Essa história do "Aquecimento Global" está virando uma
religião. Ex: O mar em Recife invade uma praia o
"repórter" sapeca no quase monopólio televisivo: foi o
"Aquecimento Global", com a convicção dos
neoconvertidos.
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Achei aqui:
http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL12004-5603,00.html

Pesquisador diz que método usado para medir mudanças é
mais político que científico. Conceito "temperatura
global" seria impossibilidade termodinâmica e
matemática.

Nos últimos meses, os alarmes em virtude das
conseqüências do aquecimento global foram disparados
com previsões de desastres naturais, perdas de
colheitas e crise de fome em todo o mundo. Desde o
sombrio documentário do ex-vice-presidente dos Estados
Unidos Al Gore, "Uma Verdade Inconveniente", ganhador
de dois Oscar este ano, até uma série de estudos e
observações, todos concordam que o aquecimento é
causado pelos gases de efeito estufa, principalmente o
dióxido de carbono, que contaminam a atmosfera. 

No entanto, segundo o pesquisador Bjarne Andresen,
"todo o debate sobre o aquecimento global é uma
fantasia". Segundo ele, o método utilizado para
determinar o aquecimento global e suas conseqüências
"é mais político do que científico". 

Em artigo publicado na revista "Journal of
Non-Equilibrium Thermodynamics", Andresen -- do
Instituto Niels Bohr, da Universidade de Copenhague --
afirma que o conceito de "temperatura global" é uma
impossibilidade termodinâmica e matemática.

O cientista refere-se aos estudos que afirmam que,
como conseqüência do aumento das temperaturas, o
planeta sofrerá perdas de massas de gelo polar,
aumento dos níveis dos oceanos, aumento das chuvas em
algumas regiões e secas em outras, além do aumento da
intensidade de furacões e tufões. 

O último deles, publicado pela revista "Environmental
Research Letters", afirmou esta semana que o
aquecimento global provocou uma perda na colheita de
produtos essenciais para a dieta dos seres humanos em
todo o planeta. 

Segundo pesquisadores do Instituto Carnegie e do
Laboratório Nacional Lawrence Livermore, entre 1981 e
2002, o aquecimento diminuiu a produção de trigo,
milho e cevada em cerca de 40 bilhões de toneladas ao
ano. 

Segundo os cientistas, este estudo mostra que a
redução é originada no aquecimento causado pela
atividade humana no planeta e que seus efeitos são
imediatos. "A maior parte das pessoas acha que a
mudança climática é algo que terá um impacto futuro",
afirmou Christopher Field, um dos autores do estudo e
diretor do Departamento de Ecologia Global do
Instituto Carnegie. 

"Este estudo constata que o aquecimento registrado nas
últimas duas décadas já tem conseqüências reais na
produção mundial de alimentos", acrescentou. Além
disso, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica
(NOAA) dos EUA revelou que este inverno no hemisfério
norte foi o mais quente desde 1880, mas não relacionou
o fato aos gases de efeito estufa. 

O órgão do Governo dos EUA divulgou em seu site que,
no período de dezembro a fevereiro, as temperaturas
foram 1,3 grau mais altas que a média do século XX. A
NOOA também afirmou que, durante o último século, as
temperaturas na superfície do planeta aumentaram em
média 0,06 grau por década. 

O aumento foi três vezes maior a partir de 1976,
chegando a 0,18 grau centígrados por década. As
maiores altas foram registradas no hemisfério norte.
No entanto, segundo Andresen e os cientistas
Christopher Essex, da Universidade de Western Ontário,
e Ross McKitrick, da Universidade de Guelph, também em
Ontário (Canadá), "é impossível falar em uma única
temperatura em algo tão complexo quanto o clima da
Terra". 

Andresen afirma que a temperatura só pode ser definida
em um sistema homogêneo, e o clima não pode ser
determinado por apenas uma temperatura. "São as
diferenças de temperaturas que impulsionam o processo
e criam as tempestades, correntes marinhas, trovões,
que são as que constituem o clima", afirma. 

"Não faz nenhum sentido falar em uma temperatura
global para a Terra", porque existem elementos em todo
o planeta que, segundo o especialista, não podem
simplesmente ser somados e divididos. Segundo os
cientistas, existem duas formas de calcular as médias,
a aritmética e a geométrica. Ambos dão resultados
diferentes e ambos estão corretos. 

É necessário um motivo forte para escolher um em
demérito do outro e, "por isso, as previsões sobre
desastre podem ser uma conseqüência do método usado",
acrescentam Andresen e seus colegas. Para eles, são
necessários argumentos físicos para decidir pelo uso
de um método de análise do estado da Terra, e "não a
tradição". 
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E aqui:
http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL12001-5603,00.html

Cientistas condenam alarmismo sobre clima
Pesquisadores participarão de ato contra mitos que
cercam temas científicos polêmicos. Paul Hardaker e
Chris Collier dizem que falta sinceridade na
apresentação dos fatos.

Dois reconhecidos cientistas britânicos criticaram
neste sábado (17), em uma conferência em Oxford
(sudeste inglês), seus colegas que "exageram" os
riscos da mudança climática sem basear suas afirmações
na ciência. 

Os professores Paul Hardaker e Chris Collier, da Royal
Meteorological Society, expuseram sua tese em um ato
organizado pelo "Sense About Science", uma fundação
que busca dissipar os mitos que cercam temas
científicos polêmicos, como o aquecimento do planeta. 

Os cientistas geraram polêmica ao criticar a famosa
Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS,
na sigla em inglês) por fazer afirmações que, na sua
opinião, não têm fundamento. 

Hardaker e Collier deram como exemplo uma declaração
feita pela organização em seu congresso do mês
passado, quando manifestou que, "como se esperava,
estão se intensificando as secas, ondas de calor,
inundações, incêndios e tempestades fortes, com
efeitos crescentes em sociedades e ecossistemas
vulneráveis". 

"Estes eventos -- acrescentou a AAAS -- são os
primeiros sinais de advertência de futuros danos muito
mais devastadores, alguns dos quais serão
irreversíveis". Collier disse que, embora esses danos
possam ocorrer, é preciso ser mais "sincero" sobre as
provas existentes para sustentar as previsões de
impactos futuros. 

"Como cientistas, temos que ser cuidadosos quando
apresentamos os fatos e não exagerar as coisas, porque
isso pode prejudicar a credibilidade a longo prazo",
afirmou. Hardaker advertiu contra descrever a mudança
climática como fazem os filmes de Hollywood, que,
disse, só contribuem para confundir a opinião pública.


[]'s
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