Só tenho a dizer: Se tivesse pena de morte, talvez o povo tivesse um
pouquinho mais de medo antes de fazer merda..

 

Vamos inverter: o que vc diz pra familia que teve um filho (ou um pai,
filha, enfim) destroçado até a morte, torturado, estuprado, etc?

E vê o cara ir pra cadeia, passar não sei quantos anos (poucos pelo
sofrimento causado) sendo MANTIDO por eles, que tiveram um ente querido
perdido, com comida, etc? o que vc diz? Poxa ele podia ser inocente?

 

Te contar viu.. Por mim, manda matar a corja toda... e nada de cadeira
elétrica... estripa mesmo.;

 

Kleine

 

De: [email protected] [mailto:[EMAIL PROTECTED] Em
nome de Rubens
Enviada em: quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007 18:15
Para: [email protected]
Assunto: RE: [gl-L] Maioridades penais

 

...
GM| Tá. E nos casos em que se descobre só depois de anos
| que a pessoa era inocente ? E que no Brasil não são 
| poucos não.

RA> Dá um tapinha nas costas, balbucia "foi maus, aê!",
> dá 2 reáu pro ônibus e o acompanha até a porta de 
> saida. Precisa mais?
> (e se ficar de gracinha fazendo hora em frente à
> penitenciária, desce o porrete e trancafia de novo!)

JA| E em caso de pena de morte, voce propoe o uso de
| necromancia ?

Manda um toblerone pra familia, dá um tapinha nas
costas, balbucia "foi maus, aê!" e pronto. Precisa
mais? (e se a familia ficar de gracinha fazendo
hora em frente à penitenciária ou ao escritorio do
Ministerio Publico, ameaça com o porrete e manda todo
mundo circular, que nao tem nada pra fica olhando...)

[ ]s justos,
Rubens
---
ps. Se a verba nao for suficiente para o toblerone,
tres balas juquinha resolvem tb.

.

 

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