Gustavo Vasconcelos wrote: >Ol� Alexander! > >O kill por si s� envia ao programa (processo) um sinal SIGTERM, mandando >o processo ser finalizado imediatamente. Na maioria dos casos isso >realmente causa o programa sair, mas para programas que estejam travados >o kill somente � in�til. > >Para isso voc� deve mandar o kill n�o enviar um sinal, mas literalmente >MATAR o software bagunceiro que t� tirando onda do teu sistema. Nest >caso, nada como o: > >$ kill -KILL 1024
Completando: existem alguns poucos casos em que um processo n�o morre nem
mesmo com SIGKILL. Que eu me lembre, s�o estes:
1) o processo � uma tarefa do kernel que aparece como processo. Voc� n�o pode
mat�-los. Numa listagem do ps, voc� ver� que esses processos ocupam sempre 0
bytes de mem�ria.
2) processos em estado Z (zumbi). Estes processos J� est�o mortos, voc� n�o
pode mat�-los de novo. Eles s� precisam que o processo-pai descubra que eles
morreram.
3) processos em estado D (uninterruptible sleep). Nenhum sinal � entregue a um
processo em estado D. O kernel aguarda que o processo volte ao estado S ou R
para poder mandar o sinal.
Note que o estado D geralmente � associado a atividade de disco ou de rede e
n�o deve durar mais que alguns instantes. Se demorar mais, provavelmente voc�
est� sob alta carga no sistema.
Se um processo ficar travado em D, provavelmente ocorreu alguma coisa ainda
mais grave: se voc� tem NFS e o servidor NFS n�o responde, qualquer acesso ao
dispostivo montado via NFS causar� a entrada em estado D e sair� da� at� que
o servidor NFS volte.
Ou ent�o houve algum crash no seu kernel e o processo n�o voltou de D. Nesse
caso, reinicialize.
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