13 de Março de 2001 às 18:01 Fonte: OLinux  

 Há dois anos atrás, várias empresas imaginaram ser fácil obter altos 
lucros com a popularização do sistema operacional Open Source. Hoje, 
embora as empresas de Linux estejam fixando-se no mercado, elas estão 
sendo obrigadas a reexaminar suas planilhas mensais, a mandar embora 
funcionários, a cancelar seus planos de expansão e a realizar novas 
estimativas de lucros.

Os executivos e analistas de Linux prevêem que este novo panorama 
pode gerar várias outras tendências: as empresas de Linux não apenas 
vão cooperar mutuamente de forma mais abrangente, mas também vão 
exercer influências mais diretas em gigantes como a IBM. Os 
executivos e analistas ainda esperam que os negócios encontrarão mais 
dificuldades, pois a distância entre Red Hat e seus concorrentes 
tende apenas a aumentar: "Parecia realmente haver distribuições 
demais para disputar o mercado", afirma o analista da Gartner, Tom 
Henkel. "A Red Hat é a mais conhecida. As outras distribuições não 
têm tanta visibilidade".

Do que realmente podemos pouco duvidar é que o Linux, além de já ser 
o segundo maior sistema operacional em atividade, caiu nas graças da 
IBM e foi considerado pela Microsoft seu "inimigo número 1", em 
discurso feito pelo seu CEO, Steve Ballmer, em janeiro último. E não 
há qualquer indício de desaceleração de crescimento do sistema Open 
Source.

        Em suma o Linux cresce, mas muito mais lentamente do que se falava 
e, principalmente, se desejava. Há muitas distribuições no mercado? A 
Red Hat tende a dominar este mercado?
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Putz!Quebrouaminhabarradeespaço!
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