a ignorancia que atravanca o pogresso
 
eu acompanho o processo de privatização desde 1985 como representante que
fui de um fabricante de etiquetas de identificação automatica de veículos
AMTECH
 
para controle do pedagio ELETRONICO
varios projetos foram implemnetados com sucesso, a começar pela ponte rio
niteroi, DERSA SP, etc
 
o problema é a cobiça: não'há meio de controlar a arrecadação assim para um
governo corrupto como este é ideal meter a grana direto no bolso... sem
muita satisfação ao contribuinte
 
os beneficios são evidentes, basta comparar os investimentos realizados pela
iniciativa privada na DUTRA e os investimentos cosméticos realizados de
forma emergencial pelas contratadas do DNIT
 
o nosso engenheiro civil com especialização em pontes, o PSP, deve ficar
confortavel para discorrer sobre este tema, comparando os investimentos em
infra-estrutura realizados pelas empreiteiras e pelo governo federal
 
qqr coisa ele pesquisa no GOOGLE

  _____  

De: [email protected] [mailto:[EMAIL PROTECTED] Em
nome de Flávio Freitas
Enviada em: Tuesday, January 16, 2007 8:56 AM
Para: [email protected]
Assunto: Re: [gl-L] Nas esas estradas a privatização virou máfia



Constatar o que exatamente?
Que as estradas federais concedidas a iniciativa privada
sao um tapete e as (nao) administradas pelo governo 
estao um caco? 
Eu constatei.
Via Dutra eh excelente, Anhanguera perfeita, BR-050 
uma porcaria, principalmente chegando em Brasilia.
BR-040 uma m*rda em MG, ja a parte privatizada, 
perfeita.
Na parte nao privatizada vi diversos caminhoes com
rodas estouradas, quase acidentes por causa das 
guinadas repentinas dos carros desviando dos buracos.
Pista simples em 99% dos trechos federais percorridos, 
o que gasta mais tempo e combustivel e aumenta o perigo.
Eu escolhi pagar pedagio e saber que vou chegar inteiro, 
eu e o carro, a ter que trocar os amortecedores e pneus
na volta para casa.

[][]
Flavio



On 1/16/07, ccarloss < [EMAIL PROTECTED] <mailto:[EMAIL PROTECTED]> com.br>
wrote: 



Rodem pelo Brasil e constatem.
 
Carlos Antônio.
 
http://noticias.
<http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/fintimes/2007/01/15/ult579u2052.jhtm
> uol.com.br/midiaglobal/fintimes/2007/01/15/ult579u2052.jhtm 
 
  <http://img.uol.com.br/x.gif>
<http://img.uol.com.br/uolprint.gif> 


 <http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/fintimes/>     

15/01/2007
Governo brasileiro pode adotar filosofia estatista em relação a rodovias
Mudança de planos do governo com relação a rodovias podem sinalizar
filosofia estatista. Discórdias no seio do governo irritaram os
investidores, mas os fatos podem refletir uma falta de rumo, em vez de uma
guinada para a esquerda

Jonathan Wheatley
Financial Times 

O momento não poderia ser mais propício para reforçar a impressão de que a
América Latina está dando uma guinada rumo ao controle estatal da economia.
Hugo Chávez, o presidente recém-reeleito da Bolívia, mal acabara de revelar
os seus planos para nacionalizar amplos setores da economia venezuelana,
quando o Brasil, o vizinho bem maior ao sul, cancelou os projetos para a
privatização das rodovias federais.

Dilma Rousseff, chefe da Casa Civil do governo do presidente Luís Inácio
Lula da Silva, anunciou na semana passada que a administração de sete
rodovias federais, que deveria passar por alterações já no início deste mês,
não seria mais oferecida ao setor privado. Em vez disso, o governo passou a
avaliar a criação de uma empresa estatal para gerenciar as rodovias e
coletar pedágios.

Muito se disse a respeito da guinada para a esquerda na América Latina nos
últimos anos, sendo que grande parte dessa impressão é exagerada. Mas o
salto abrupto rumo ao socialismo dominado pelo Estado anunciado por Chávez,
os seus vínculos próximos e a aparente influência sobre novos líderes
emergentes como Evo Morales, da Bolívia, e Daniel Ortega, da Nicarágua,
conferiram mais substância a essa impressão.

Mas os acontecimentos no Brasil podem ser o reflexo de uma falta de rumo nas
políticas governamentais, e não um movimento consciente para a esquerda,
opinam os analistas políticos. Lula, que começou o seu segundo mandato de
quatro anos em 1º de janeiro, disse que a sua prioridade é "destravar" a
economia brasileira a fim de gerar um crescimento de 5% neste ano - o que
representa o dobro da média dos últimos 15 anos.

A fim de liberar capital dos setores público e privado para investimentos na
economia real, a maioria dos economistas diz que o governo precisa reduzir o
nível atual de gastos - em setores como o do pagamento do funcionalismo
público, das pensões e dos serviços públicos. Embora os ministros estejam
divididos, o presidente diz que a responsabilidade fiscal, embora
fundamental, não pode implicar na redução de gastos nos programas sociais.

Não se sabe ao certo qual será a direção assumida pelas políticas do
governo. Antes da sua reeleição, em outubro, Lula prometeu adotar ações
imediatas para promover um crescimento acelerado. Mas nos últimos meses ele
não conseguiu nomear a sua nova equipe ministerial, e um muito prometido
pacote de medidas para promover o crescimento foi sistematicamente adiado.

O anúncio feito na semana passada revela um panorama das brigas que estão
por trás desses adiamentos. "Isso é parte da discussão que ocorre em
Brasília entre aqueles que acham que os serviços deveriam ser prestados pelo
governo e os que querem o envolvimento do setor privado", diz Moacyr
Servilha Duarte, presidente da associação de concessão de gerenciamento de
rodovias.

Segundo ele, o problema é que muita gente acreditou que essa discussão
tivesse se encerrado na década de 1990, quando teve início o programa
brasileiro de concessões de rodovias. "É uma surpresa o fato de isto ter
vindo à tona novamente", diz ele. "Alguns membros do governo não entendem o
setor."

Marcelino Rafart, presidente da Ecovias, a segunda maior detentora de
concessões de rodovias no Brasil, diz que Rousseff foi influenciada pouco
antes da sua declaração por uma reunião ocorrida anteriormente com Roberto
Requião, o governador populista do Estado do Paraná. Descrito por Rafart
como "o Hugo Chávez do Brasil", Requião contestou as concessões de rodovias
no seu Estado, antes de perder sua argumentação para o judiciário
brasileiro.

Rafart diz que Rousseff fez os seus comentários "um pouco fora de contexto",
e que espera que a Ecovias, que investiu R$ 1,6 bilhão nas estradas
brasileiras durante oito anos, continue investindo no setor. 
Caso não surja nenhuma nova concessão, no entanto, ele diz que a Ecovias
direcionará o seu dinheiro para outros países da região. 

Mas o problema para a Ecovias e outros investidores é a incerteza criada por
tais declarações, afirma Ana Carla Abrão Costa, da Tendências, uma firma de
consultoria de São Paulo. "Uma das grandes áreas que necessita de
investimentos é a de logística de transporte e esses fatos só farão com que
o investidor fique menos disposto a desembolsar dinheiro."

Algo que preocupa especialmente alguns investidores são as recentes mudanças
na composição do governo Lula. Até o ano passado, aqueles que eram
favoráveis a uma economia dirigida pelo Estado, como Rousseff, eram
contrabalançados por ministros de orientação mais neoliberal, como Antônio
Palocci. Desde que este deixou o cargo de ministro da Fazenda em março do
ano passado, os estatistas passaram a prevalecer
 <http://news.ft.com/home/us> Visite o site do Financial Times 






 

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