. Estao expandindo (mais uma pista) a Sawgrass Expressway que venho de casa ao trabalho todo dia..15 minutos de porta a porta, cerca de 15 milhas, sem sinal nem nada, sem correr absurdos.
http://en.wikipedia.org/wiki/Sawgrass_Expressway Pago com www.sunpass.com Transponder (estilo big brother mesmo), tudo privado. E viva a privatizacao. Flávio Freitas wrote: > Constatar o que exatamente? > Que as estradas federais concedidas a iniciativa privada > sao um tapete e as (nao) administradas pelo governo > estao um caco? > Eu constatei. > Via Dutra eh excelente, Anhanguera perfeita, BR-050 > uma porcaria, principalmente chegando em Brasilia. > BR-040 uma m*rda em MG, ja a parte privatizada, > perfeita. > Na parte nao privatizada vi diversos caminhoes com > rodas estouradas, quase acidentes por causa das > guinadas repentinas dos carros desviando dos buracos. > Pista simples em 99% dos trechos federais percorridos, > o que gasta mais tempo e combustivel e aumenta o perigo. > Eu escolhi pagar pedagio e saber que vou chegar inteiro, > eu e o carro, a ter que trocar os amortecedores e pneus > na volta para casa. > > [][] > Flavio > > On 1/16/07, ccarloss <[EMAIL PROTECTED]> wrote: >> >> Rodem pelo Brasil e constatem. >> >> Carlos Antônio. >> >> >> http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/fintimes/2007/01/15/ult579u2052.jhtm >> >> >> <http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/fintimes/> >> 15/01/2007 >> Governo brasileiro pode adotar filosofia estatista em relação a rodovias >> Mudança de planos do governo com relação a rodovias podem sinalizar >> filosofia estatista. Discórdias no seio do governo irritaram os >> investidores, mas os fatos podem refletir uma falta de rumo, em vez de >> uma >> guinada para a esquerda >> >> Jonathan Wheatley >> Financial Times >> >> O momento não poderia ser mais propício para reforçar a impressão de >> que a >> América Latina está dando uma guinada rumo ao controle estatal da >> economia. >> Hugo Chávez, o presidente recém-reeleito da Bolívia, mal acabara de >> revelar >> os seus planos para nacionalizar amplos setores da economia venezuelana, >> quando o Brasil, o vizinho bem maior ao sul, cancelou os projetos para a >> privatização das rodovias federais. >> >> Dilma Rousseff, chefe da Casa Civil do governo do presidente Luís Inácio >> Lula da Silva, anunciou na semana passada que a administração de sete >> rodovias federais, que deveria passar por alterações já no início >> deste mês, >> não seria mais oferecida ao setor privado. Em vez disso, o governo >> passou a >> avaliar a criação de uma empresa estatal para gerenciar as rodovias e >> coletar pedágios. >> >> Muito se disse a respeito da guinada para a esquerda na América Latina >> nos >> últimos anos, sendo que grande parte dessa impressão é exagerada. Mas o >> salto abrupto rumo ao socialismo dominado pelo Estado anunciado por >> Chávez, >> os seus vínculos próximos e a aparente influência sobre novos líderes >> emergentes como Evo Morales, da Bolívia, e Daniel Ortega, da Nicarágua, >> conferiram mais substância a essa impressão. >> >> Mas os acontecimentos no Brasil podem ser o reflexo de uma falta de rumo >> nas políticas governamentais, e não um movimento consciente para a >> esquerda, >> opinam os analistas políticos. Lula, que começou o seu segundo mandato de >> quatro anos em 1º de janeiro, disse que a sua prioridade é "destravar" a >> economia brasileira a fim de gerar um crescimento de 5% neste ano - o que >> representa o dobro da média dos últimos 15 anos. >> >> A fim de liberar capital dos setores público e privado para investimentos >> na economia real, a maioria dos economistas diz que o governo precisa >> reduzir o nível atual de gastos - em setores como o do pagamento do >> funcionalismo público, das pensões e dos serviços públicos. Embora os >> ministros estejam divididos, o presidente diz que a responsabilidade >> fiscal, >> embora fundamental, não pode implicar na redução de gastos nos programas >> sociais. >> >> Não se sabe ao certo qual será a direção assumida pelas políticas do >> governo. Antes da sua reeleição, em outubro, Lula prometeu adotar ações >> imediatas para promover um crescimento acelerado. Mas nos últimos >> meses ele >> não conseguiu nomear a sua nova equipe ministerial, e um muito prometido >> pacote de medidas para promover o crescimento foi sistematicamente >> adiado. >> >> O anúncio feito na semana passada revela um panorama das brigas que estão >> por trás desses adiamentos. "Isso é parte da discussão que ocorre em >> Brasília entre aqueles que acham que os serviços deveriam ser >> prestados pelo >> governo e os que querem o envolvimento do setor privado", diz Moacyr >> Servilha Duarte, presidente da associação de concessão de >> gerenciamento de >> rodovias. >> >> Segundo ele, o problema é que muita gente acreditou que essa discussão >> tivesse se encerrado na década de 1990, quando teve início o programa >> brasileiro de concessões de rodovias. "É uma surpresa o fato de isto ter >> vindo à tona novamente", diz ele. "Alguns membros do governo não >> entendem o >> setor." >> >> Marcelino Rafart, presidente da Ecovias, a segunda maior detentora de >> concessões de rodovias no Brasil, diz que Rousseff foi influenciada pouco >> antes da sua declaração por uma reunião ocorrida anteriormente com >> Roberto >> Requião, o governador populista do Estado do Paraná. Descrito por Rafart >> como "o Hugo Chávez do Brasil", Requião contestou as concessões de >> rodovias >> no seu Estado, antes de perder sua argumentação para o judiciário >> brasileiro. >> >> Rafart diz que Rousseff fez os seus comentários "um pouco fora de >> contexto", e que espera que a Ecovias, que investiu R$ 1,6 bilhão nas >> estradas brasileiras durante oito anos, continue investindo no setor. >> Caso não surja nenhuma nova concessão, no entanto, ele diz que a Ecovias >> direcionará o seu dinheiro para outros países da região. >> >> Mas o problema para a Ecovias e outros investidores é a incerteza criada >> por tais declarações, afirma Ana Carla Abrão Costa, da Tendências, uma >> firma >> de consultoria de São Paulo. "Uma das grandes áreas que necessita de >> investimentos é a de logística de transporte e esses fatos só farão >> com que >> o investidor fique menos disposto a desembolsar dinheiro." >> >> Algo que preocupa especialmente alguns investidores são as recentes >> mudanças na composição do governo Lula. Até o ano passado, aqueles que >> eram >> favoráveis a uma economia dirigida pelo Estado, como Rousseff, eram >> contrabalançados por ministros de orientação mais neoliberal, como >> Antônio >> Palocci. Desde que este deixou o cargo de ministro da Fazenda em março do >> ano passado, os estatistas passaram a prevalecer >> *Visite o site do Financial Times* <http://news.ft.com/home/us> >> >> >> >
