O akleber parece conhecer a história do governo Collor
por dentro. Pode confirmar ou não as histórias abaixo.

Eu tinha contato com o pessoal que operava para uma
das Grandes Irmãs da Construção Pesada e tive
conhecimento, na época, que a meta do Sistema Collor/P
C Farias (que centralizava todos os recebimentos) era
arrecadar, até o fim do seu governo, U$5 bilhões.
A meta foi alcançada no segundo ano de governo.

 E a história dos U$56 milhões que teriam sido
oferecidos ao Procurador Geral da República? Ou foi ao
Ministro relator do processo?

Foi publicado nos jornais que o STF tinha arquivado o
processo contra Collor por que o mesmo continha erros
primários na elaboração da denúncia, que tinha sido
por isso declarada inepta e ARQUIVADA.  
Collor não foi declarado inocente. O processo foi
arquivado.
Muito diferente de ser inocentado. 
O STF lavou as mãos e saltou fora sem tomar nenhuma
decisão.

Na época falou-se até no Ministro José Francisco
Rezek, num esquema para inocenta Collor.

Só podemos chegar à conclusão que alguém recebeu os
U$56 mi.

Como imaginar um procurador da República, por mais
incompetente que seja, não tenha assessoria ou alguém
interessado em dar apoio na elaboração de um processo
dessa importância?
Quem comeu o "arame" deve estar de mulher nova morando
nas "Oropias".
[]'s

--- akleber <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:

> acho que o verissimo não estava se referindo
> exatamente ao COLLOR, que confesso despudoradamente
que votei nele e conheci, por dentro, as mazelas
> do governo dele a começar o prejuizo que deu na mãe
petrobras com contratos internacionais de sub- /
superfaturamento de oleo bruto
>  
> a casa da DINDA "exportou" uns 3 Bi de US$ para
> fazer face as despesas de futuras campanhas, e se
perpetuar no "puder", mas eram mais modestos coisa
> de 1 bi por ano.... 
>  
> a VASP (viação aérea do senhor presidente) comprada
> pelo o Canhedo, motorista de onibus e testa de
ferro, nunca se recuperou...
>  
> quando ele, leia-se o seu finado secretario,  com o
> tanuri compraram a MANCHETE e o JB para enfrentar o
Dr. Roberto  foram devidamente defenestrados pela
massa de manobra dos cara pintadas
>  
> veja o ultimo e conclusivo paragrafo do texto do
> verissimo
> 
>   _____  
> 
> De: [email protected]
> [mailto:[EMAIL PROTECTED] Em
> nome de ccarloss
> Enviada em: Monday, March 26, 2007 11:14 AM
> Para: [email protected]
> Assunto: Re: [gl-L] o tempo brasileiro
>  
> Kleber, 
>  
> O Collor pagou pelo que fez no campo do TSE. No STF
> foi absolvido em todos os processos. Como eu disse
anteriormente, o tribunal maior da União NUNCA
> em nossa história republicana condenou político
> algum.
>  
> Carlos Antônio. 
>  
> ----- Original Message ----- 
> From: akleber <mailto:[EMAIL PROTECTED]>  
> To: bar-da-esquina@
> <mailto:[EMAIL PROTECTED]>
> yahoogrupos.com.br ; goldenlist-L@
> <mailto:[email protected]>
> yahoogroups.com ; Mistura-Fina@
> <mailto:[EMAIL PROTECTED]>
> yahoogrupos.com.br 
> Sent: Sunday, March 25, 2007 9:57 AM
> Subject: [gl-L] o tempo brasileiro
> 
> tirando a velhinha de taubaté, o personagem do
> próprio autor, a única que acreditava no governo, e
a senadora ideli, esta opinião está virando
> consenso
>  
> doe SANGUE
> visite:
>  <http://www.youtube.com/watch?v=JKz2pON5pI0>
> www.youtube.com/watch?v=JKz2pON5pI0
> Associação Thalamus ( <http://www.thalamus.org.br>
> www.thalamus.org.br)
> 
> O tempo brasileiro
> VERISSIMO
> 
> Collor corrigiu Marx: a história não se repete como
> farsa, se reinventa como farsa.
> 
> No Brasil, o tempo é um revisor camarada.
> 
> Cada nova versão da nossa história é mais
> benevolente do que a anterior. O tempo brasileiro é
conciliador, não guarda rancor.
> Na verdade, não guarda nada. Quanto mais distante
fica no tempo, menos conta o fato. O fato é
> neutralizado pelo tempo. Emasculado, como um gato.
> 
> Quando finalmente desaparece por completo no grande
> sumidouro da memória nacional, pode ser recriado à
vontade. O Collor decretou que sua deposição foi uma
farsa. Ninguém o contradisse. Faz tanto tempo. Quem se
anima a mergulhar no sumidouro para resgatar uma
verdade hoje irrelevante? E, mesmo, o cara já não
pagou pelo que fez (segundo ele, nada) com quinze anos
de ostracismo? O tempo brasileiro, cedo ou tarde,
> inocenta todo mundo. É só esperar a sua vez.
> 
> Essa garantia tácita de absolvição é um velho hábito
> do nosso patriciado. Nunca na história do país,
mesmo com as oligarquias se entredevorando pelo
> poder e querendo a ruína do inimigo, alguém caiu
> totalmente em desgraça no Brasil. Desgraça profunda,
irrecuperável, de se trancar no quarto e receber
comida em marmita por uma portinhola, pelo resto da
vida. O tempo brasileiro sempre assegurou a remissão.
> 
> E aí estão vilões do passado represtigiados,
> corruptos repaginados, banidos reeleitos e ninguém
envergonhado. Collor chegou à presidência como símbolo
> de combate à corrupção, saiu da presidência como
> símbolo da hipocrisia do poder e volta como símbolo
da inconseqüência de tudo isto.
> 
> O que só prova o que ele disse, se não a intenção do
> que disse. Tudo é uma farsa.
>  
> É de ver se daqui a quinze anos (eu não vou mais
> estar aqui, mas podem me contar depois) Lula e os
escândalos do seu governo terão a mesma deferência
> que o tempo brasileiro dá ao nosso patriciado.
> 
> Acredito que sim. Se há uma coisa evidente nesse
> segundo mandato que começa é a disposição do Lula de
se legitimizar como um membro confiável do clube
> que manda, com direito a todos os seus privilégios e
> regalias. Inclusive os  do estatuto que trata do
perdão implícito da História, não importa o que ele
> faça.
> 
>  
> 
>  
> 
>  
> 
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