A pensão da Mariquinha continua funcionando no mesmo local, o Hotel Maringá. 
Mas a filha dela abriu também um rodízio na Praça do Suspiro. A qualidade da 
comida é a mesma embora eu prefira a do hotel. 

Um abraço.

Carlos Antônio.


----- Original Message ----- 
From: Paulo M.M. Lopes 
To: [email protected] 
Sent: Wednesday, January 17, 2007 5:08 AM
Subject: Re: [gl-L] Nas esas estradas a privatização virou máfia


Isso..pensào da D. Mariquinha.

A Friburgo-Teresópolis nào é privatizada, certo?



  ----- Original Message ----- 
  From: ccarloss 
  To: [email protected] 
  Sent: Tuesday, January 16, 2007 10:43 PM
  Subject: Re: [gl-L] Nas esas estradas a privatização virou máfia



   Rsssss...   É pensão da Mariquinha. Famosa pela comida caseira de alta 
qualidade. Almocei lá incontáveis vezes.
  A Rio - Friburgo também não está em mal estado. A não ser por uma barreira 
que caiu ontem à noite em Mury. Mas a Friburgo - Teresópolis está um desastre.

  Carlos Antônio.


  ----- Original Message ----- 
  From: Paulo M.M. Lopes 
  To: [email protected] 
  Sent: Tuesday, January 16, 2007 7:49 PM
  Subject: Re: [gl-L] Nas esas estradas a privatização virou máfia


  Há muito tempo que não vou para esses lados. Há algum tempo que quero ir na 
pensão da D. Maricota no Hotel Maringá em Friburgo. Se der tempo eu vou em Bom 
Jardim.

  Mas a Rio-Teresópolis está ótima e isso é fato.



    ----- Original Message ----- 
    From: ccarloss 
    To: [email protected] 
    Sent: Tuesday, January 16, 2007 3:23 PM
    Subject: Re: [gl-L] Nas esas estradas a privatização virou máfia



    Paulo, 

    Estou falando sério. Dê uma esticada até Friburgo e vá a Bom Jardim. 26km, 
um posto de pedágio e observe o estado da estrada. 

    Carlos Antônio.



    ----- Original Message ----- 
    From: Paulo M.M. Lopes 
    To: [email protected] 
    Sent: Tuesday, January 16, 2007 3:03 PM
    Subject: Re: [gl-L] Nas esas estradas a privatização virou máfia


    Entre rio e teresópolis (cerca de 90 Km) tem um pedágio a RS 6,50. Eu acho 
caro mas é bem seguro.

    Passo por lá quase todo os dias e estão sempre trabalhando. Limpam as 
placas, limpam os acostamentos, pintam a sinalização e não há buracos na pista.

    Quando chove não há pontos de alagamento e quando houve o deslizamento 
nesta última chuva, a pista estava liberada no mesmo dia. A serra foi reformada 
agora no final do ano e os trechos que nunca tinham visto um recapeamento desde 
a inauguração em 1959, foram refeitos (cimento asfáltico).



      ----- Original Message ----- 
      From: ccarloss 
      To: [email protected] 
      Sent: Tuesday, January 16, 2007 1:16 PM
      Subject: Re: [gl-L] Nas esas estradas a privatização virou máfia



      Nas privatizadas você anda cinco km além de cada posto de pedágio e aí 
volta a ser caminho aberto na enxada. Se houve privatização, toda a estrada 
teria que estar em bom estado.
      Além disso há uma distância a ser cumprida entre cada posto de pedágio. 
Entre Itaboraí e Bom Jardim são menos de 100km e há quatro postos. e você pega 
ida e volta.
      Entre Friburgo e  Bom Jardim, 26 km cobrança de ida e de volta.
      São Paulo a Santos, quase 100km, um posto e você paga ou a ida ou a 
volta. E não duas vezes. 
      Houve há dias um político ou ministro ou equivalente que disse o que não 
é comum: a verdade. No Brasil apenas o tráfico de drogas lucra mais que as 
estradas privatizadas.
      Se houver dúvida é só conferir.

      Carlos Antônio.


      ----- Original Message ----- 
      From: Flávio Freitas 
      To: [email protected] 
      Sent: Tuesday, January 16, 2007 8:55 AM
      Subject: Re: [gl-L] Nas esas estradas a privatização virou máfia


      Constatar o que exatamente?
      Que as estradas federais concedidas a iniciativa privada
      sao um tapete e as (nao) administradas pelo governo 
      estao um caco? 
      Eu constatei.
      Via Dutra eh excelente, Anhanguera perfeita, BR-050 
      uma porcaria, principalmente chegando em Brasilia.
      BR-040 uma m*rda em MG, ja a parte privatizada, 
      perfeita.
      Na parte nao privatizada vi diversos caminhoes com
      rodas estouradas, quase acidentes por causa das 
      guinadas repentinas dos carros desviando dos buracos.
      Pista simples em 99% dos trechos federais percorridos, 
      o que gasta mais tempo e combustivel e aumenta o perigo.
      Eu escolhi pagar pedagio e saber que vou chegar inteiro, 
      eu e o carro, a ter que trocar os amortecedores e pneus
      na volta para casa.

      [][]
      Flavio


      On 1/16/07, ccarloss < [EMAIL PROTECTED]> wrote: 

        Rodem pelo Brasil e constatem.

        Carlos Antônio.

        
http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/fintimes/2007/01/15/ult579u2052.jhtm 

                

                    15/01/2007
                    Governo brasileiro pode adotar filosofia estatista em 
relação a rodovias
                    Mudança de planos do governo com relação a rodovias podem 
sinalizar filosofia estatista. Discórdias no seio do governo irritaram os 
investidores, mas os fatos podem refletir uma falta de rumo, em vez de uma 
guinada para a esquerda

                    Jonathan Wheatley
                    Financial Times 

                    O momento não poderia ser mais propício para reforçar a 
impressão de que a América Latina está dando uma guinada rumo ao controle 
estatal da economia. Hugo Chávez, o presidente recém-reeleito da Bolívia, mal 
acabara de revelar os seus planos para nacionalizar amplos setores da economia 
venezuelana, quando o Brasil, o vizinho bem maior ao sul, cancelou os projetos 
para a privatização das rodovias federais.

                    Dilma Rousseff, chefe da Casa Civil do governo do 
presidente Luís Inácio Lula da Silva, anunciou na semana passada que a 
administração de sete rodovias federais, que deveria passar por alterações já 
no início deste mês, não seria mais oferecida ao setor privado. Em vez disso, o 
governo passou a avaliar a criação de uma empresa estatal para gerenciar as 
rodovias e coletar pedágios.

                    Muito se disse a respeito da guinada para a esquerda na 
América Latina nos últimos anos, sendo que grande parte dessa impressão é 
exagerada. Mas o salto abrupto rumo ao socialismo dominado pelo Estado 
anunciado por Chávez, os seus vínculos próximos e a aparente influência sobre 
novos líderes emergentes como Evo Morales, da Bolívia, e Daniel Ortega, da 
Nicarágua, conferiram mais substância a essa impressão.

                    Mas os acontecimentos no Brasil podem ser o reflexo de uma 
falta de rumo nas políticas governamentais, e não um movimento consciente para 
a esquerda, opinam os analistas políticos. Lula, que começou o seu segundo 
mandato de quatro anos em 1º de janeiro, disse que a sua prioridade é 
"destravar" a economia brasileira a fim de gerar um crescimento de 5% neste ano 
- o que representa o dobro da média dos últimos 15 anos.

                    A fim de liberar capital dos setores público e privado para 
investimentos na economia real, a maioria dos economistas diz que o governo 
precisa reduzir o nível atual de gastos - em setores como o do pagamento do 
funcionalismo público, das pensões e dos serviços públicos. Embora os ministros 
estejam divididos, o presidente diz que a responsabilidade fiscal, embora 
fundamental, não pode implicar na redução de gastos nos programas sociais.

                    Não se sabe ao certo qual será a direção assumida pelas 
políticas do governo. Antes da sua reeleição, em outubro, Lula prometeu adotar 
ações imediatas para promover um crescimento acelerado. Mas nos últimos meses 
ele não conseguiu nomear a sua nova equipe ministerial, e um muito prometido 
pacote de medidas para promover o crescimento foi sistematicamente adiado.

                    O anúncio feito na semana passada revela um panorama das 
brigas que estão por trás desses adiamentos. "Isso é parte da discussão que 
ocorre em Brasília entre aqueles que acham que os serviços deveriam ser 
prestados pelo governo e os que querem o envolvimento do setor privado", diz 
Moacyr Servilha Duarte, presidente da associação de concessão de gerenciamento 
de rodovias.

                    Segundo ele, o problema é que muita gente acreditou que 
essa discussão tivesse se encerrado na década de 1990, quando teve início o 
programa brasileiro de concessões de rodovias. "É uma surpresa o fato de isto 
ter vindo à tona novamente", diz ele. "Alguns membros do governo não entendem o 
setor."

                    Marcelino Rafart, presidente da Ecovias, a segunda maior 
detentora de concessões de rodovias no Brasil, diz que Rousseff foi 
influenciada pouco antes da sua declaração por uma reunião ocorrida 
anteriormente com Roberto Requião, o governador populista do Estado do Paraná. 
Descrito por Rafart como "o Hugo Chávez do Brasil", Requião contestou as 
concessões de rodovias no seu Estado, antes de perder sua argumentação para o 
judiciário brasileiro.

                    Rafart diz que Rousseff fez os seus comentários "um pouco 
fora de contexto", e que espera que a Ecovias, que investiu R$ 1,6 bilhão nas 
estradas brasileiras durante oito anos, continue investindo no setor. 
                    Caso não surja nenhuma nova concessão, no entanto, ele diz 
que a Ecovias direcionará o seu dinheiro para outros países da região. 

                    Mas o problema para a Ecovias e outros investidores é a 
incerteza criada por tais declarações, afirma Ana Carla Abrão Costa, da 
Tendências, uma firma de consultoria de São Paulo. "Uma das grandes áreas que 
necessita de investimentos é a de logística de transporte e esses fatos só 
farão com que o investidor fique menos disposto a desembolsar dinheiro."

                    Algo que preocupa especialmente alguns investidores são as 
recentes mudanças na composição do governo Lula. Até o ano passado, aqueles que 
eram favoráveis a uma economia dirigida pelo Estado, como Rousseff, eram 
contrabalançados por ministros de orientação mais neoliberal, como Antônio 
Palocci. Desde que este deixou o cargo de ministro da Fazenda em março do ano 
passado, os estatistas passaram a prevalecer 
             

        Visite o site do Financial Times 






 

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