Pessoal, 

Acabei de voltar do primeiro dia da Linux-Expo Brasil que houve aqui em Sampa.

Entre as personalidades estavam o infal�vel Sandro Henrique Nunes da Conectiva,
 o pessoal da Zope (muito boa a proposta deles) e figuras carimbadas como o John
Maddog Hall, muito mais Maddog (cachorro louco) que Hall (Tenho um livro
dele, o "Linux para Dummies" que deveria ter levado l� para ele autografar).

Se R. Stallman, no ano passado, se parece com os retratos tradicionais de
Jesus Cristo, John Maddog � a cara do Papai Noel, inclusive com o �culos.

O audit�rio estava lotado (umas 1000 pessoas ou mais).

O Gabriel Zsulik (a pron�ncia � X�lic)veio no lugar do CEO da RedHat, Bob Young.
Zsulik foi o cara que reagiu na imprensa �s declara��es do diretor da MS,
Alchin, quando este disse que o software livre sufocava inova��o, no come�o
deste ano.

A palestra de Zsulik foi esvaziada pelo atraso e pela hora do almo�o. Meia
d�zia de gatos pingados (inclusive eu) compareceram.

O que n�o gostei na apresenta��o da RedHat foi dizer que eles est�o definindo
os padr�es do Linux pelo fato de deter 70% do mercado de servidores vendidos
nos EUA. Que direito tem uma distro de definir padr�es? N�o � a comunidade que
faz isso?

O cara da Zope e o Maddog est�o descobrindo, ao viajar pelo mundo, que h� mais
Linux fora dos EUA que dentro e que enxergar Linux pela perspectiva dos
neg�cios feitos nos EUA � miopia. Ponto para esses caras. O mundo � muito mais
que os EUA, segundo perceberam eles.

Outra coisa que reparei � que, do ano passado (a primeira Linux-Expo Brasil foi
em set/2k) para c�, a quantidade de pessoas nos estandes triplicou.

Os estandes da IBM, Conectiva e Livraria Tempo Real estavam intransit�veis de
t�o lotados.

Havia mais garotas... e garotas bonitas, especialmente as do estande do Rio
Grande do Sul (por que ser�?).

Isso � bom sinal. Como as mulheres t�m um gene em seu DNA que evita aproxima��o
com fracassados (se o cara faz sucesso, ele at� pode ser feio), isso
indica a boa fase da turma.

Outra coisa que vi bastante foi mais gente de palet� e gravata. Ano passado,
s� meia d�zia estava assim. At� o Sandro Henrique jogou fora aquela
camiseta encardida e aquela "cal�a velha, azul e desbotada" e estava
devidamente fantasiado de executivo.

Havia tamb�m gente de todas as idades, desde adolescentes cheios de espinhas na
cara querendo abrir empresas at� gente de cabelos brancos (ou sem cabelo,
mesmo) querendo comprar os servi�os dos adolescentes de espinhas.

[]s
-- 
Edgard Lemos 
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Usu�rio Linux n� 135479


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