Usem as peixeiras, foices, enxadas mas tirem > a canalha do poder. Não apenas os que estão agora. Os que vindos de > governos passados vivem à custa dos cofres públicos. > Urgem medidas que não podemos adiar mais. > Acabar com a CPMF. Na marra se for preciso. > Acabar com as indecentes aposentadorias políticas. > Acabar com as taxas e tarifas bancárias. > Derrubar os juros. > Se não sairmos da pasmaceira já, o amanhã pode ser tarde. > Permaneçam acomodados e verão a condição de miserabilidade chegar > quando resolverem acordar. > Só há um caminho e quem não o seguir estará condenado. > O preço a pagar poderá ser alto, mas impedirá que embarquemos no trem > da morte à caminho do matadouro como gado. > Chega de protestos e de clamores não atendidos. > AÇÃO. > > Carlos Antônio. > > > > ----- Original Message ----- > *From:* Antonio Kleber de Araujo <mailto: [EMAIL PROTECTED]> > *To:* [email protected] > <mailto:[email protected]> ; > [EMAIL PROTECTED] > <mailto:[EMAIL PROTECTED] > ; > [EMAIL PROTECTED] > <mailto:[EMAIL PROTECTED] > > *Sent:* Thursday, December 21, 2006 9:39 AM > *Subject:* [gl-L] [Fwd: Vc é Classe média e ainda votou no apedeuta? Rá!] > > conforme prometido > eu não falo mais de politica, somente economia > > > -------- Original Message -------- > EM BUSCA DE ANTÍDOTOS > 20.12, 13h38 > por Christina Fontenelle, jornalista > A revista Veja desse domingo fala sobre o "sufoco" da classe média. Eu > já falo sobre isso há pelo menos três anos e acho inclusive que "sufoco" > é elogio. Digo mais: a classe média ainda não sucumbiu porque se > endividou até o último fio de cabelo. Como não haverá reabilitação > econômica nenhuma, é uma questão de tempo para que sucumba de vez. > Minto. Haverá a sobrevivência de um ciclo vicioso que manterá os que > ganham entre 3 e 10 mil reais por mês trabalhando ininterruptamente e > cada vez mais por menos, para sustentar, com 90% do que ganham, a > "benevolência" do governo e da nomenklatura para com os "pobres > necessitados" - bolsões de voto garantido que, por sua vez, jamais > sairão da condição em que estão. Está montado o crime perfeito – o > comunismo que se entranha, em silêncio perfeito. > Danuza Leão disse em sua coluna deste domingo (17/12) que não sujará > suas mãos cumprimentando mais nenhum deputado ou senador que não > protestar contra o vergonhoso aumento de 90% que os parlamentares de > Brasília concederam a si próprios. Ela diz ainda que se arrependeu de > não ter anulado seu voto. Sou solidária à colunista, mas ela deveria ter > usado seu espaço jornalístico para ter denunciado a falsidade > democrático-eleitoreira que muitos de seus colegas menos privilegiados > em termos de espaço na mídia tentaram fazer. No futuro, quando "a casa > cair", como alerta a colunista, entrarão para história do país, nomes > como os de Reinaldo Azevedo, Diogo Mainardi, Olavo de Carvalho, Jorge > Serrão, Diego Casagrande e outros menos afamados colegas que usaram seu > espaço, seu talento e arriscaram suas cabeças para gritar aos quatro > cantos do mundo sobre o espetáculo de ascensão e queda da nossa frágil > democracia – e seu desaparecimento, que era vindouro. Esses homens, > esses colegas, não tinham armas além de suas vigorosas palavras. Mesmo > assim não foram covardes. A Danuza fala em jogar uma pedrinha que > agüente lançar. Terá se redimido. Mas, imperdoáveis serão, para a > História do país, os que tinham canetas, leis e canhões e covardemente > se omitiram. Destes ninguém se esquecerá – nem da "falha" histórica nem > de seu egoísmo covarde. > Muitos dizem que não há apoio popular para impeachment de Lula. Mentira. > Mais de 60% da população rejeitou o atual governo nas urnas e milhões de > famílias brasileiras estão se desfazendo nas vizinhanças de cada um de > nós, todos os dias, por causa de crises financeiras. Milhões de > brasileiros estão condenados ao ostracismo intelectual e econômico > debaixo das vistas de todos. Milhares de olhos de brasileirinhos olham > para cima em busca de futuro e percebem que estão condenados a vencer ou > pela arte ou pelo esporte. Condenados sim, porque arte e esporte não > constroem país nenhum – precisam sim de apoio dos que trabalharam para > construí-los. Esportistas e artistas bem sucedidos são exceção. Não há > quem possa acreditar em futuro se a única condição for ser um Pelé ou > uma Bibi Ferreira. > Nesta segunda-feira (18/12), o cientista político aposentado William > Carvalho (61) se acorrentou em uma pilastra do Senado Federal para > protestar contra o auto-reajuste dos parlamentares. Ficou acorrentado > por cerca de 30 minutos, até ser retirado do local por seguranças do > Senado, que quebraram a corrente com um alicate. O aposentado vai ter > que responder na Justiça pelos crimes de desacato e perturbação da > ordem. A gente torce para que tenha o mesmo destino de Bruno Maranhão - > o chefe da turma que promoveu o quebra-quebra no Congresso: glória e > riqueza patrocinadas pelo Estado. Também na tarde desta segunda-feira, e > também por causa do reajuste dos parlamentares, Rita de Cássia Sampaio > de Souza (45) esfaqueou com uma peixeira e pelas costas o deputado > federal Antonio Carlos Magalhães Neto (PFL-BA) quando ele deixava seu > escritório, em Salvador (BA), acompanhado de amigos. Aceminho passa bem > e está em observação no Hospital da Bahia. A mulher foi presa e > encaminhada ao presídio feminino de Salvador, onde ficará até ser > julgada. Bem, o STF derrubou o aumento - ontem, 19/12 - e não se sabe > até que ponto a "loucura desesperada" desses dois cidadãos influenciou > nesta decisão. > Império da mentira, da vergonha, da roubalheira. Esse foi o futuro do > país do futuro. Finjam e fujam o quanto quiserem as autoridades, os > magistrados, os parlamentares, os militares, os homens de mídia – mas a > responsabilidade os perseguirá por todos os dias do resto de suas vidas. > A vitória da nomenklatura e a desenvoltura com que caminha pelo poder > têm a parte que lhes deve. A experiência globalizadora e robotizadora > também não lhes terá como agradecer. Mas isto não faria mesmo que > devesse e ainda que pudesse. Nas suas costas largas carregarão o peso de > culpas como as de aumentos criminosos a parlamentares e de indenizações > indevidas – a última delas concedida à Ministra Dilma Russef, que > planejou, em nome do comunismo, um assalto à residência que rendeu à > causa US$ 2 milhões e 400 mil e, futuramente, medalha de Ordem do Mérito > Militar. > Há algum tempo atrás, quem andasse de farda, de toga ou com crachá de > congressista, de alto funcionário de poderosas empresas estatais e > também de poderosas empresas de mídia era observado ou com admiração ou > com desconfiança, antes de merecer olhar de desdém, de raiva ou de coisa > parecida. Era a dúvida – será também desonesto? Será também conivente? > Será culpado? Hoje a incógnita paira apenas sobre pequeno detalhe: > covardia conivente ou deleite? Mas estão todos carimbados: vergonha – > medalha que todos ostentam. > Para a turma dos que acreditam que "eu sozinho não adianta nada", um > lembrete: cada soldado alemão que tenha pedido baixa do Exército de > Hitler antes de sair pelo mundo massacrando judeus e populações inteiras > terá tirado da lista de mortos pelos nazistas uma centena de pessoas. > Valeu a pena. Todas as conquistas benéficas para a humanidade foram obra > dos que acreditaram que "eu sozinho" poderia fazer a diferença. E fez. A > História prova isso todos os dias. Muitos dirão que ela – a História – > também está cheia de "heróis" mortos. É verdade. Mas, é melhor morrer > como "inútil herói" do que assistir à "medíocre, dolorosa e lenta" morte > de filhos e netos como "covarde vivo". A escolha não é das mais fáceis, > também é verdade, mas é inevitável. > Natal do crediário. Comerciante comum e mediano que mergulhar nessa onda > (mesmo que seja mais por não ter saída do que por estar achando ótimo) > que aguarde o mês de abril – será um festival de inadimplência, de > desapropriações judiciais e de falências. Enquanto as mega-lojas > prosperam derrubando a concorrência, oferecendo, até para comida, > financiamentos em até 12 vezes, comparáveis aos de países cujos juros > anuais não ultrapassam os 4% para o cidadão comum, nossas pequenas e > médias casas comerciais vão falindo, às pencas. Mais gente no olho da > rua, para formar o imenso exército de desesperados por emprego, > garantindo a conservação de um batalhão de pessoas fazendo cada vez mais > por menos – sorrindo e dando Graças a Deus. > Nas mega-lojas onipresentes, produtos baratinhos. Coisa boa, da China. A > indústria nacional que se dane – quem mandou cobrar caro? Pois é, mas as > pessoas se esquecem de que mais ou menos 70% da exorbitância dos preços > dos produtos nacionais é por causa da carga tributária e dos encargos > com empregados. Tirem esse fardo da nossa indústria e vamos ver se > teríamos concorrentes à altura para competir em preço e qualidade. > Assunto batido esse de que produto chinês não poderia entrar em mercado > capitalista sério. A China vai ficar com tudo – com a produção e com a > tecnologia. Depois, vai vender o que quiser, para quem quiser e por > quanto quiser. É uma límpida e clara questão de tempo. > Quem está apostando que a questão das guerras futuras será de disputa > por recursos naturais, como vem tentando fazer acreditar a indústria > midiática alarmista, vai quebrar a cara. Tecnologia de produção de bens > de consumo e de insumos tecnológico-industriais essenciais às sociedades > desenvolvidas (e mão de obra capacitada) será a arma tão poderosa quanto > a atômica ou a nanotecnológica para estar entre os poderosos do planeta. > Historinha tão óbvia e tão velha – espanhóis, franceses, ingleses e > portugueses já sabiam disso desde a época das grandes colonizações. > Por essas e muitas outras razões é que o extermínio da classe média > intelectualizada é essencial. Será substituída por outra, não tão bem > abastada e cerebralmente lavada. Tecnologicamente especializada sim, até > em culinária – mas filosoficamente pobre, paupérrima. Quando se chegar a > esse ponto, em questão de décadas, não será nem mesmo mais necessária a > existência de currais eleitorais de gente miserável. Tão cega, > emburrecida e emcabrestada estará a nova classe média que será mais > fácil e lucrativo controlá-la do que ter que desperdiçar dinheiro, tempo > e recursos com gente inútil e desqualificada – controle de natalidade, > legalização de aborto, encontros homo, tudo isso vai varrer essa > "gentalha" do planeta na hora certa. Está tudo aí – em planos de ação > cristalinos, para quem quiser ver. > Quanto aos bandidos urbanos, aos terroristas e aos fanáticos religiosos, > eles sobreviverão e existirão na medida em que justifiquem a venda de > segurança – fórmula genialmente criada que impede que os cidadãos > pratiquem a legítima defesa de seus costumes e de suas vidas e em que > eles próprios pagam para ser controlados e oprimidos. Um mal, > perfeitamente controlável, manipulável, subornável e indispensável à > indústria dos controladores mundiais que criam insegurança e vendem > segurança, para controlar e lucrar. > A imprevisibilidade de certos "loucos" tem sim podido atrapalhar > bastante os planos da inexorável ditadura global. Olavo de Carvalho fala > sobre isso (sobre a neotirania) em seu último artigo para o Jornal do > Comércio. Trabalhar em cima do senso daquilo que seria imprevisível é a > linha de condução da intelectualidade que pretenda arquitetar planos de > saída para o caos que se aproxima. Construir articulações sobre a > imprevisibilidade das reações humanas – este é o caminho da > contra-revolução emancipadora. Desconstruir a importância da economia > financeira virtual, com mecanismos de inviabilização de certos tipos de > troca – arma poderosa, capaz de garantir a sobrevivência de um mundo > paralelo de resistência. Pensar nas saídas: missão para 2007. Viva a > liberdade! > > E-mail: [EMAIL PROTECTED] <mailto: [EMAIL PROTECTED]> > <mailto:[EMAIL PROTECTED] <mailto: [EMAIL PROTECTED]>> > Blog/artigos: http://infomix-cf.blogspot.com > <http://infomix-cf.blogspot.com> > > > --- > > No leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se. > > Comentrios: www.yahoogroups.com/group/goldenlist-L/messages > < http://www.yahoogroups.com/group/goldenlist-L/messages> > > Newsletter: www.yahoogroups.com/group/goldenlist/messages > <http://www.yahoogroups.com/group/goldenlist/messages> > > Yahoo! Groups Links > > > (Yahoo! ID required) > > mailto: [EMAIL PROTECTED] > <mailto:[EMAIL PROTECTED] > > > -- Marco Antonio Figueiredo Blog : http://marcofigueiredo.multiply.com/journal
