Bom dia
Enquanto deveríamos incentivar o aumente de produtividade e consequente redução de custos a sugestão e pagar para produzir menos ? Lamentável essa sugestão. Entendo ser necessário um trabalho de orientação ao irrigante visando um melhor uso e manejo da água, esse é o nosso papel. Esse professor se quer citou que o consumo de água pela indústria e nas cidades precisa passar por acompanhamento para um uso racional. ERle esquece que são visto enormes vazamentos nas cidades e desperdícios de água nas industrias. O setor sucroenergetico vem dando o exemplo nessa direção, pois vem reduzindo drasticamente o uso da água em suas industrias e essa mesma água, já outorgada, pode e deve ser usada nas lavouras de cana. Ele também não deve ter colocado nessa conta maluca dele que haver desemprego em massa e que a agricultura é responsável por 30% do PIB nacional que uma redução de produtividade traria prejuízos astronômicos para a economia nacional. Sinceramente, coisas como essa me deixam muito preocupado, pois percebemos que vivemos em um pais de desinformados, principalmente quando vemos um professor pregando algo assim. Abraços Marco Viana RPA Consultoria-Diretor de Novos Negocios. Rua Casemiro de Abreu, 950 - Vila Seixas Ribeirão Preto, SP, Brasil, CEP 14020-060 Fone: 55 16 3237-4249 Celular: 55 16 981.752662 Descrição: cid:[email protected] De: Irriga-l [mailto:[email protected]] Em nome de Rodrigo Vieira Enviada em: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 19:41 Para: undisclosed-recipients: Assunto: [Irriga-l] Fwd: MATÉRIAS DIVULGADAS ---------- Mensagem encaminhada ---------- De: Antônio Carvalho Feitosa <[email protected]> Data: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 Assunto: ENC: MATÉRIAS DIVULGADAS Para: "Rodrigo Vieira ([email protected])" <[email protected]>, "[email protected]" <[email protected]>, "[email protected]" <[email protected]> Para conhecimento. De: Gerlane Alves de Sousa Enviada em: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 09:26 Para: Secretaria Nacional de Irrigação Assunto: MATÉRIAS DIVULGADAS MATÉRIAS DIVULGADAS 13-02-2015 Época Paulo Canedo: “A irrigação na agricultura é perdulária” http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2015/02/paulo-canedo-birrigacao-na-agriculturab-e-perdularia.html Coordenador do Laboratório de Hidrologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o professor Paulo Canedo de Magalhães, 66 anos, afirma que agricultores brasileiros precisam poupar água ao irrigar suas lavouras, mesmo que isso signifique redução na colheita. Segundo o professor, a medida seria bem-vinda em municípios mais dependentes da atividade agrícola, como Cachoeiro de Itapemirim, cidade ao sul do Espírito Santo onde as perdas com estiagem são estimadas em R$ 40 milhões, o equivalente a 15% de sua receita anual. Para compensá-los de uma eventual redução na colheita, o governo pagaria uma indenização, como incentivo a economia de água. Canedo diz que o custo para os cofres públicos seia menor do que os gastos para compensar a crise hídrica. >> Reportagens sobre a crise da água ÉPOCA - Parte dos moradores de Cachoeiro do Itapemirim culpa o que consideram desperdício nas lavouras pela falta de água. Isso está certo? Paulo Canedo – A agricultura normalmente é um grande consumidor de água e, no Brasil, nós temos uma técnica de irrigação perdulária. Tem sido comum essa briga entre o campo e a cidade. Em termos globais, 70% da água são gastos com a agricultura e o restante, com as indústrias e o consumo pela população. Nas grandes cidades, como Rio de Janeiro e São Paulo, a agricultura é bem modesta e mesmo que ela consuma muito, o que já está errado, o percentual de gasto no campo será sempre pequeno. No caso de Cachoeiro de Itapemirim, uma cidade de porte médio, onde a agricultura é pujante, precisa haver uma política administrativa eficaz, que esteja sempre presente, para estimular o uso correto da irrigação. ÉPOCA – Falta orientação aos agricultores? Canedo – Falta tudo. Faltam políticas governamentais e instrução, apoio técnico e, eventualmente, dinheiro para o agricultor adotar um método mais eficiente. Precisamos de ações inteligentes e planejadas. Não se trata simplesmente de chegar e dizer aos produtores que eles não podem mais utilizar a água, porque isso daria prejuízos homéricos aos empreendedores rurais, o que não seria justo. ÉPOCA – Qual a solução possível? Canedo – Indenizar o agricultor por não poder ter uma colheita do tamanho que ele desejaria. O pagamento dessa compensação financeira, se nós fizermos as contas direitinho, será sempre inferior aos gastos que se tem para corrigir a falta de água destinada ao consumo humano. ÉPOCA – A redução na produção agrícola não causaria um impacto na economia dos municípios? Canedo – Os custos para consertar problemas de abastecimento serão sempre maiores que o eventual prejuízo na arrecadação de impostos. Essas coisas ainda não estão bem claras. Por isso, as administrações municipais, estaduais e a federal não procuram encontrar soluções para a escassez. A água não acaba de repente. Se você pesquisar, verá que, um ano atrás, o pessoal de Cachoeiro de Itapemirim já sabia que era muito provável uma estiagem. Para ouvidos leigos, eu digo mais ou menos assim: imagine uma família em que apenas o pai tem renda. Ele prevê que o ano seguinte será financeiramente difícil e avisa à família que poupará dinheiro. Aquela coisa de ir ao cinema toda a semana, por exemplo, não pode mais, agora é só uma vez por mês. Se a economia de água começar com antecedência, ninguém sofrerá muito. ÉPOCA – A deterioração de rios que cortam a zona urbana também é responsável pela crise? Canedo – Claro. Tudo isso tem impacto. O problema número 1 da seca urbana é a poluição de rios pelos esgotos, o que dificulta muito a utilização da água para consumo. ÉPOCA – O que fazer de imediato diante da seca no Sudeste? Canedo – Apertar a agricultura e a população urbana para gastar menos água, evitando desperdício. Se você se organizar, como o pai que controla o orçamento familiar, será possível superar um ano difícil. Como o Brasil é um país muito rico em água, nós temos uma gestão desleixada com os recursos hídricos. Vem uma adversidade meteorológica e nos complicamos todos. A culpa é da falta de chuva? É claro, mas não estaríamos numa situação tão grave, se tivéssemos um comportamento minimamente organizado. G1 Tanque em fazenda economiza 15 milhões de litros de água por mês http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2015/02/tanque-em-fazenda-economiza-15-milhoes-de-litros-de-agua-por-mes.html Tanque que reserva água usada em irrigação e da chuva garante a produção de flores por meses em uma fazenda de Mogi Mirim (SP). O sistema faz com que 15 milhões de litros deixem de ser retirados mensalmente dos mananciais. O investimento foi de R$ 500 mil. A capacidade do reservatório é para 47 milhões de litros. O tanque é ligado à estufa de flores por canos.Quando um segundo estiver pronto, eles vão garantir a manutenção dos trabalhos por oito meses, mesmo com a crise hídrica. Diário do Grande ABC Falta de água eleva preço de hortifrúti em 10,61% nesta semana na região http://www.dgabc.com.br/(X(1)S(vhjth3ddfgxzpsj3ibu4wpnd))/Noticia/1232566/falta-de-agua-eleva-preco-de-hortifruti-em-10-61-nesta-semana-na-regiao?referencia=minuto-a-minuto-topo Quem foi às compras nos supermercados e sacolões do Grande ABC nesta semana, e buscou por itens para compor a salada e enfrentar o calorão, tomou um susto ao se deparar com os preços de verduras e legumes, em torno de 10,61% mais caros. O aumento nos valores dos hortifrúti foi provocado pela falta de água, justificam os estabelecimentos, que fez com que agricultores tivessem de despender mais recursos com a irrigação, custo que foi repassado ao consumidor. Essa elevação dos preços puxou o acréscimo de 2,65% no valor da cesta básica pesquisada pela Craisa (Companhia Regional de Abastecimento Integrado de Santo André), o equivalente a R$ 12,23 a mais, se comparada com os sete dias anteriores, saindo por R$ 472,97. Em Destaque Mauá entregará kits de redução de vazão de água para torneirasPara sempre Tomie Falta de água eleva preço de hortifrúti em 10,61% nesta semana na regiãoMarinho trabalha saída de Cleuza Entre os produtos que mais tiveram alta nesta semana estão o tomate, que voltou a encarecer e subiu 46%, passando de R$ 4,13 a R$ 6,03 o quilo – alta de R$ 1,90. Outros itens que também pesaram no bolso do consumidor foram a batata, que em sete dias aumentou 15,89% (R$ 0,61), custando em média R$ 4,45, e a cebola, com inflação de 11,38% (R$ 0,28), encontrada a R$ 2,74. O gerente do supermercado Nagumo, em Santo André, Fábio Lacerda, afirma que, na semana passada, verduras e legumes custavam cerca de 15% menos. A alface, ele cita, saltou de R$ 1,99 para R$ 2,39 (R$ 0,40). Lacerda explica que o aumento se deve aos problemas hídricos que os agricultores estão tendo que enfrentar para manter a qualidade e produção do setor. “Fizemos pesquisa em outros estabelecimentos da região e percebemos que, de fato, o aumento foi geral, e a justificativa dada foi a mesma em todos os lugares.” A insatisfação é geral. No Sacolão Saúde, em São Bernardo, o gerente Joacir Nunes explicava aos clientes que a alta nos preços se deve à estiagem e investimentos adicionais que fornecedores estão tendo que realizar por conta da crise hídrica. “O reajuste mensal de todos os alimentos pesou muito, e os clientes não param de reclamar”, diz. É o caso do aposentado Sebastião Eugenio Milan, 66 anos, que ficou indignado ao ver os preços do hortifrúti. “Além de não ser acessível, gera preocupação porque a cada semana os valores só aumentam. Não sei onde isso vai parar.” A cabeleireira Carola Hernandez, 37, quase voltou para casa quando percebeu que o valor tomate havia subido novamente. “Vim às compras para aumentar uma salada que iria fazer hoje (ontem) à noite, mas já mudei de ideia.” ECONOMIA - Uma saída para quem quer economizar, sem perder nutrientes importantes na alimentação, é ser criativo na hora de fazer a feira. “Grãos e raízes são ótimos aliados para compor a salada. Alimentos congelados como ervilha e brócolis também são uma boa opção”, sugere a culinarista Ana Tomazoni, ao propor itens que não estão sofrendo tanto com a alta nos preços. Além do jogo de cintura, Ana reforça que evitar o desperdício também reduz os gastos com alimentação. CARNAVAL - Na véspera do início dos festejos da Folia, uma dica é aproveitar alimentos que costumam ficar mais caros nesta época, como ingredientes da caipirinha que, apesar da sazonalidade, mantiveram o preço na região. O quilo do limão pode ser encontrado por R$ 1,99, enquanto a do maracujá sai por R$ 4,99. Reuters Brasil Governo estabelece monitoramento de água e energia na administração federal http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRKBN0LH11J20150213 SÃO PAULO (Reuters) - O Ministério do Planejamento estabeleceu o monitoramento do uso de energia elétrica e água nos órgãos da administração pública federal, em meio à crise hídrica que vem elevando os temores de racionamento no país. Em portaria publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, o Planejamento determinou que órgãos e entidades passem a fornecer informações referentes ao consumo de água e energia mensalmente, através do Sistema do Projeto Esplanada Sustentável. Segundo a portaria, dados sobre 2014 e o mês de janeiro deste ano devem ser inseridos no sistema em um prazo de 30 dias, sendo que um servidor de cada órgão deverá ser designado para o fornecimento das informações. A Secretaria de Orçamento Federal (SOF) e a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI), ambas subordinadas ao Planejamento, estabelecerão indicadores para o monitoramento do consumo de energia e água pelos órgãos em até 60 dias. A portaria também listou uma série de boas práticas a serem adotadas pelos órgãos em esforço para um consumo mais eficiente, entre as quais estão o desligamento de aparelhos de ar condicionado, computadores e lâmpadas em ambientes desocupados. Para evitar o desperdício de água, a portaria institui, por exemplo, a definição de regras sobre a periodicidade de irrigação de jardins e gramados e avaliação da viabilidade de utilização de sistemas de reúso da água e de captação da água de chuva em novos projetos de edificações. A publicação da portaria ocorre em um momento de baixo nível dos reservatórios da região Sudeste devido à falta de chuvas, com implicações para o abastecimento energético e hídrico do país. Montesclaros.com Governo de Minas quer reduzir em até 30% captação de água em Minas http://montesclaros.com/noticias.asp?codigo=71286 O jornal “O Tempo”, de Belo Horizonte, diz hoje que “a restrição no abastecimento e a cobrança da sobretaxa para quem não economizar água deverão ser anunciadas em cerca de 20 dias para a população de Minas”. De acordo com proposta apresentada durante reunião do Conselho Estadual de Recursos Hídricos, órgão ligado à Secretaria de Meio Ambiente, haverá reduções de 20% do volume diário de captação de água para consumo humano, 30% para as captações de água para consumo industrial e de 30% para irrigação para a agricultura. As propostas constam na Deliberação Normativa elaborada pelo conselho. No entanto, alguns pontos propostos pelo estado foram questionados pelos conselheiros. Após análise das reivindicações e possíveis alterações no texto, outra reunião do conselho será marcada, quando haverá a votação e as medidas poderão ser adotadas. Gerlane Alves Assessoria de Comunicação Social Ministério da Integração Nacional Telefone: (61) 2034-5293/9166-0726 Site: www.mi.gov.br Facebook: facebook.com/br.integracao Twitter: twitter.com/br_integracao
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