Oi Carlos Achei aqui: http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/02/070208_economist_ac.shtml
Original do The Economist: http://www.economist.com/world/la/displaystory.cfm?story_id=8670490 Olhe um comentário: http://www.gabeira.com.br/noticias/noticia.asp?id=3184 -- Beijins Fa ---------------------------------------------------------------- "Sabe o que é Lógica? Método sistemático de chegar a conclusão errada com confiança." ---------------------------------------------------------------- ccarloss escreveu: > > > > > Eu não confirmei a fonte mas isto não importa muito pois a reportagem > retrata a verdade. > > Carlos Antônio. > > > Parlamento ou chiqueiro?', diz 'Economist' > Fonte: Globo.com > > > Para revista britânica, eleição não recuperou imagem da Casa. > Reputação de instituição está "no fundo do poço", afirma texto. > > A revista britânica "The Economist" publicou reportagem nesta quinta > (8) sobre a eleição para a presidência da Câmara com o seguinte título: > "Parlamento ou chiqueiro?". A publicação trata da campanha "mordaz" e > "fracassada para tentar limpar uma legislatura maculada" e diz que o cargo > de presidente -apesar da falta de regras- está entre os mais "influentes e > valorizados". > > O título da revista se refere à palavra "pork" (carne de porco), mas > que no meio político pode ser traduzida como concessões a políticos para > que eles contemplem seus eleitores. No Congresso, a expressão seria > equivalente às emendas individuais do Orçamento, que privilegiam a região > do parlamentar. O termo é usado quando o texto se refere às exigências dos > políticos em troca de apoio ao governo. > > A história que os três candidatos -Aldo Rebelo (PC do B-SP), Arlindo > Chinaglia (PT-SP) e Gustavo Fruet (PSDB-PR)- invocaram durante a campanha, > citando "heróis da independência, famosos abolicionistas e Moisés", irá > julgar se o petista vencedor da disputa conseguirá recuperar a reputação da > instituição, "que está no fundo do poço", avalia a revista. > > "The Economist" ouviu o cientista político Bolívar Lamounier que > considera "essa geração de políticos lamentável" e afirma ser difícil > encontrar parlamentares de alto nível: "Você teria sorte em encontrar > dois", afirmou Lamounier à revista. > > A publicação credita parte do problema à "fragmentação da política > brasileira" com "não menos que 21 partidos políticos representados" entre > 513 deputados e à troca freqüente de partidos. "Mas apenas sete desses têm > presença nacional, o restante se resume a bandeiras de conveniência." > > A reportagem também aborda a dificuldade que o presidente Luiz > Inácio Lula da Silva teve em obter maioria na última legislatura, o que > acabou envolvendo seu governo em uma sucessão de escândalos e levou pessoas > próximas ao presidente -como o ex-ministro e deputado cassado José Dirceu, > acusado de chefiar o esquema do mensalão- a deixarem a equipe de Lula. > > O texto fala ainda da volta à Câmara de envolvidos no esquema, como > João Paulo Cunha, e da estratégia de Dirceu -próximo de Chinaglia- em > conseguir de volta seus direitos políticos. > > "A resposta de Lula foi a promessa de reforma política, mas isso é > pedir aos perus que votem a favor do Natal. É necessário um presidente mais > determinado que Lula para conduzir medidas impopulares em uma legislatura > em que leis se sustentam ou caem de acordo com o capricho de interesses > pessoais, clientelas regionais e uma apetite voraz por um naco do Orçamento > e apadrinhamento político", afirma a revista britânica, lembrando que no > dia-a-dia o governo acaba abusando no uso de medidas provisórias. > > A publicação conclui que a tarefa mais difícil de Chinaglia será > "proteger a democracia brasileira de si mesma".
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