Tato wrote: > > Concordo em g�nero e n�mero com vc. > Infelizmente, estava esperando grandes esclarecimentos > sobre o Linux para o Brasil inteiro, mas realmente o > nervosismo e a inseguran�a nas palavras dele n�o > traduziram realmente o que a comunidade �.
Pelo contr�rio. O Tossati � um exemplo claro de como a comunidade �. Desafio qualquer um de voc�s a n�o gaguejar na frente uma cam�ra de TV. E n�o imagino quais os grandes esclarecimentos que vcs esperam que algu�m fa�a numa pequena entrevista. Pequenos coment�rios sobre o que o Linux �, sua import�ncia no mundo hoje e s�. Aquilo � uma entrevista, n�o um document�rio. > Al�m do que, ele deveria ter sido mais contundente ao > falar do Linux para Desktop e n�o dizer o que disse: > "o sistema ainda n�o � t�o f�cil para um usu�rio leigo > usar como o windows". Se � opini�o dele, paci�ncia. Ele era o entrevistado, n�o vc. S�o as opini�es dele que estavam sendo solicitadas, n�o a sua. > Quanto ao FUST, at� que falou que n�o tem cabimento > usar o windows em escolas e �rg�os do governo, mas > deveria se aprofundar mais tentando explicar e falar > com mais seguran�a mesmo em um curto espa�o de tempo. Acho at� que mencionar o FUST foi fora de prop�sito. Me parece que a entrevista foi sob Linux, n�o FUST. Deste jeito, fica a apar�ncia de que somos um bando de beb�s chor�es... Qual�, gente boa. Aquilo � jogo de lobby. Quem for falar de FUST na TV em favor de Linux deve ser um profissional de lobby, n�o do kernel. T�cnica � diferente de pol�tica. Deixem os assuntos t�cnicos com o Tossati e compania, e arranjem algu�m bom em pol�tico para advogar em nossa causa. > Fico com receio caso uma pessoa da comunidade linux v� > ao programa do J� por exemplo, como surgiu uma not�cia > no PontoBR sobre isso, e n�o consiga ser contundente e > seguro nas palavras. Nada contra o Tosatti, que fique > bem claro. Excelente proposi��o. O Tossati teria feito bonito numa reportagem, como aquela que sugeri na Vitrine, por este tipo de programa permite prepara��o e ensaio. Filma-se mais de uma tomada se for necess�rio. E o assunto � discutido antes, sem improvisa��o. > Mas tem um ponto positivo que foi aparecer na GLOBO, isto pode abrir um > caminho para entrevistas mais s�rias sobre o assunto, ate mesmo com o > Marcelo, mas com um preparo maior dele com alguma acessor de imprensa. Falar > para o publico e falar com o colega s�o coisa totalmente diferentes, tem que > ser acessorado, ao vivo entao... Fa�o coro. > Esperemos que em outras entrevistas exista um preparo para tal, preparo de > acessores, � igual politico, eles n�o falam qualquer coisa � tudo medido para > nao ter interpretacoes erradas. Vc tocou no nervo inflamado. Falta PREPARA��O. Gente, n�o existe improviso na comunica��o da Microsoft, todos os passos s�o calculados. Ali�s, n�o s� na Microsoft, em qualquer empreendimento que vise sucesso. Que isto sirva de li��o. A Conectiva n�o pode agir como amadora se ela pretende competir com profissionais. A "comunidade" n�o pode esperar que o resto do mundo goste e pense da mesma forma que ela. Uma pessoa que faria sucesso entre a comunidade n�o vai necess�riamente fazer sucesso com o resto do mundo. Quando falamos em comunica��o, a primeira pergunta � "Qual o objetivo desta comunica��o?" e a segunda � "Quem ser� o p�blico alvo?". Sem estas duas perguntinhas singelas serem devidamente abordadas, toda e qualquer comunica��o est� fadada ao fracasso. Ou pior, ao retrocesso. -- []s, Pink. Assinantes em 15/11/2001: 2380 Mensagens recebidas desde 07/01/1999: 141834 Historico e [des]cadastramento: http://linux-br.conectiva.com.br Assuntos administrativos e problemas com a lista: mailto:[EMAIL PROTECTED]
