Fique tranquilo, não houve má interpretação. O artigo era em adição ao seu comentário. Conheço na prática, ou na vida real como você costuma dizer, várias das limitações e obstáculos que você relatou. Mas, invegavelmente, o tema é uma das novas "fronteiras" pra agricultura irrigada. Espero que vire oportunidade e não obstáculo.
Em 22 de julho de 2015 10:52, Rodrigo Vieira <[email protected]> escreveu: > Eu vi, conheço o trabalho deles desde a nascente e achei excelente, > EXCEPCIONAL, e aliás, estamos empenhados em colocar isto nos Congressos que > houver! > O que disse, se mal interpretado fui, é que hj AINDA não há viabilidade > comercial, EM GRANDE ESCALA! > Em 2000 - 2001 fui engenheiro projetista da TERWAL uma escola magnífica, e > além de todos os serviços regulares, iniciamos um trabalho com energia > solar com equipamentos da SHELL (BP Solar, se não me engano), e à época se > falava que os custos ainda era, altos, etc., mas que no futuro seria viável. > O tempo passou e, como falamos, no âmbito comercial, no dia a dia, ainda > não é atrativo, mas assim que for vantagem econômica para a empresas, a > matriz mudará rapidamente, da noite para o dia! Aliás acho "favas contadas" > isto! > Um amigo daqui, eng de irrigação, excelente, estava pensando em colocar um > sistema solar RESIDENCIAL para atender às suas necessidades e, feito o > orçamento, este montou em 60 mil reais, EXCLUINDO a operação de aparelhos > de ar condicionado, assaz recomendáveis em nosso clima Suíço! > Acho que é o futuro, e os meninos foram "na veia", mas ainda não é > interessante a sua popularização, sob a ótica corporativista! > ABS > RV > > > > Em 22 de julho de 2015 10:40, Caio Vinicius Leite <[email protected]> > escreveu: > >> Sobre o seu comentário, Rodrigo, segue artigo publicado na Irrigazine >> pelos seus colegas Paulo Liberato e Fred Calazans. >> O Paulo Liberato pediu pra atentar apenas pra um erro de digitação: >> >> Onde se lê: >> >> >> >> “Custo evitado ou compensado pelo sistema FV:.......................... >> R$ 6.747,93” >> >> >> >> Leia-se: >> >> >> >> “Custo evitado ou compensado pelo sistema FV:.......................... >> R$ 76.747,93” >> >> >> Caio Vinicius Leite >> >> >> >> >> >> Em 22 de julho de 2015 10:26, Rodrigo Vieira <[email protected]> >> escreveu: >> >>> Caro Mestre Fernando e demais, >>> Bom dia! >>> Acho que as demais matrizes ainda não estão viáveis, de modo geral! >>> Há vários parques eólicos que geram mas não transmitem, porque o Governo >>> não fez as redes de transmissão. >>> Além disso, há uma distância razoável entre o pregado pelas empresas de >>> equipamentos de energia alternativa e as situações reais. >>> Nós mesmo fomos vítimas deste engodo ano passado, pois 02 empresas aqui >>> vieram, prometeram mundos e fundos, que atendiam "set points" de bombas >>> etc, e na hora que pedimos o orçamento, para projeto demandado PELO ENTÃO >>> MINISTRO EM PESSOA,, aí a conversa mudou......."Não é bem assim, temos de >>> consultar Portugal, etc.", ou seja, nós técnicos que gostamos de testar e >>> aplicar inovações, passamos por idiotas e tivemos de refazer os conceitos e >>> os quantitativos! >>> Por isto recomendamos muito cuidado! >>> ABS >>> RV >>> >>> >>> >>> >>> Em 22 de julho de 2015 09:54, Fernando Rodriguez <[email protected]> >>> escreveu: >>> >>>> Caro Caio, >>>> Veja quão importante é o setor planejar a longo przo para ter >>>> alternativas e enfrentar essas crises setoriais que atijgem a todos. >>>> Precisamos concentrar num plano estratégico da agricltura irrigada, para >>>> fortalecer os argumentos e lutar para se tenha preços compatíveis com o >>>> negócio. É imperativo se estudar uma matriz energética para a agricultura >>>> irrigada por área prioritária. Abraços a todos Fernando Rodriguez >>>> >>>> >>>> >>>> ------------------------------ >>>> >>>> *De:* [email protected] >>>> *Enviada:* Quarta-feira, 22 de Julho de 2015 09:20 >>>> *Para:* [email protected] >>>> *Assunto:* [Irriga-l] Energia cara prejudica irrigação e ajuda queda >>>> de safras >>>> >>>> >>>> >>>> >>>> >>>> >>>> Energia cara prejudica irrigação e ajuda em queda de safras >>>> >>>> Gustavo Bonato, REUTERS >>>> >>>> >>>> >>>> >>>> >>>> Link: >>>> http://exame.abril.com.br/economia/noticias/energia-cara-prejudica-irrigacao-e-ajuda-em-queda-de-safras >>>> >>>> >>>> >>>> >>>> >>>> São Paulo - Os altos custos de *energia elétrica* >>>> <http://www.exame.com.br/topicos/energia-eletrica> no Brasil este ano >>>> já afetam a produção de diversas culturas agrícolas que utilizam irrigação >>>> e deverão contribuir para uma redução na próxima colheita de arroz e >>>> feijão, disseram especialistas. >>>> >>>> A área irrigada no Brasil é de 5,8 milhões de hectares, equivalente a 8 >>>> por cento de toda a área plantada no país, segundo dados a Agência Nacional >>>> de Águas e do*IBGE* <http://www.exame.com.br/topicos/ibge>. >>>> >>>> Cana-de-açúcar, arroz, soja, milho e feijão são as culturas que mais >>>> ocupam áreas irrigadas, mas o sistema também é usado para produção de >>>> frutas, café e hortaliças, por exemplo. >>>> >>>> "A energia vem sendo o principal vilão do custo de produção", disse à >>>> Reuters o presidente da Federação dos Arrozeiros do Rio Grande do Sul, >>>> Henrique Dornelles. >>>> >>>> Os gaúchos produziram na safra passada 8,6 milhões de toneladas de >>>> arroz, ou cerca de 70 por cento do total produzido no país. >>>> >>>> "Para a safra que foi colhida no primeiro semestre, dependendo da >>>> região, aumentaram em mais de 100 por cento os custos", disse ele, >>>> lembrando que toda as lavouras de arroz do Estado são irrigadas, fazendo >>>> uso intensivo de bombas hidráulicas. >>>> >>>> Segundo Dornelles, o aumento de custos, somado a preços ruins na venda >>>> do produto e incertezas sobre o clima, poderá levar a uma redução de pelo >>>> menos 5 por cento na área plantada com o cereal no Estado em 2015/16, que >>>> acontece nos últimos meses do ano. >>>> >>>> Após dois anos de intensa seca no Brasil, que prejudicou a geração nas >>>> hidrelétricas e obrigou o acionamento de todas as usinas térmicas, que têm >>>> custo de produção mais elevado, a Agência Nacional de Energia Elétrica >>>> aprovou um reajuste médio de 23,4 por cento para as tarifas de eletricidade >>>> a partir de março. >>>> >>>> A alta somou-se, ainda, aos reajustes anuais das tarifas de cada >>>> distribuidora, o que fez o Banco Central estimar elevação de 41 por cento >>>> nos preços da energia elétrica no país em 2015. >>>> >>>> *FEIJÃO* >>>> >>>> Os custos de produção, além de condições de comercialização, também >>>> estão contribuindo para uma redução na estimativa da área de plantio da >>>> terceira safra de feijão do Brasil, que é cultivada durante o seco inverno >>>> do Centro-Oeste/Sudeste e depende amplamente de irrigação. >>>> >>>> O plantio da terceira safra ficou concentrado nos meses de abril e maio >>>> --já sob os efeitos da energia mais cara--, com colheita prevista para >>>> agosto e setembro. Em 2015, a área deverá cair 11,1 por cento e a produção >>>> 8,2 por cento, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). >>>> >>>> "No feijão, deveremos ter uma entressafra mais longa... Pode haver um >>>> vazio de oferta entre outubro e dezembro", disse Carlos Cogo, que dirige >>>> uma empresa de consultoria agroeconômica. >>>> >>>> O aperto nos custos de operação das lavouras também foi sentido pela >>>> Valmont, principal empresa de pivôs centrais de irrigação no país. >>>> >>>> "Temos relatos de clientes que usam nossos produtos e sofreram aumento >>>> de 50 a 60 por cento no custo. O usuário de pivô central já é um usuário >>>> comedido. Ele é um sujeito que faz conta", disse o direto-presidente da >>>> companhia, João Rebequi. >>>> >>>> No cinturão citrícola de São Paulo, 25 por cento dos pomares contam com >>>> irrigação, principalmente com a tecnologia de gotejamento, que é acionado >>>> em momentos de estresse hídrico. >>>> >>>> "A energia elétrica no campo aumentou 100 por cento em um ano. A gente >>>> reza para chover. Se a gente irrigar a metade do que irrigou o ano passado, >>>> vai custar a mesma coisa", contou o produtor de laranjas Roberto Jank, que >>>> cultiva 600 hectares no município de Descalvado (SP). >>>> >>>> Segundo ele, a atual safra da fazenda --cuja colheita começou em junho >>>> e terminará em dezembro-- poderá ter uma quebra de até 10 por cento na >>>> produção, já que na maioria dos momentos o custo de ligar as bombas de >>>> irrigação não compensa o ganho de produtividade. >>>> >>>> >>>> _______________________________________________ >>>> Irriga-l mailing list >>>> [email protected] >>>> https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l >>>> >>>> >>>> _______________________________________________ >>>> Irriga-l mailing list >>>> [email protected] >>>> https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l >>>> >>>> >>> >>> _______________________________________________ >>> Irriga-l mailing list >>> [email protected] >>> https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l >>> >>> >> >> _______________________________________________ >> Irriga-l mailing list >> [email protected] >> https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l >> >> > > _______________________________________________ > Irriga-l mailing list > [email protected] > https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l > >
_______________________________________________ Irriga-l mailing list [email protected] https://listas.feis.unesp.br/cgi-bin/mailman/listinfo/irriga-l
