enquanto ff linka norte-sul e sul-sul, na terra de
Günter Grass bebendo cerveja;

vamos construindo ou constribuindo (hehe) metarecs por
aka' ... 

entonces, este fio_da_meada_de_caranguejos rendeu
(rs), mas penso que voltamos as vacas frias: como sair
deste discurso que abre_e_fecha e construirmos
metareciclagens?? na pratica.

vou terminar dando meu contributo com este texto que,
pelo menos, esta' digerivel... como diria meu amigo
Cyrano. :0

Serve para municiar quem oferece oficinas conceituais
de maquinas metaforicamente recicladas. ou nao?

http://csgames.incubadora.fapesp.br/portal/atividades/Palestras/maqsemi2

sds
mbraz

-----------

referenciais-
Gunter Grass no Estadao:
http://www.estadao.com.br/arteelazer/letras/noticias/2006/ago/16/139.htm
Pierce:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Sanders_Peirce
Linguistica:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lingu%C3%ADstica

--- Felipe Fonseca <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:

> ff tá acompanhando essa thread ansioso
> de não ter tempo de opinar. mas em Berlin,
> se deve fazer como os locais: vou desligar
> essa internet e ir ali beber uma Berliner Pilsz.
> 
> f
> 
> On 9/8/06, Stalker <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
> > Marcelo Braz wrote:
> > > como nao acredito em traducoes, poderiamos
> transduzir thread (que e' uma palavra bem feia
> mesmo...) por um dito bem pop no brasil: fio da
> meada. entao, pegando o fio desta meada:
> > >
> > "Corda de caranguejos", diria o Mangue Beat
> > > - metareciclagem_conceito tem mesmo esta
> caracteristica de abre-e-fecha ilimitado pelos entes
> (nois) reconectados. pois realmente usamos uns (no
> duplosentido: individuo e 1 binario) e outros
> (duplo-sentido: nuvens de individuos e
> desaparecimentos_zeros) para emergirmos
> significa_acoes a partir desta tralha que comumente
> chamamo desenvolvimento tecnologico.
> > >
> > O binário nunca informa isso ou aquilo. O bit é
> binary DIGIT, o que nos
> > ensina que a posição é que dá o sentido ao
> ligado-desligado... O salto
> > que os árabes nos deram com a álgebra (e no qual
> nos esbaldamos) é esse:
> > sem falar da situação do numérico, nada acontece.
> > > - e se nao nos comunicamos (nao ha' realmente
> esta garantia, como alguns possam supor), no minimo
> geramos ruido nestas nuvens de sentidos. e' o que o
> hdhd sempre gosta de lembrar: introduzimos ruidos em
> instituicoes bonitinhas, mas ordinarias. lembrei-me
> de sua defesa da dissertacao, dentro das
> possibilidades de agenciamentos coletivos das
> enunciacoes.
> > >
> > Bandido da Luz Vermelha: "Se a gente não pode
> fazer nada, a gente
> > avacalha"... mas isso em 1972. Agora já dá para
> construir, não dá?
> > > - quanto a encrenca do Wittgenstein, penso que a
> critica recai sobre filosofos, no geral. A
> diferenca, a meu ver, e' que ele talvez tenha
> sofrido mais a coisa toda na pele. e Lembrei-me de
> um dito filosofo que apareceu para nos dar aula no
> curso de Educacao Comunitaria, que conclui' 
> recentemente. Os alunos nao suportaram e acabaram
> expurgando ele do curso, negando insistentemente as
> suas tentativas de dar sentido filosofico a
> educacao, na marra. Seria pois, tragico, se ja' nao
> fosse mesmo, comico. :)))
> > >
> > Esse cara deve ser apenas bacharel ou mestre em
> filosofia. Ser filósofo
> > exige muito mais senso de humor.
> > > - - Stalker, esta cosmologia que voce citou das
> bonequinhas russas ou dos atomos contendo universos
> que contem atomos era bem antiga mesmo la' do lado
> oriental. Mas hoje, mesmo a ciencia ocidental, a seu
> modo canhestro, lentamente redescobre a riqueza que
> toda aquela cultura 'dos outros' ja' vivenciava. Ja'
> ouvistes a palavra Multiverso (ausente de
> dicionarios ocidentais, mas muito presente em
> linguas do lado de la')? Alternativa `a Universo (um
> verso, um sentido, um verbo, um criador ...) muito
> em moda nas biblias do lado de ca'. Pois bem... nao
> ha' traducoes. :)
> > >
> > Se me permitem jogar um bloco de cristal na nossa
> caixa de areia, vejam
> > este fragmento de Process and Reality de 1927-28
> (Whitehead 1985, 7):
> >
> >     "In all philosophic theory there is an
> ultimate which is actual in
> >     virtue of its accidents. It is only then
> capable of characterization
> >     through its accidental embodiments, and apart
> from these accidents
> >     is devoid of actuality. In the philosophy of
> organism this ultimate
> >     is termed 'creativity'. In monistic
> philosophies, Spinoza's or
> >     absolute idealism, this ultimate is God, who
> is equivalently termed
> >     "The Absolute". In such monistic schemes, the
> ultimate is
> >     illegitimaly allowed to a final 'eminent'
> reality, beyond that
> >     ascribed to any of its accidents. In this
> general position the
> >     philosophy of organism seems to approximate
> mor to some strains of
> >     Indian, or Chinese, thought, than to western
> Asiatic, or European,
> >     thought. One side makes process ultimate; the
> other side make fact
> >     ultimate."
> >
> > Trocando em miúdos (que eu não dou conta ainda de
> entender bem o
> > Whitehead...): O "Deus do organismo" é quase a
> mesma coisa que o
> > Caminho, o Tao. (Comparar a citação com o Tao Te
> Qing, mesmo nas
> > péssimas traduções disponíveis em língua
> portuguesa)
> >
> >
> > Quem não cria, não traduz (vejam o Tradução
> Intersemiótica do Júlio Plaza).
> >
> > Traduzir tem a mesma raiz de trazer e trair...
> (para não ser
> > wittgensteiniano, isso não é um argumento
> genético) digo isso para
> > mostrar que o agir da tradução implica em
> contrabando e sedição. Não há
> > traduções diretas nem direitas, elas são sempre
> Isquierdas (lembram
> > daquele apelido do FF?)
> >
> > "Caminheiros somos, no caminho andamos" (Vovô
> Britto)
> >
> > Abraços e beijos!
> > > mbraz
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > Stalker <[EMAIL PROTECTED]> escreveu: Uhú! "Eu
> sou uma núvem de núvens" (metareciclando
> Maiakovski).
> > >
> > >
> > > HD, tudo deleuze com você? Cuidado para não
> ficar deleuzelumbrado... :-P
> > >
> > > Antão, comentários às intervenções desse thread
> (a gente devia traduzir
> > > "thread"... fieira, meada ou mesmo, porque não,
> cordel)...
> > >
> > >
> > > Hernani Dimantas wrote:
> > >
> > >> q nada... é por aí mesmo!
> > >> abs
> > >> hdhd
> > >>
> > >> On 9/6/06, Edgard Piccino  wrote:
> > >>
> > >>> Eu gosto desta metáfora (prefiro encarar
> assim).
> > >>>
> > >
> > > Uma metáfora é uma charada com resposta: você
> cisma de inventar uma
> > > semelhança entre entes (ou conceitos, ou
> núvens...) até então díspares e
> > > usa uns para significar os outros...
> > >
> > >     (Causo de uma charada: Dois amigos, um
> padre, outro bebum, viciados
> > >     em charadas. Um dia, o padre passa pelo
> bebum caído e o xinga: "Seu
> > >     pau d'água". O bebum: "Duas e uma, padre!".
> O padre fica
> > >     cismadíssimo. Depois de muita cisma, saca
> que, inconsciente, o amigo
> > >     lhe propôs uma charada (duas e uma é dica da
> resposta: duas sílabas,
> > >     uma sílaba, equivalente a "padre") Resposta:
> Viga (duas sílabas) rio
> > >     (uma sílaba), Vigário = Padre. )
> > >
> > >
> > > Depois de respondida a charada, o que era
> distante fica próximo, o que
> > > era díspar vira análogo, o opaco fica
> translúcido (mas não
> > > transparente)... o que era estranho parece óbvio
> ("como é que eu não
> > > pensei nisso").
> > >
> > > Na metáfora, não basta a analogia, tem que ter a
> distancia... ao saltar
> > > a distância pela semelhança (conhecida, suposta,
> ou inventada),
> > > projeta-se uma perspectiva sobre os entes
> conectados... o sentido da
> > > metáfora é não apenas a semelhança através da
> diferença, 
=== message truncated ===


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