poupe-nos destes detalhes escabrosos
 
não se esqueça que o contrato com o plano geriatrico ele aceita os riscos
cardiacos de apenas UMA se houver...
reportar mais de uma já é caso de ahlzeimer (demencia)
 
furor uterino na idade dela eu diria que é sarcasmo seu...
 
ela conta os casos na FOLHINHA do Lavrador (junto com as fases da LUA)
 
 

  _____  

De: [email protected] [mailto:[EMAIL PROTECTED] Em
nome de ccarloss
Enviada em: Wednesday, April 25, 2007 4:03 PM
Para: [email protected]
Assunto: Re: [gl-L] ENC: Os destruidores do futuro




Duas indagações:
 
1- Ela anima a mais de uma?
2- Exigente? É então ninfomaníaca? Ou para usar uma linguagem mais
apropriada ao tempo dela: tem furor uterino?
 
Carlos Antônio.
 
 
----- Original Message ----- 
From: akleber <mailto:[EMAIL PROTECTED]>  
To: goldenlist-L@ <mailto:[email protected]> yahoogroups.com 
Sent: Wednesday, April 25, 2007 3:48 PM
Subject: RES: [gl-L] ENC: Os destruidores do futuro

ser''a que vc vai ter energia para ser revolucionario de dia e atendente
sexual da tia à noite??
 
olha que não reclamação com a cliente, nem processo trabalhista depois se
tiver um esgotamento
 
vc mesmo sabe como ela é cha.. , digo, exigente....

  _____  

De: goldenlist-L@ <mailto:[email protected]> yahoogroups.com
[mailto:[EMAIL PROTECTED] Em nome de ccarloss
Enviada em: Wednesday, April 25, 2007 2:27 PM
Para: [email protected]
Assunto: Re: [gl-L] ENC: Os destruidores do futuro




Estou vendo que vou ter que pegar em armas sozinho. Porra, ninguém se move
nesta terra? O País está naufragando, e aí deve-se o rombo no casco ao pulha
mor FH. O batráquio anencefálico que veio a seguir apenas manteve o leme no
mesmo rumo, ou seja, nenhum.
Tô querendo um levante sim. E sem lenga-lenga de processo democrático onde
já vimos que isto só funciona como conversa mole de quem não tem vontade
política pra tirar a corja do poder e cair de porrada nessa oposição de
merda que fica lambendo as sobras e jogando firulas pra platéia. Só há um
modo de acabar com a bandalheira. Na marra. Na cacetada. Na bala. 
Continuem acreditando nesta farsa que aí está e quando se derem conta
estarão com uma bela cheba na rabela.
E o país sifu.
Enlevemo-nos com as "portas cerradas" e as "vozes veladas" da Cecília
Meireles mas partamos para a ação concreta.
A hora é da voz da metralha.
 
Carlos Antônio. ( absolutamente puto da vida, panfletário, revolucionário e
pronto pra batalha).
 
 
----- Original Message ----- 
From: akleber <mailto:[EMAIL PROTECTED]>  
To: bar-da-esquina@ <mailto:[EMAIL PROTECTED]>
yahoogrupos.com.br ; goldenlist-L@ <mailto:[email protected]>
yahoogroups.com ; Mistura-Fina@ <mailto:[EMAIL PROTECTED]>
yahoogrupos.com.br 
Sent: Wednesday, April 25, 2007 1:48 PM
Subject: [gl-L] ENC: Os destruidores do futuro

enquanto isto um pouco de realidade presente neste pais do FUTURO
 
nunca na historia do pais um presidente prometeu tanto, fez tão pouco, alem
de roubar muito....
este é a antitese do ADEMAR: rouba e NÃO faz

  _____  

Assunto: Os destruidores do futuro







25/04/2007

 

Os destruidores do futuro

Coluna Econômica - 25/04/2007 

Neste momento discute-se quais os setores que sobreviverão nesse país
tresloucado. O câmbio continua descer ladeira abaixo. As vozes dissonantes
são poucas. De um lado, há os beneficiários do modelo, os rentistas nadando
de braçada em juros desproporcionais; o grande capital nacional entrando
como se fosse capital estrangeiro, ganhando nos juros e na apreciação do
real. Os recalcitrantes desistiram ou por falta de eco, ou por falta de
vontade, ou por promessa de barganhas setoriais.

No mercado, já se aceita a apreciação cambial como uma realidade definitiva.
E discute-se agora quem sairá vivo, quem morrerá.

***

A conta é simples, conforme noticiou outro dia a revista “Veja”, em uma capa
absurdamente desinformada. A Estrela conseguiu sobreviver porque se aliou
aos chineses e tornou-se importadora. Nem se pense nos empregos perdidos,
nos fornecedores afetados. É como se a soma dos que sobreviverem compensará
o restante, independentemente das condições da sobrevivência.

Quem sobreviverá? Setores onde o Brasil possui vantagens naturais, como na
biomassa, papel e celulose, mineração e siderurgia. Nos demais, sobreviverá
quem conseguir ampliar consideravelmente o conteúdo importado em seus
produtos. Significa que parte de seus fornecedores desaparecerá.

Sem condições de concorrer com os importados em produtos de maior valor
agregado, os sobreviventes reverterão à condição de “maquiadores”. Haverá
perda de emprego de mão-de-obra mais qualificada.

***

Haverá oportunidades no setor da biomassa. E fala-se disso como se fosse
algo mais natural do mundo os desabrigados da indústria, empresários,
executivos e trabalhadores, se reciclarem e mudarem de profissão.

Mais: no novo setor há pouquíssimo espaço para inovação, que é ponto central
de desenvolvimento, melhoria de salários, crescimento de empresas. Há uma
pesquisa feita nos centros tecnológicos, grandes usinas e uma multidão de
pequenos empreendedores plantando ou, no máximo, esmagando parte da produção
e entregando o óleo.

Nos demais setores, haverá cada vez mais dificuldades em conquistar a
produtividade necessária para enfrentar a apreciação do câmbio. A indústria
de software, que estava conseguindo entrar no mercado americano, começa a
dar sinais de falta de fôlego. A indústria automobilística começa a se
preparar para importar carros da China, justamente para competir com os
importados avulsos da China.

***

Na entrevista com Fernando Henrique Cardoso, que encerra meu livro “Os
Cabeças de Planilha”, o ex-presidente admite os erros absurdos do câmbio e
diz que as “explicações” técnicas para a apreciação – a de que induziria a
ganhos de produtividade na economia, como afirmava Gustavo Franco - não
passavam de “teorias para racionalizar posições”.

Agora, volta-se ao mesmo desatino. Não vai durar para sempre essa loucura.
Mas já começou a segunda rodada de destruição estéril de setores econômicos.


O futuro de milhões de pessoas está sendo decidido, neste momento, nas salas
do Banco Central e do Palácio de Planalto. Mas, assim como FHC, Lula, no
auge da sua popularidade, está ajudando a destruir um pouco mais a estrada
para o futuro.

"Todos os direitos reservados, sendo proibida
a reprodução total ou parcial por meio impresso."


 

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