Sempre há uma carta na manga.
Estou começando a achar esse professor Chang o início de descobertas 
fantásticas.

Carlos Antônio.



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From: akleber 
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Sent: Tuesday, January 23, 2007 8:53 PM
Subject: [gl-L] ENC: [Acropolis_] ] Cientistas descobrem genesextraterrestres 
em DNA humano


Cientistas descobrem genesextraterrestres em DNA humano



Cientistas descobrem genesextraterrestres em DNA humano



Cientistas descobrem genes extraterrestres em DNA humano

Existiriam civilizações de seres humanos avançados espalhadas pelas galáxias? 

Por John Stokes (tradução: Mario Barros) 

Um grupo de pesquisadores trabalhando no Projeto Genoma Humano fez uma 
descoberta impressionante. 

Eles acreditam que 97% do DNA humano que são formados, pelas assim chamadas, 
"seqüências não-codificadas" são nada menos que códigos genéticos de formas de 
vida extraterrestres. 

As seqüências não-codificadas são comuns em todos os organismos vivos da Terra, 
de células à peixes à humanos. Elas constituem grande parte do DNA humano, diz 
o professor Sam Chang, líder do grupo. 

As seqüências não-codificadas, originalmente conhecidas como "DNA-LIXO", foram 
descobertas anos atrás e sua função permanece um mistério. A esmagadora maioria 
do DNA humano vem de fora do nosso planeta. Esses evidentes "genes-lixo 
extraterrestres" simplesmente "curtem o passeio" com os outros genes ativos, 
passando de geração à geração. 

Depois de abrangentes análises com a assistência de outros cientistas como 
programadores, matemáticos e outros sábios acadêmicos, o professor Chang se 
perguntou se o evidente DNA-LIXO humano foi criado por algum tipo de 
"programador extraterrestre". "As cadeias alienígenas dentro do DNA humano tem 
suas próprias veias, artérias e seu próprio sistema imunológico que resiste 
vigorosamente à todos os tipos de drogas anti-câncer conhecidos", observa o 
professor Chang. 

O professor Chang estipula também que "Nossa hipótese é que uma forma de vida 
extraterrestre superior se ocupou de criar novas formas de vida e de plantá-las 
em vários planetas. A Terra é apenas um deles. Talvez, após programar-nos, 
nossos criadores se ocuparam de criar-nos como criamos bactérias em 
laboratórios. Nós não sabemos seus motivos, se era para ser um experimento 
científico, ou um jeito de preparar novos planetas para a colonização, ou se é 
um trabalho de longo prazo de semeação de vida no universo." 

Chang, além disso, ressalta que "Se nós pensarmos nisso em termos humanos, os 
supostos "programadores extraterrestres" provavelmente estavam trabalhando em 
"um grande código" consistente de vários projetos, e esses projetos devem ter 
produzido várias formas de vida para vários planetas. Eles também devem ter 
tentado várias soluções. Eles escreveram "o grande código", executaram-no, não 
gostaram de algumas funções, mudaram-no ou adicionaram novas funções, 
executaram-no novamente, fizeram melhorias, tentaram novamente e novamente." 

Além disso, o time de pesquisadores do professor Chang conclui que "Os 
"programadores extraterrestres" talvez tenham sido ordenados a excluir todos os 
seus planos idealísticos para o futuro quando se concentraram no "projeto 
Terra" a fim de terminá-lo no prazo adequado. Provavelmente com pressa os 
"programadores extraterrestres" cortaram drasticamente o "grande código" e o 
entregaram somente com as características básicas planejadas para a Terra. 

Chang é somente um de vários cientistas e outros pesquisadores que descobriram 
origens extraterrestres para a Humanidade. 

Chang e seus colegas mostram que as aparentes lacunas no sequenciamento do DNA, 
precipitadas por uma suposta pressa em criar a vida humana, presenteou a raça 
humana com o ilógico crescimento desordenado de células que conhecemos por 
câncer. 

O professor Chang ainda aponta que "o que vemos em nosso DNA é um programa 
consistindo de duas versões, um código básico e um grande código." Chang então 
afirma que "o primeiro fato é que o programa completo absolutamente não foi 
escrito na Terra, isto é um fato confirmado. O segundo fato é que os genes, por 
si sós, não são suficientes para explicar a evolução, deve haver algo mais "no 
jogo". 

"Cedo ou tarde", diz Chang, "nós teremos que enfrentar a inacreditável idéia de 
que toda a vida na Terra carrega códigos genéticos de nossos "primos 
extraterrestres" e que a evolução não se deu do jeito que pensávamos." 



 

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