apenas uma razão para te-los:

lamento, mas não sei me expressar, é indescritível,

Ps e só lembro a quem escreveu esta intelectice, esta burritzia, que é uma
pena que sua mãe não tenha lido este livro antes. E acho que ela , a sua
mãe, tb acha.   :-(((((

Em 10/07/07, leni balthar <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:




 *Concordo que a falta de cuidados em relação aos imprevistos do sexo sem
os devidos cuidados e esquecendo das várias conseqüências desagradaveis. *
*Lembrando que isso acontece principalmente entre os adolecentes e as
pessoas com baixo nível educacional.*
 **
*Até entendo os motivos para não querer ter um filho.*
*Mas daí a achar que quem quer ter filho é ignorante com visão limitada ou
então um egoísta.*
*Acho que isso não tem nada a ver, eu não  deixaria de ter um filho por
motivo algum, é magico e me sinto muito feliz com meus dois filhotes.*
*Coisa de feminista, só pode.*

Best-seller na França lista '40 razões para não ter filhos'

   Daniela Fernandes
De Paris

   [image: capa do livro]
 Livro já vendeu 45 mil exemplares e está na quarta edição *No momento em
que a França lidera os índices de taxa de fecundidade na União Européia, o
livro No Kids – Quarenta razões para não ter filhos, recentemente lançado
no país, lança um apelo para que as pessoas não tenham descendentes e diz
que o controle da natalidade "é a única esperança" para uma sociedade
melhor.*
O livro, lançado pela Editora Michalon, já vendeu 45 mil exemplares e está
nas listas dos mais vendidos na França. A tiragem inicial foi de 10 mil
cópias e, em apenas um mês, *No Kids* já está em sua quarta edição.
A autora, Corinne Maier, psicanalista e** economista, já havia causado
polêmica na França em 2004 quando lançou *Bom dia Preguiça*, no qual
ensinava como manter o emprego trabalhando o menos possível.
"Franceses, enfim a verdade: as crianças são o inferno. Quarenta razões
para não ter filhos são ainda bem pouco. Em nosso país, líder em natalidade
na Europa, só há uma única solução: a contracepção", escreve a autora em seu
site internet para explicar seu novo livro.
Segundo Maier, 43 anos e mãe de dois adolescentes, de 13 e 11 anos,
"quanto mais a natalidade aumenta, menos as pessoas dizem que são felizes".
*"Aspiração idiota"*
Para ela, filhos "custam caro, poluem e sobretudo afundam a existência das
pessoas".
"Para os filhos, devemos renunciar a todo o resto, como lazeres, vida de
casal, amigos, sexo e mesmo sucesso social no caso das mulheres. E isso,
durante 20 anos, até que a maravilhosa criança radiante se transforma em um
jovem sem futuro, um desempregado, um perdedor", diz ela.
No melhor dos casos, segundo sua avaliação, o filho se transformará em
"simples recursos humanos" para a sociedade.
Os títulos dos capítulos de *No Kids* dão um boa idéia da tese defendida
pela autora.
O livro aborda inicialmente o desejo de ter filhos, definido como "uma
aspiração idiota". Depois a autora analisa a fase "metrô, trabalho,
crianças, não obrigado" e diz em outro capítulo que filhos são "aliados do
capitalismo".
Maier escreve também que as pessoas ficarão "certamente decepcionadas com
os filhos" e conclui com a seguinte questão "por que se matar por alguém que
será um excluído no futuro"?
*"Um fardo, um parasita"*
Para a autora, os filhos impedem as pessoas de desfrutar da vida.
"Acreditem, eles serão criativos nessa área. Eles ficarão doente quando você
quiser sair para se divertir e vão atrapalhar quando você fizer uma festa
com os amigos".
A escritora utiliza frases pesadas para defender suas idéias, como, por
exemplo, "você vai carregar seu filho durante décadas. Um verdadeiro fardo
do qual será difícil ficar livre. Um conselho: se for para alimentar um
parasita, prefira um gigolô."
Maier afirma que o fato dela mesma ter tido filhos permite que ela tenha a
independência necessária para falar sobre o assunto. "Se eu não tivesse
filhos, achariam que sou uma velha amarga".
Para o jornal *Le Figaro*, *No Kids* é um "ensaio provocador". O jornal
escreve que a ironia da autora "ajuda a expor de forma divertida idéias sem
grande originalidade, como seu discurso sobre a idolatria dos filhos e os
malefícios da educação contemporânea".
A autora trabalha atualmente como psicanalista em Paris e Bruxelas, depois
de ter sido despedida da companhia de energia francesa EDF, conseqüência da
publicação de "Bom dia Preguiça".
Além do livro de Corinne Maier, o filme *Eu detesto os filhos dos outros*,
lançado na semana passada no país, também aborda de forma irônica o assunto.
 Enquanto isso, nos EUA, ginástica com bebês é o maior 
sucesso<http://oglobo.globo.com/saude/vivermelhor/mat/2007/07/10/296712372.asp>
 Na China, internet é culpada por gravidez 
precoce<http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2007/07/10/296712152.asp>

<http://www.bolsademulher.com//amor/materia/aquecendo_a_relacao/8806/1>



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Marco Antonio Figueiredo
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