De: [email protected]
Enviada: Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2015 06:05
Para: [email protected]
Assunto: [Irriga-l] RES: Crise hídrica
Bom dia Luciana, sou Superintendente do GIFC e gostaria muito de conhece-la.
Meu e-mail, [email protected] celular: 16 981752662.
.
Prezados colegas,Sou responsável pelo marketing da Federação Brasileira de Plantio Direto e Irrigação. Minha participação aqui no grupo é para aumentar o meu conhecimento na área uma vez que sou publicitária e ainda completarei um ano de trabalho na FEBRAPDP. Tive a oportunidade de conversar com alguns irrigantes e técnicos durante o 14 Encontro Nacional de Plantio Direto (ENPDP) e XXIV CONIRD, inclusive o atual presidente da FEBRAPDP é um irrigante de Campos de Holambra (SP), Alfonso Sleutjes, e o presidente anterior também é irrigante do Rio Grande do Sul, Ivo Mello.O resultado do 14 ENPDP foi um documento, Carta de Bonito, que ressalta as intenções de trabalho da FEBRAPDP em relação ao fortalecimento dos princípios da agricultura conservacionista. Acompanhei uma das seis oficinas do CONIRD, grande evento do setor que tem a presença de agentes do governo como a diretoria da ANA em sua abertura. As oficinas geraram um documento que, na minha opinião, deveria ser levado ao Ministério da Integração e demais entidades para que todos saibam as intenções dos irrigantes e de parte dos representantes do setor.Além de entregar o documento, precisamos dar publicidade ao ato da entrega e mostrar nosso empenho e esforço em sermos atendidos em nossas necessidades. Precisamos fazer o marketing para termos o nosso trabalho conhecido e sermos reconhecidos como decisores, termos influência. A mídia, a população, todos precisam saber de nossa insatisfação com a SENIR ou qualquer outro órgão que represente nossos interesses para que possamos pressioná-los a trabalhar pelo desenvolvimento do setor e promover as mudanças necessárias. Podemos fazer lobby atraindo políticos que tenham interesse em nossa bandeira. Achei um absurdo termos tantos projetos engavetados.Dessa forma, ressalto aqui as colocações do Rodrigo Vieira sobre termos uma postura incisiva mostrando os resultados dos produtores brasileiros e a reflexão do Fernando Rodriguez sobre como podemos conquistar um papel institucional governamental para defender a agricultura diante da crise hídrica. Afinal, se cortarem a água dos "produtores de água e de alimentos", corremos o risco de termos uma crise de desabastecimento de alimentos em algumas cidades ou a inflação deles nos mercados (de qualquer forma, tudo caminha para uma grande alta da inflação). É justo cortar água daqueles que investiram tanto para usufruir dela? A solução é o tratamento de esgotos, da água poluída produzida nas cidades por meio de moradias e indústrias. Preservação de nossos ricos rios, de nossas bacias hidrográficas. Temos exemplos em todo o mundo de tratamento de água para uso da população. Por que não podemos tratar nossos esgotos, despoluir nossos rios e modificarmos nossa matriz energética com tanta tecnologia disponível ao nosso alcance?Enfim, sugiro que esse grupo se reúna com o objetivo de traçar um plano para alcançar as demandas destacadas e que incluam todos que possam ter interesse nesse debate (associações, universidades, a própria FEBRAPDP, entre outros). E o mais importante, que as ideias saiam do papel com ações de cada um de nós e alcancemos resultados significativos para o nosso desvalorizado setor. Podemos entregar uma carta com os interesses do setor às entidades governamentais presentes no CONIRD.Estou a disposição,Luciana Bittencourt
Em 19 de fevereiro de 2015 14:42, Washington Padilla <[email protected]> escreveu:
Caros Colegas, reciban mis modestos criterios para colaborar con ustedes en la solución del grave problema por el que están atravezando, espero sus comentarios. Pido discilpas si el Portugués que estoy usando no es el más correcto..Saludos,Washington Padilla G.Grupo Clínica Agrícola - Ecuador
2015-02-16 4:22 GMT-05:00 Marco Viana - RPA Consultoria <[email protected]>:_______________________________________________
A próxima reunião do GIFC será no dia 12/03 na UNESP de Ilha Solteira e iremos discutir basicamente o tema crise hídrica X irrigação. Vamos disponibilizar toda a programação até a próxima quinta-feira e todas as informações sobre esse evento estarão disponíveis no site do GIFC, www.gifc.agr.br, no nosso face e em órgãos de divulgação específicos do setor sucroenergetico.
As inscrições poderão ser feitas pelo site, é necessário o cadastramento. Qualquer duvida favor entrar em contato com a Carolina na sede do GIFC ou por e-mail, [email protected] .
Abraços
Marco Viana
Superintendente
Rua Casemiro de Abreu, 950
Vila Seixas - Ribeirão Preto - SP
CEP 14020-193
(55 16 3602-0900 /55 16 3237-4249 / 55 16 99180-2132 / 55 16 981752662
De: Irriga-l [mailto:[email protected]] Em nome de Rodrigo Vieira
Enviada em: sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 20:04
Para: IRRIGA-L: Grupo de Discussão em Agricultura Irrigada
Assunto: Re: [Irriga-l] Crise hídrica
Seria o caso de se para os por bacias?
quantos estados tem planos atualizados?
a Bahia há 24 anos, na gestão de dr garrido, fez o pdrh de todo o estado, porém a última gestão pôs uma pedra em cima, por falta de corpo técnico.
Talvez esta fosse uma das saídas, a elaboração de um diagnóstico unificado.
a partir dos dados, poderemos estabelecer as soluções.
abs
Em sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015, Lineu Neiva Rodrigues - Embrapa Cerrados - CPAC <[email protected]> escreveu:
> Esses números não são difícies de se obter. O problema é o erro conceitual que existe no seu cálculo. Relatório de conjuntura da ANA trás para 2010: Vazão retirada: Irrigação: 54%; Urbano: 22%. Aí trás o conceito de vazão consumida e os números mudam para: Irrigação: 72% e Urbano: 9%. Falta agregar o fator qualidade da água retornada, as perdas por evaporação na geração de energia e os próprios coeficientes de retorno. Por esse metodologia, a irrigação por superfície consome menos água do que a irrigação localizada...
> O desperdício é relativo, depende, por exemplo, se estamos avaliando a bacia ou o produtor. Depende inclusive do tipo da perda, se é escoamento superficial, ou percolação profunda, ou se é evaporação direta da água do solo. Além disso, ele é muito variável, depende muito do nível tecnológico do produtor. Já avaliei sistemas localizados com eficiência de 60% e sulcos com eficiência de 70%... bom, esse é um longo debate.
> abs e bom carnaval.
> Lineu.
>
> ________________________________
> De: "Rodrigo Vieira" <[email protected]>
> Para: "IRRIGA-L: Grupo de Discussão em Agricultura Irrigada" <[email protected]>
> Enviadas: Quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015 17:31:48
> Assunto: [SPAM]Re: [Irriga-l] RES: Crise hídrica
>
> Agora posso responder com calma.
> Temos de ter uma postura incisiva, mostrando o que fazemos pelo país e pelos críticos de plantão.
> sugiro que saivamos em ordem de grandeza quanta água sai para irrigação e para outros usos, por região.
> Talvez o número surpreenda vcs, e reduza estes cabalísticos 70%.
> sei que sai desperdiçados em média 37%, e isto irriga uma porta da de área.
> falo da frouxidão da imposição da ordem.
> Não esqueçam, quem muito se abaixa......
> abs é bom carnaval.
>
> Em 12/02/2015 15:11, "Rodrigo Vieira" <[email protected]> escreveu:
>>
>> amigos, bom dia!
>> a questão não é mais generalizar, a codevasf fez um piloto e o expandiu com boas previsões.
>> a conversão e adoção de lâminas reduzidas acho que não têm mais volta.
>> Como diz Elias Teixeira para a Molhar, dados de pesquisa são indicativos, e defendo que devemos ir ao limite
>> No tocante à imprensa, ao contrário, devemos ter a atitude mais agressiva.
>> abs
>>
>> Em 12/02/2015 13:35, "Lineu Neiva Rodrigues - Embrapa Cerrados - CPAC" <[email protected]> escreveu:
>>>
>>> Colegas,
>>>
>>> Excelente debate…
>>>
>>>
>>>
>>> Estou no olho do furacão e não pude contribuir muito. Se me permitem, gostaria de falar três coisas:
>>>
>>>
>>>
>>> (i) Temos quase consenso entre nós, temos que falar para a sociedade e auxiliar os nossos gestores na tomada de decisão. Nesse sentido, estamos trabalhando em um workshop com o objetivo de decodificar dados complexo da agricultura para a sociedade. Várias coisas serão debatidas, entre elas o famoso 70% da água consumida pela agricultura. Para fazermos isso com qualidade, precisamos definir melhor algumas métricas, uniformizar alguns conceitos e reduzir o impacto dos modismos, entre eles cito a tal da pegada hídrica.
>>>
>>>
>>>
>>> (ii) Meu amigo Rodrigão: seu trabalho é conhecido e muito interessante, mas não podemos generalizar. Cada caso é um caso e a definição por um sistema ou outro não é baseado unicamente na eficiência.
>>>
>>>
>>>
>>> (iii) Dica com jornalista. Falar pouco e apenas o trivial, pois eles também, de maneira geral, não entendem do assunto e precisam ser educados. Quanto mais falarmos a mesma coisa melhor.
>>>
>>>
>>>
>>> Por fim, vamos começar a pensar no futuro...quais são as perguntas chaves?
>>>
>>>
>>>
>>> Abs,
>>>
>>> Lineu.
>>>
>>> ________________________________
>>> De: "Fernando Rodriguez" <[email protected]>
>>> Para: [email protected]
>>> Enviadas: Terça-feira, 10 de fevereiro de 2015 11:00:20
>>> Assunto: Re: [Irriga-l] RES: Crise hídrica
>>>
>>> Caros Colegas
>>> Favor informar o local da reunião do GIFC sobre irrigação e crise hídrica e a que horas. Seria muito útil começarmos a utilizar essa assessoria de imprensa, pois estou convicto de que temos que colocar nosso tema para a sociedade esclarecendo todas as distorções que tem sido colocadas na mídia.
>>> Este momento exige muita atenção e cautela, pois, pasmem na semana passada numa reunião em São Paulo onde se discutia as posições para o Forum Mundial da Água, se jogou para os presentes a discussão da crise hídrica, onde praticamente todos os presentes era de um único setor usuário: o saneamento, e um só representante do setor agrícola e um do setor industrial. Se não fosse este último ter-se manifestado contra a discussão naquele momento do tema pela falta de representatividade dos setores usuários, teria se evoluído sem que os reais interessados estivessem envolvidos. A hora não é de ficar olhando para o próprio umbigo. É atenção, atenção e atenção.
>>> Abraços
>>> Fernando Rodriguez
>>>
>>> ________________________________
>>> De: [email protected]
>>> Enviada: Segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2015 20:24
>>> Para: '[email protected]: Grupo de Discussão em Agricultura Irrigada' <[email protected]>
>>> Assunto: [Irriga-l] RES: Crise hídrica
>>>
>>> Caros Colegas
>>>
>>>
>>>
>>> O GIFC conta com uma assessoria de imprensa que tem no auxiliado, entre outras coisas nas respostas a varias solicitações da imprensa falada e escrita
>>>
>>> Poderíamos concentrar, nosso eventuais posicionamentos e esclarecimentos para sociedade em empresas como essa. A Conceito, empresa de Ribeirão Preto, trabalha com grandes empresas do setor, como Grupo São Martinho. Entendo ser um começo.
>>>
>>>
>>>
>>> Abraços
>>>
>>>
>>>
>>> Marco Viana
>>>
>>> Superintendente
>>>
>>> Rua Casemiro de Abreu, 950
>>>
>>> Vila Seixas - Ribeirão Preto - SP
>>>
>>> CEP 14020-193
>>> (55 16 3602-0900 /55 16 3237-4249 / 55 16 99180-2132 / 55 16 981752662
>>>
>>> <#14b82aadc1154693_14b7efcd5271f879_14b7ea4bc7011f9d_>
>>>
>>>
>>>
>>> De: Irriga-l [mailto:[email protected]] Em nome de Ricardo Brito
>>> Enviada em: segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015 14:30
>>> Para: IRRIGA-L: Grupo de Discussão em Agricultura Irrigada
>>> Assunto: Re: [Irriga-l] Crise hídrica
>>>
>>>
>>>
>>> Colegas,
>>>
>>>
>>>
>>> Além do tema ser palpitante e as opiniões convergentes, é sempre bom lembrar que o momento é "fértil" para se iniciar um movimento, ou uma ofensiva em prol do maior desenvolvimento e sustentabilidade da agricultura irrigada.
>>>
>>> As dúvidas sobre o potencial da agricultura irrigada brasileira não são nossas (os profissionais que atuam no ramo), pois há muito sabemos que é enorme. uma das coisas que sempre foi um entrave foi o mau uso da água, que fez nascer o mito de que a agricultura irrigada é a maior fonte de desperdício e portanto sujeita a críticas de quem desconhece o assunto em profundidade, mas tem poder de formar opinião (contrária).
>>>
>>> Já que temos essa convergência de idéias e que está claro que o principal entrave atualmente é fazer chegar essas idéias na prática, na sociedade e nas instituições, parece-me que está na hora de iniciarmos esse movimento através de uma mobilização que alcance, como já foi dito, os formadores de opinião e tomadores de decisão no país.
>>>
>>> Penso que essa mobilização já se está iniciando aqui no fórum do Irriga-l e deveria ser expandida a partir daqui. O próximo INOVAGRI (Fortaleza agosto/setembro) - conforme já sugerido - poderia viabilizar uma mesa redonda, ou uma tempestade de idéias sobre o tema.
>>>
>>> Nesse intervalo até lá, os profissionais podem aumentar sua mobilização, através de seus órgãos de trabalho, individualmente, via as associações (já mencionadas algumas) e num trabalho de "corpo a corpo" buscando cooptar formadores de opinião e tomadores de decisão. Ou seja, uma mobilização com atitude individuais e/ou em grupos.
>>>
>>> I importante é começar já, enquanto a "Crise Hídrica" nos oferece um cenário favorável.
>>>
>>>
>>>
>>> Abraço a todos,
>>>
>>> Ricardo Brito
>>>
>>>
>>>
>>> Em 8 de fevereiro de 2015 18:13, Rodrigo Vieira <[email protected]> escreveu:
>>>
>>> Prezados Colegas:
>>>
>>> Agora estou em posição de dar minha humilde e interiorana contribuição a Grupo.
>>>
>>> Dr. Fernando Mendonça chamou atenção para a Academia e o corpo discente, e concordo em parte.
>>>
>>> Contudo, temos percebido que a Academia, a Pesquisa, os Burocratas e Técnicos vivem em Planetas distintos. Os valores que cada um atribui (o que é natural) ao seu grupo muitas vezes invalida o outro.
>>>
>>> Pelo que conhecemos, não é a falta de títulos acadêmicos em si, pois a ANA tem colegas extremamente graduados mas a Agência não consegue cumprir o seu papel como deveria, e na maioria das vezes por ingerência política; a SENIR até o momento também não justificou sua existência, e o último secretário, que tinha alguma visão, foi retirado; os burocratas (e não me incluo neste grupo) via de regra não têm segurança para a tomada de decisões, e os técnicos, ficam tão somente apagando incêndios.
>>>
>>> Há de repensar se, nas instituições publicas, as CAT´s (Vida Real) não deveriam ser mais valorizadas, e o senso prático, assim, poderia trocar informações e gerar progresso em acordo com os demais entes?
>>>
>>> Retórica à parte, temos a obrigação de justificar o nosso papel perante a SOCIEDADE pagadora de impostos, e para isto temos de propor soluções, e todos as temos!
>>>
>>> O passo seguinte seria a divulgação, e aí gera o problema! Não há "lobbyes" de expressão em nossa área, mas o caminho é a Imprensa, a qual tem um preço!
>>>
>>> E aí, como fazemos?
>>> Poderíamos formar um grupo representativo das linhas de interesse supracitadas e, a partir daí, mostramos os nossos argumentos!
>>>
>>> Como falei sexta, um quadro que comporá nosso próximo artigo da IRRIGAZINE MOSTRA que o desperdício de água e a não utilização do esgoto (dados do M Cidades) poderia irrigar uma área anual de até 740 mil ha.
>>>
>>> Depois segue artigo!
>>>
>>> ABS
>>>
>>> RODRIGO
>>>
>>>
>>>
>>>
>>>
>>>
>>>
>>> Em 8 de fevereiro de 2015 16:34, Fernando Rodriguez <[email protected]> escreveu:
>>>
>>>
>>>
>>> Caros integrantes deste seleto grupo,
>>>
>>> O Silvio mais uma vez coloca bem questões para o enriquecimento dos debates, mas continuamos patinando, pois ao colocar a questão o que fazer até agosto, fica mais uma vez em aberto a questão: quem liderará esse processo para atuar externamente ao grupo, fazer chegar à sociedade e aos tomadores de decisões tudo o que está aqui sendo discutido? Tomo a liberdade de sugerir, caminhando para o caso do concreto e pragmático, que a ABID ou ABIMAQ, mais a ABEA, talvez até a ABRH (É UMA QUESTÃO DE MOBILIZAÇÃO) liderem esse processo e provoquem uma reunião o mais rápido possível para estabelecermos as estratégias a serem aplicadas. Essa reunião pode ser por um dos meios que o Silvio mencionou, se o problema for custo. É saber compatibilizar os horários das pessosas envolvidas.
>>>
>>> Questões e sugestões não faltam, daremos partidas com o elenco que o Fernando Mendonça e o Silvio apresentaram e vamos em frente, o difícil é fazer a máquina vencer a inércia, depois que ela começar a andar as coisas se tornam mais fáceis.
>>>
>>> Abraços a todos.
>>>
>>> Fernando Rodriguez
>>>
>>>
>>>
>>>
>>>
>>> ________________________________
>>>
>>> De: [email protected]
>>> Enviada: Domingo, 8 de Fevereiro de 2015 10:01
>>> Para: [email protected],[email protected]
>>> Assunto: [Irriga-l] Crise hídrica
>>>
>>> Prezados amigos do Grupo Irriga-L, Bom dia!
>>>
>>>
>>>
>>> Parabenizo a todos pelas brilhantes discussões deste Grupo sobre a Crise Hídrica atual e observo que passamos por uma situação inédita para a Agricultura Irrigada brasileira e também mundial. Penso que é hora de uma forte união para finalmente termos atividades inovadoras e efetivas para o uso racional da água na agricultura.
>>>
>>> Temos a certeza de que precisamos pôr em prática as pesquisas já produzidas em várias instituições nacionais e de outros países. Várias dessas pesquisas, se disponibilizadas para a agricultura irrigada como produtos e/ou processos, resolveriam muitos dos problemas relacionados ao tema. Porém, sem o apoio do governo e da sociedade, elas não vão sair dos papers e das teses.
>>>
>>> Para isso, é fundamental a sensibilização da sociedade para exigir que o governo possa atuar corretamente na gestão efetiva da agricultura irrigada e no investimento em tecnologia e pessoal qualificado para exercer as funções mais importantes.
>>>
>>> E é preciso agir rápido. Não podemos esperar muito, pois se já não estávamos preparados para essa crise que se instalou, as previsões não são nada animadoras para os próximos anos.
>>>
>>> Conforme o Prof. Fernando Mendonça questiona abaixo, quem começará - ou está começando - a agir? Quais as atividades realizadas em nível estadual, nacional e internacional que podem servir de exemplos? Precisamos de fóruns presenciais e virtuais para discutir essas iniciativas.
>>>
>>> Por parte do Instituto INOVAGRI realizaremos ao final de agosto e início de setembro o III INOVAGRI INTERNATIONAL MEETING www.inovagri.org.br/meeting. Um evento que, além da ciência e tecnologia para a irrigação, discutirá também nesta edição, os problemas de Crise Hídrica como é o caso de nossa primeira Mesa Redonda: Experiências com a Seca no estado da Califórnia e no Brasil.
>>>
>>> Mas até lá, Agosto, precisamos de mais atividades, reuniões, fóruns, webinários, audiências públicas nos estados e em Brasília e todas as atividades possíveis para que possamos discutir o papel da irrigação nessa crise.
>>>
>>> Então, espero que na abertura do INOVAGRI MEETING deste ano, possamos anunciar a apresentação, ao longo do evento, de bons resultados das experiências oriundas desta discussão que se inic
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