Kleber,
Embora eu concorde com tudo que é dito, analisemos este trecho: "A tendência a transformar tudo em complô da mídia – que está longe de ser inocente, principalmente na sua atitude para com o governo Lula, mas no caso do mensalão, fora as diatribes sinistras contra intelectuais do PT proferidas por uma certa revista, ela [a imprensa] acertou mais do que errou – é propriamente lamentável e mostra a total desorientação de parte da intelectualidade petista.". [(a) Ruy Fausto, professor emérito de filosofia da USP, em entrevista à Folha de S.Paulo, 26/8/2007, pág. A-12] Há aí um deslize. Não existem intelectuais no PT. No máximo podemos considerar que uma parcela petista atingiu o nível superior mas não saiu da base da pirâmide da intelectualidade. Continuam rasteiros. Mesmo já sendo anacrônico o uso de esquerda e direita, façamos uso dele para efeito de comparação. Há sim intelectuais de esquerda que nada têm a ver com o PT, um partido com 99% de nível de conhecimento equivalente ao desastrado e desastroso falecido MOBRAL. Por isso é impossível um debate com eles. Vão sempre carregar para um patamar cratera abaixo do que se pode chamar de um mínimo de inteligência haja vista a total incapacidade deles em ir acima disso. A troca de posição do Lulla em relação à mídia não foi tomada por ele e sim por orientação de cabeças esquerdistas pensantes mas não petistas e que ainda acreditavam em possíveis mas improváveis mudanças de rumo na direção do país. Só que o PT chegando ao poder, não tinha cara; tinha máscara. E o cordel que a sustentava era tão frágil que rompeu-se logo após a posse. Hoje, temos o resultado dos antigos desmandos de governos anteriores que jogou o país nos braços do que ele tem de pior administrativa, política, ética, moral e honestamente para dirigí-lo. A mídia ficou atordoada - e de certo modo amedrontada - com o que vociferava o rato chefe, mais por surpresa que pelo que ele pudesse representar de perigo. Há tempo para reagir e desmontar a muralha erguida em torno da sinistra figura, visto ser ela forte apenas aparentemente mas na realidade uma pintura em papelão. Carlos Antônio.
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