GNG ` É o que eu disse, isso não é coisa de amador, é de profissional com certificação
----- Original Message ----- From: ccarloss To: [email protected] Sent: Sunday, April 15, 2007 4:10 PM Subject: Re: [gl-L] ENC: [Acropolis_] Lula fez opção pela 'vida mansa', diz 'The Economist' Tudo bem com a revista. Mas quem nunca trabalhou e pertence a um partido tão picareta quanto todos os outros não optou pela vida mansa agora: sempre a teve. Carlos Antônio. ----- Original Message ----- From: akleber To: [EMAIL PROTECTED] ; [email protected] ; [EMAIL PROTECTED] Sent: Sunday, April 15, 2007 11:03 AM Subject: [gl-L] ENC: [Acropolis_] Lula fez opção pela 'vida mansa', diz 'The Economist' Lula fez opção pela 'vida mansa', diz 'The Economist' Lula fez opção pela 'vida mansa', diz 'The Economist' Artigo na revista diz que "Lula opta por uma vida pacata" A revista britânica The Economist afirma em artigo publicado nesta quinta-feira, intitulado Lula opta pela vida mansa, que o presidente "não é um homem com pressa". Segundo o texto, a reforma ministerial "em câmera lenta" promovida este ano por Lula "marca o ritmo de um segundo mandato sem ambição". O artigo destaca que Lula acumulou bastante poder com o enfraquecimento relativo do PT, a relativa alta popularidade do presidente e a montagem de um Ministério que permitirá boas relações do Executivo com o Congresso. "Mas o que ele fará com todo esse poder? Sua ambição não parece ter acompanhado o mesmo ritmo." A revista afirma que com Antonio Palocci, afastado no ano passado do Ministério da Economia, talvez o governo conseguisse promover a reforma da Previdência e reduzir os gastos governamentais. Sem o político, no entanto, a tarefa deve "ficar a cargo de um 'Fórum' que provavelmente não recomendará uma mudança radical". O sucesso do segundo mandato dependerá, segundo a revista, de "iniciativas mais modestas", como um "promissor" plano para educação e diversas reformas microeconômicas. Apesar dos problemas, a The Economist afirma que o governo não está em uma situação difícil. "O presidente não está suando. O crescimento econômico, amparado por uma recente revisão estatística, é respeitável. Os mercados financeiros - e os eleitores - estão com disposição para perdoar."
