Em 2014-06-01 13:20, Rodrigo Vieira escreveu:
amigos.
me encontro na linha de frente, no campo, no Brasil real e minha
observaçao, independente de qq coisa, eh que nao podemos nos ater a
mao de obra no campo, ou seja, nao ha gente para trabalhar!
fujam de mao de obra, ps sistemas tem de ser automaticos.
 hj devemos gerar empregos no setor de serviços associado ao campo
abs
rv

Em domingo, 1 de junho de 2014, Fernando Campos Mendonça
<[email protected]> escreveu:
 > Bom dia, Tangerino e demais colegas

    Meu domingo começou muito bem, lendo esta discussão na Irriga-L.
    Sempre que vamos a eventos técnico-científicos ou de extensão surgem perguntas sobre a área atualmente irrigada no Brasil. Por isso, agradeço por nos dar estas informações, pois elas nos ajudam e pensar estrategicamente.
 >
    Gosto muito das páginas do blog do Setor de Hidráulica, Irrigação e Drenagem de seu grupo de trabalho, que é uma maneira muito interessante de se comunicar com profissionais e estudantes ligados a essas áreas. Inclusive, as aulas online são um bom exemplo do que eu venho falando há 10 anos: o ensino de Ciências Agrárias, especialmente de Hidráulica, Irrigação e Drenagem precisa mudar. Esse foi o principal motivo que me fez sair da Embrapa e voltar para a universidade.
 >
    A CSEI-ABIMAQ (Câmara Setorial de Equipamentos de Irrigação) faz alguma análise do crescimento das áreas irrigadas com cada tipo de sistema?     É um tema interessante a ser discutido, seja aqui, seja em congressos (CONIRD, INOVAGRI Meeting etc.).
 >
    Creio que a escassez e o aumento do custo da mão de obra (qualquer trabalhador) e, especialmente, de trabalhadores qualificados, tem mudado a direção do vento para sistemas que permitem maior grau de automatização. A indústria de máquinas pode ter entendido parcialmente o recado, mas é necessário olhar mais de perto para o universo de produtores em pequenas e médias propriedades, que necessitarão de máquinas e implementos apropriados para aumentar a eficiência de seu trabalho, inclusive na irrigação.
 >
Abraços e bom domingo!
Fernando

---
Fernando Campos Mendonça
Piracicaba-SP
(19) 3447-8539 / 98159-1613
Skype: fcmendon




 > Em 30/05/2014 19:14, Fernando Hernandez escreveu:

Joao Marcos, boa tarde!
Creio que este numeros aparecem nas estatisticas como irrigacao por aspersao convencional.
Olha os numeros:
 >
<thismessage:/mail/u/0/s/?view=att&th=1465806748cf86b1&attid=0.0.1.1&disp=emb&zw&atsh=1>

Mais numeros podem ser visualizados em 
http://irrigacao.blogspot.com.br/2014/05/aula-nove-conhecendo-os-diferentes.html [1]
 > mas muito mais pode ser conhecido a partir de 
http://irrigacao.blogspot.com.br/ [2]

Observem que embaixo tem como comentar e iniciar tb uma discussao.
 > O nosso Pod Irrigar de hoje teve como objetivo apenas informar o
publico desta mudanca de comportamento nos ultimos dois anos e chamar
a atencao para que há espaço para todos os sistemas de irrigacao.
A Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP Ilha Solteira mantem tb um Fan Page no Facebook onde informaçoes sao divulgadas diariamente. A parir de 
 > https://www.facebook.com/ahiunespilhasolteira [3]

Podem curtir sem moderação! Nosso time de Orientados trabalham por e para todos que se beneficiem da agricultura irrigada.
 > Abracos e um otimo FDS a todos!
Fernando



Em 30 de maio de 2014 18:51, Fontanetti <[email protected]> escreveu:
 >
Respetando todos os sistemas de irrigação,quero fazer um breve comentario a Raesa Brasil em 4 anos instalou no Brasil 80.000 ha em irrigação com sistemas de alas moveis com tubos e conexões em aluminio.
 
 > abracos
 
João Marcos Fontanetti
From: Rodrigo Vieira
Sent: Friday, May 30, 2014 5:00 PM
To: Fernando Braz Tangerino Hernandez ; IRRIGA-L: Grupo de Discussão em Agricultura Irrigada
 > Subject: Re: [Irriga-l] Pod Irrigar
Apesar de ser defensor da localizada, há casos nos quais nada é igual a um pivot!

Bom final de semana a todos!
ABS
RV
Prezados,
Faz tempo que não entro na página.
Apenas para lembrar que em meio ás estatisticas que enumerem equipamentos fabricados e/ou áreas irrigadas, há que fazer destinção entre esses números, porquanto existem centenas ou milhares de pivots que podem fazer parte desses documentos mas que efetivamente já deixaram de funcionar. Específicamente será de notar que a politica comercial da fabricação de pivots em todo o Mundo foi e é, de produzir máquinas de curta durabilidade, muito embora se saiba como fazer de um pivot projetado para durar 10 anos com águas salobras, alcalinas ou ácidas, em um pivot que dure 100 anos com adição de adubos e todas as quimicas possíveis e imaginárias. Essa politica, no mínimo , se pode considerar um avultado crime económico , já que a amortização desses equipamentos se aproxima de 10% ao ano quando poderia ser de 1% ao ano.
Tenham uma boa tarde
Jorge de Sousa
Fabrico mini pivots com garantia assegurada de 50 anos de uso, aplicando adubos, chorume, defensivos diversos, calcário solúvel, etc, sem riscos de corrosão.




Em 30 de maio de 2014 16:44, Fernando Braz Tangerino Hernandez <[email protected]> escreveu:<

Links:
------
[1]
http://irrigacao.blogspot.com.br/2014/05/aula-nove-conhecendo-os-diferentes.html
[2] http://irrigacao.blogspot.com.br/
[3] https://www.facebook.com/ahiunespilhasolteira

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