Bellucci, 

Já somos dois.
E vamos fazer sem deixar que vozes de mansos carneirinhos entregues à falta de 
vontade nos desanimem.

Um abração.

Carlos Antônio.


----- Original Message ----- 
From: Antonio Bellucci 
To: [email protected] 
Sent: Thursday, June 14, 2007 8:28 PM
Subject: Re: [gl-L] Entidades pedem cumprimento da classificação indicativa 
para TV


Embrião?

Isso pra mim é celula cancerigena...

Quanto a "cada um convencer mais dois", vou fazer a minha parte panfletando na 
periferia e em entidades como lideranças comunitárias...
Ja vou começar a escrever um texto convincente...

Abração,
Bellucci


  ----- Original Message ----- 
  From: ccarloss 
  To: [email protected] 
  Sent: Thursday, June 14, 2007 7:18 PM
  Subject: Re: [gl-L] Entidades pedem cumprimento da classificação indicativa 
para TV



  Bellucci, 

  Quando eu comecei a falar sobre essa estupidez das tarjas alguém aqui 
perguntou se eu estava maluco.
  E não demora esses descerebrados que estão pedindo as tarjas vão fazer 
passeatas e manifestações diversas para que este embrião de censura cresça e se 
alastre.
  Quanta coisa pra fazer até termos uma sociedade evoluída!!!
  E temos nas mão as armas para combater a imbecilidade. A desobediência. Se 
cada um de nós convencer mais dois a cada dia a desobedecer, e estes dois mais 
dois, conseguiremos alguma coisa. Caso contrário é melhor começar a comer capim.

  Um abraço.

  Carlos Antônio.


  ----- Original Message ----- 
  From: Antonio Bellucci 
  To: [email protected] 
  Sent: Thursday, June 14, 2007 2:38 PM
  Subject: [gl-L] Entidades pedem cumprimento da classificação indicativa para 
TV


  Entidades pedem cumprimento da classificação indicativa para TV
  http://www.mj.gov.br/noticias/2007/maio/RLS30052007entidades.htm 


  No mínimo isso é coisa daqueles imbecis que foram a favor do desarmamento...

  Ô gente sem visão... não enxergam um palmo a frente do nariz


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  Entidades pedem cumprimento da classificação indicativa para TV
  Brasília 30/05/2007, 18h28 (MJ) - Representantes de entidades de defesa dos 
direitos da criança e do adolescente, de direitos humanos e do Ministério 
Público entregaram nesta quarta-feira (30), carta aberta ao ministro da Justiça 
pedindo o cumprimento integral da Portaria 264 que regulamenta a classificação 
indicativa para TV. O documento, assinado por 92 personalidades e instituições 
de diversos setores, foi apresentado durante reunião sobre o tema, realizada no 
Ministério da Justiça.

  Na carta as entidades lembram que a classificação indicativa está prevista na 
Constituição, e que a regulamentação de questões no setor de radiodifusão 
ocorre nas "nações mais consolidadas do planeta". O documento também ressalta 
que a Constituição determina a "proteção absoluta aos direitos das crianças e 
adolescentes". Além disso, segundo a correspondência, o Estatuto da Criança e 
do Adolescente (ECA) determina que o Executivo estabeleça uma política pública 
para a classificação indicativa.

  As entidades ainda afirmam que impactos da programação de televisão sobre a 
formação de crianças e adolescentes "devem ser observados com redobrada atenção 
pelo Estado brasileiro". Eles afirmam que o texto final da portaria 264 é 
"fruto de um intenso debate público do qual participaram, durante quase três 
anos, os mais variados atores".

  Na reunião, o deputado Luiz Couto, da Comissão de Direitos Humanos, ressaltou 
que a comissão decidiu, por unanimidade, manifestar o apoio à classificação 
indicativa e que a Constituição determina que o bem estar de crianças e 
adolescentes é obrigação do Estado e da família. 

  Para Veet Vivarta, secretário-executivo da Agência de Noticias dos Direitos 
da Infância (Andi), classificação indicativa não é censura ou cerceamento da 
liberdade de expressão. "Temos que reconhecer que a construção da classificação 
indicativa foi um processo democrático coordenado pelo Ministério da Justiça. 
Todas as entidades tiveram espaço para contribuir para essa política e os 
especialistas contribuíram com o melhor que tinham a oferecer. Ninguém pode 
falar que não foi avisado sobre as regras do jogo".

  Já Ricardo Moretszohn, do Conselho Federal de Psicologia, defendeu a 
classificação indicativa como proteção a crianças e adolescentes de todas as 
classes sociais e regiões do país. "A criança é uma esponja de assimilação de 
conteúdos, pois é movida pela curiosidade. Em média, a criança brasileira vê 4 
horas de TV por dia. Não podemos supor que os pais estão com elas o tempo todo 
para escolher a programação. Também não podemos tratar diferentemente as cerca 
de 26 milhões de crianças que moram em regiões fora do fuso de Brasília".

  Ele relatou que um estudo na periferia de Porto Alegre já demonstrou que 
crianças daquela comunidade vêem 8 horas de TV. "Não podemos tomar como modelo 
as crianças da classe média que tem opções de entretenimento. As famílias de 
baixo poder aquisitivo não têm acesso ao lazer, cinema, passeios ao shopping e 
a TV torna-se a principal fonte de diversão", ressaltou.

  O presidente da Associação Brasileira de Televisão Universitária (ABTU), 
Gabriel Priolli, disse que a portaria é um avanço regulatório. "A portaria é 
consistente, adequada, moderna e atende ao interesse público. Espero que a 
discussão resulte nos termos integrais da portaria". Ele reforçou que emissoras 
universitárias, educativas, comunitárias e culturais apóiam a classificação 
indicativa.

  No final do encontro, o secretário Nacional de Justiça, Antônio Biscaia, 
anunciou a realização de uma consulta pública com todos os interessados em 
junho. "Essa reunião foi proveitosa em todos os sentidos e os argumentos 
trazidos foram convincentes no sentido da permanência da portaria. Tem que 
estar muito claro que o adiamento da vigência de três dispositivos foi para 
permitir, mais uma vez, que as instituições se manifestassem. Teremos uma 
terceira e definitiva audiência pública para que representantes das emissoras e 
da sociedade civil apresentem seus pontos para que se tenha a posição final do 
Ministério da Justiça", afirmou Biscaia.


 

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