Melhor é a transa. Dois dias pra chegar ao orgasmo passando lentamente por 
todos os estágios do gozo. É fantástico.

Carlos Antônio.


----- Original Message ----- 
From: Vera Martins 
To: [email protected] 
Sent: Wednesday, November 21, 2007 9:44 PM
Subject: Re: [gl-L] Preguiça baiana vira tema de Doutorado na USP


Hahahaha, "spam baiano" é ótimo!!!
:-)
Vera

----- Original Message ----- 
From: marco figueiredo 
To: [email protected] 
Sent: Wednesday, November 21, 2007 9:28 PM
Subject: Re: [gl-L] Preguiça baiana vira tema de Doutorado na USP


Aliás, quequiéisso ???  spam bahiano ? leva 4 a 5 anos para rodar ...  este 
"texto aí de baixo


Favor de encaminhar este e-mail ao maior número possível de pessoas. Para 
que, desta forma, possamos acabar com este estereótipo de que o baiano é
preguiçoso. Muito pelo contrário, somos dinâmicos e criativos. A diferença 
consiste na alegria de viver, e por isso, sempre encontramos animação para
        sair, depois do expediente ou da aula, para nos divertir
                             com os amigos.


      capital humano
      17/11/2005
      Pesquisa mostra origens do mito da preguiça baiana
     
     
        De acordo com antropóloga Elisete Zanlorenzi, a idéia de que o povo 
baiano é culturalmente preguiçoso é falsa. Em sua tese de doutorado, O Mito da 
Preguiça Baiana, apresentada na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências 
Humanas (FFLCH), da USP, a pesquisadora desvendou as origens deste mito.

      Partindo de levantamentos realizados nas empresas de Salvador, Elisete 
demonstra que o baiano trabalha tanto quanto os outros brasileiros. Em uma das 
empresas pesquisadas durante o mês de fevereiro (Carnaval), houve mais faltas 
abonadas na filial em São Paulo (0,61%) do que na sede em Salvador (0,27%). 

      Segundo a pesquisadora, a caracterização do baiano como preguiçoso começa 
com as grandes migrações de nordestinos, genericamente chamados de "baianos", 
para o sul do País. Os recém chegados, ainda sem emprego, alojavam-se em 
cortiços ou favelas. "Estas condições contribuíram para que o termo baiano 
fosse associado a outros como sujo, desorganizado, não produtivo e, finalmente, 
preguiçoso", explica Elisete.

      Um outro aspecto interessante que contribuiu com a associação da Bahia à 
preguiça está ligado ao discurso de baianos famosos como Dorival Caymmi, 
Caetano Veloso, Gal Costa, e Maria Bethânia. "Eles chegavam no eixo Rio-São 
Paulo afirmando serem preguiçosos. Era como dizer: eu não sou daqui", analisa a 
pesquisadora. 


      Em sua tese, Elisete menciona outros quatro motivos para a formação do 
mito da preguiça baiana: a industrialização tardia de Salvador, a indústria do 
turismo, que mostra somente o aspecto divertido da festa, o discurso da 
imprensa, que transmite apenas o lado trágico das migrações, e a indústria da 
seca, que forjou uma imagem do nordeste ligada à incapacidade profissional para 
justificar a necessidade de investimentos na região.
     



Em 21/11/07, marco figueiredo <[EMAIL PROTECTED] > escreveu: 
  karaka, brou,

  nem me dei o trabalho maior, esta notiça , já mandada pra cá por mim meso, e 
isto há anos, nem sei quem tem mais preguiça a folha o gertrudestein que 
assassina a matéria - F U R O  - desde 2004- niminimis !!!  ( será ele uma 
rosa, uma rosa, uma rosa ?) 

  
http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=mito+da+pregui%C3%A7a+baiana&btnG=Pesquisa+Google&meta=
 

  Resultados 1 - 10 de aproximadamente 34.600 para mito da preguiça baiana 
(0,15 segundos) 


  O Mito da Preguiça Baiana, Não Passa de Racismo
  Contribuição de Girimias Dourado
  Saturday, 04 December 2004


  Em 21/11/07, Fabricio Augusto Souza Gomes < [EMAIL PROTECTED]> escreveu: 

    DOUTORADO NA USP - TEMA: 'PREGUIÇA BAIANA'

    'Preguiça baiana' é faceta do racismo. A famosa 'malemolência' ou preguiça
    baiana, na verdade, não passa de racismo, segundo concluiu uma tese de 
    doutorado defendida na USP. A pesquisa que resultou nessa tese durou quatro
    anos. A tese, defendida no início de setembro pela professora de
    antropologia Elisete Zanlorenzi, da PUC-Campinas, sustenta que o baiano é 
    muitas vezes mais eficiente que o trabalhador das outras regiões do Brasil
    e contesta a visão de que o morador da Bahia vive em clima de 'festa
    eterna'.

    Pelo contrário, é justamente no período de festas que o baiano mais 
    trabalha. Como 51% da mão-de-obra da população atua no mercado informal, as
    festas são uma oportunidade de trabalho. 'Quem se diverte é o turista', diz
    a antropóloga.

    O objetivo da tese foi descobrir como a imagem da preguiça baiana surgiu e 
    se consolidou. Elisete concluiu, após quatro anos de pesquisas históricas,
    que a imagem da preguiça derivou do discurso discriminatórios contra os
    negros e mestiços, que são cerca de 79% da população da Bahia.

    O estudo mostra que a elevada porcentagem de negros e mestiços não é uma
    coincidência. A atribuição da preguiça aos baianos tem um teor racista.

    A imagem de povo preguiçoso se enraizou no próprio Estado, por meio da 
    elite portuguesa, que considerava os escravos indolentes e preguiçosos,
    devido às suas expressões faciais de desgosto e a lentidão na execução do
    serviço (como trabalhar bem-humorado em regime de escravidão????). 

    Depois, se espalhou de forma acentuada no Sul e Sudeste a partir das
    migrações da década de 40. Todos os que chegavam do Nordeste viraram
    baianos. Chamá-los de preguiçosos foi a forma de defesa encontrada para 
    denegrir a imagem dos trabalhadores nordestinos (muito mais paraibanos do
    que propriamente baianos), taxando-os como desqualificados, estabelecendo
    fronteiras simbólicas entre dois mundos como forma de 'proteção' dos seus 
    empregos.

    Elisete afirma que os próprios artistas da Bahia, como Dorival Caymmi,
    Caetano Veloso e Gilberto Gil, têm responsabilidade na popularização da
    imagem. 'Eles desenvolveram esse discurso para marcar um diferencial nas 
    cidades industrializadas e urbanas. A preguiça, aí, aparece como uma
    especiaria que a Bahia oferece para o Brasil', diz Elisete. Até Caetano
    se contradiz quando vende uma imagem e diz: 'A fama não corresponde à 
    realidade. Eu trabalho muito e vejo pessoas trabalhando na Bahia como em
    qualquer lugar do mundo'.

    Segundo a tese, a preguiça foi apropriada por outro segmento: a indústria
    do turismo, que incorporou a imagem para vender uma idéia de lazer 
    permanente 'Só que Salvador é uma das principais capitais industriais do
    país, com um ritmo tão urbano quanto o das demais cidades.'

    O maior pólo petroquímico do país está na Bahia, assim como o maior pólo 
    industrial do norte e nordeste, crescendo de forma tão acelerada que, em
    cerca de 10 anos será o maior pólo industrial na América latina.

    Para tirar as conclusões acerca da origem do termo 'preguiça baiana', a 
    antropóloga pesquisou em jornais de 1949 até 1985 e estudou o comportamento
    dos trabalhadores em empresas. O estudo comprovou que o calendário das
    festas não interfere no comparecimento ao trabalho. O feriado de carnaval 
    na Bahia coincide com o do resto do país. Os recessos de final de ano
    também. A única diferença é no São João (dia 24 /06), que é feriado em todo
    o norte e nordeste (e não só na Bahia). Em fevereiro (Carnaval) uma 
    empresa, cuja sede encontra-se no Pólo Petroquímico da Bahia, teve mais
    faltas na filial de São Paulo que na matriz baiana (sendo que o n° de
    funcionários na matriz é 50% maior do que na filial citada). Outro exemplo: 
    a Xerox do Nordeste, que fica na Bahia, ganhou os dois prêmios de qualidade
    no trabalho dados pela Câmara Americana de Comércio (e foi a única do
    Brasil).

    Pesquisas demonstram que é no Rio de Janeiro que existem mais dos chamados 
    'desocupados' (pessoas em faixa etária superior a 21 anos que transitam por
    shoppings, praias, ambientes de lazer e principalmente bares de bairros
    durante os dias da semana entre 9 e 18h), considerando levantamento feito 
    em todos os estados brasileiros. A Bahia aparece em 13°lugar.

    Acredita-se hoje (e ainda por mais uns 5 a 7 anos) que a Bahia é o melhor
    lugar para investimento industrial e turístico da América Latina, devido a 
    fatores como incentivos fiscais, recursos naturais e campo para o mercado
    ainda não saturado. O investimento industrial e turístico tem atraído
    muitos recursos para o estado e inflando a economia, sobretudo de Salvador, 
    o que tem feito inflar também o mercado financeiro (bancos,financeiras e
    empresas prestadoras de serviços como escritórios de advocacia, empresas de
    auditoria, administradoras e lojas do terceiro setor).

    Favor de encaminhar este e-mail ao maior número possível de pessoas. Para
    que, desta forma, possamos acabar com este estereótipo de que o baiano é
    preguiçoso. Muito pelo contrário, somos dinâmicos e criativos. A diferença 
    consiste na alegria de viver, e por isso, sempre encontramos animação para
            sair, depois do expediente ou da aula, para nos divertir
                                 com os amigos.



     A matéria foi divulgada no jornal FolhaOnLine no seguinte endereço: 
    http://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/cbn/capital_171105.htm

    Saudações,

    Fabrício




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  -- 
  Marco Antonio Figueiredo
  Blog : http://marcofigueiredo.multiply.com/journal 



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Marco Antonio Figueiredo
Blog : http://marcofigueiredo.multiply.com/journal  

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