Kiss The Blade wrote:
>
> At 03:23 2/7/2001 -0300, Lisias Toledo wrote:
[...]
> mais ou menos como o mundo real. Mas quando domina-se, tudo fica mais
> l�gico. � como a p�lula da Matrix :) (ok ok, exagerei)
Putz... Acho que engoli as duas... 8-P
> Se bem que isso nao � um problema tao grande quanto devia ter sido h� um
> tempo atr�s: a segunda linguagem mais usada do mundo � Java, pau a pau com
> o VB. Mas como VB nao � linguagem, coloquemos como a primeira :)
VB? Subdialeto de uma linguagem arcaica semi-morta, cujo principal objetivo
era ensinar crian�as a falar. 8-)
Visito at� hoje o http://www.qbasic.com . Renderizar quadrado usando phong no
qbasic � um barato, mas � s� prova de conceito. Puro exerc�cio intelectual
(neste �tem h� controv�rsia...8-P). N�o d� mais pra manter essa linguagem num
ambiente de produtividade...
> J� fui muito curioso sobre Smalltalk. � verdade que em Smalltalk at� tipos
> primitivos sao tratados como objetos?
�... TUDO � um objeto. N�meros, caracteres, o escambau. Por tabela, TUDO s�o
m�todos. Somar, subtrair, concatenar caracteres numa string. Sob um certo
ponto de vista, � interessante... Eu s� n�o me lembro se as classes num�ricas
s�o FINAL (keyword do Java, esqueci como se faz em Small Talk) ou se podem ser
extendidas (ia dar pra fazer coisas bem interessantes!!).
O grande problema de Small Talk � efici�ncia... Imagina consultar uma tabela
de m�todos virtuais antes de fazer uma meleca de uma soma!!!!! 8-P
> >N�o li todo o artigo, mas pelo que observei n�o chega a ser uma gambiarra - o
> >cara simplesmente simulava o que era poss�vel simular da OOP em C... Se fazia
>
> O caso que me deixou meio com um p� atr�s em relacao ao artigo foi que ele
> [...] mas onde fica polimorfismo?
> Serializa��o? Heran�a? Interfaces? Putz, cad� o encapsulamento? :) Daquela
> forma, at� aquela coisa que o Larry Wall colocou no Perl e disse que era
> orienta��o a objeto fica bonito ao olho do juiz :)
Depois que li com mais calma, percebi a fal�cia do cidad�o. Mas tem coisa pior
por a�. Estou implementando uma Ontologia para uma mestra, e a base te�rica �
de um maluco da inglaterra... Passamos 2 meses queimando os cornos at� sacar
que o cretino do ingl�s dizia uma coisa e falava outra (e s� descobri isto
depois de fazer engenharia reversa dos exemplos dele!! aquele cretino!).
Descoberta a m&rd@, consegui achei um pequeno e singelo par�grafo em que ele
mencionava a gambiarra como uma "caracter�stica de implementa��o"... Tem
charlat�o pra tudo quanto � lado, compadre...
> >Existe uma grande in�rcia na comunidade Open Source em cima do C. Ele deveria
> >ser deixado para aquilo que ele faz melhor, e abrir espa�o para outras
> >linguagens mais adequadas, como o Object Pascal, Modula 3 ou ObjetiveC.
>
> Talvez devido ao ambiente acad�mico. C � ainda a linguagem preferida nas
> universidades, se bem que mesmo no MIT, Java est� tomando o seu lugar nas
> classes de introducao � programa��o e projeto orientado a objeto (reino de
> Smalltalk). A situa��o � parecida em v�rias outras universidades, segundo
> coment�rios numa discussao do Kuro5hin.org.
Small Talk � muito bacana de aprender, mas a performance � uma deslavada
desgra�a. Como Java t� suprindo quase todas as lacunas, e ainda por cima t�
sendo muito usada comercialmente, ela t� sendo adotada no lugar. Mesmo l� na
ULBRA/AM onde eu teoricamente estudo est�-se usando Java (e antes era Turbo
Pascal.. 8-P).
Mas eu tenho algumas reservas neste ponto. Quando eu aprendi, a gente come�ou
com Fortran e Cobol (pra aprender a dar valor ao que temos hoje!), e passei
por LISP. Sinceramente? Ningu�m deveria sair da Faculdade sem aprender (e
bem!) Lisp ou Prolog (ou melhor! Ambos!).
Estas duas linguagens sozinhas fizeram mais pela minha l�gica de programa��o
que tudo o que eu j� li ou me ensinaram na minha vida.
[...]
> >ObjetiveC � uma solu��o extremamente elegante para a migra��o C -> OOP.
>
> Sobrecarga de operadores e heran�a m�ltipla deve ser uma loucura de manter,
[...]
> C++ sejam ileg�veis. Acho q uma prova grande disso � a evolucaod e projetos
> C++ em relacao a seus equivalentes C.
Compare um bom programa em C++ com seu equivalente Java. Pois �, pode-se dizer
o mesmo com ObjetiveC (que por sinal inspirou Java). Acontece que ao contr�rio
do Java, tudo o que tem em C++ tem em ObjetiveC, o que a tornaria a escolha
l�gica para um projeto onde efici�ncia � mais importante que portabilidade
transparente.
Tenho visto aumentar bastante o interesse em ObjetiveC (inclusive no n�mero de
projetos na Freshmeat e Sourceforge), mas n�o sei se d� tempo dela se tornar
mainstream...
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