ninguem altera o passado, so' o presente e o futuro.

mbraz

Em 08/06/07, Felipe Fonseca <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:

e aí...

um produto já desenhado pra ser apropriado seria
uma "vitória" ou uma "derrota"?

INFLUENCIAMOS!!!

ou

FOMOS APROPRIADXS!!!

ee

??

ff

??

ee

On 6/8/07, Felipe Fonseca <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
> http://lab.dyne.org/BricolabsCambridge2007
>
> About the GID both Matt and Jaromil reached to conjugate their
> parallel tendencies in Bricolabs: re-using existing technologies and
> building new generic information devices can be sintetised in
> envisioning a device to be built today and that can be re-used easily
> tomorrow, starting from the analisys of contemporary practices of
> recycling and the re-usability of existing objects. As a development
> concept re-usability is common to software programming, where code
> needs to be written in a clean and understandable form in order to
> result useful to various projects and be re-employed in a modular
> fashion.
>
> On 6/8/07, Felipe Fonseca <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
> > nóis qué isso sim. tudo.
> >
> > rituais coletivos de transformação de objetos
> >
> > experiências tecnomágicas
> >
> > MET+EMET
> >
> > METreciclagem
> >
> > Der Golem
> >
> > [EMAIL PROTECTED]:~$ mklife
> >
> > fazer o pixel no celular, ouvir rádio com wi-fi, desenhar
> > capacete imersivo com mini LCDs de videogame portátil,
> > por aí e mais. conversar com máquinas. não pela técnica,
> > mas comunhão, aprendizado, evento espiritual. tecnomagia.
> >
> > pra quem é tosco ainda como eu, conseguir compilar
> > um software qualquer é fase de jogo, etapa vencida,
> > vitória sobre o desconhecido, imponderável.
> >
> > bricolaba que tem gente no mundo inteiro atenta. atentos
> > uns aos outros, atentos pro que a gente falafaz.
> >
> > [EMAIL PROTECTED]:~$ mkGID
> >
> > SHARED OBJECTS: GID, Generic Information Device (GID, by Matt Ratto)
> >
> > Steve Cisler: "We know the importance of mobile/cell phones for people
> > in and out of
> > prison! However, the costs are hard to calculate from what I have been
> > hearing. Most of
> > the phone companies prefer the walled garden, enclosing the value
> > added services in
> > contrast to the Internet and DIY/hacker ethics.
> >
> > Bricolabs might do some street level research on possibilities for
> > freer cell phone services,
> > if not through policy changes, then through tech innovation. Example:
> > In Peru they say
> > "lo que llama, paga" he who calls, pays. So incoming calls (local and
> > international) are
> > free. What kind of services could be provided that way?"
> > The goal of this project is to create an open, reworkable hardware
test bed
> > for a generic information device. Using standardized components and
> > open source software, bricolab participants (and others such as design
> > schools or private companies) can create custom information devices
for
> > their own particular contexts and needs. The development and design of
> > the resultant devices will be shared as "how to's" on a publically
> > accessible internet site, encouraging shared expertise and the
development
> > of a generic information infrastructure both within the bricolabs
project as
> > well as by external individuals and groups. The GID will thus serve as
a
> > "shared object" facilitating cross-bricolab communication as well as
the
> > involvement of design schools and private companies.
> > While the ultimate solution is to design and manufacture components
> > developed specifically to foster innovative "reworking", an initial
step
> > involves using off-the-shelf components. One possible candidate for
this
> > is the "gumstix" line of small form-factor motherboards and expansion
> > cards. Linux operating systems and open source applications have been
> > already been developed for the gumstix line, and LCD touch screens,
wifi,
> > and other input and output peripherals can be easily attached.
> >
> > efef
> >
> > On 6/8/07, Daniel Pádua <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
> > > 4:27 PM
> > >   glerm: tou pesquisando um monte de links desde anteontem
> > >    vou escrever um realato agora
> > >    dumas fichas que cairam
> > > 4:28 PM vou tentar fazer um relato em video tb
> > >   aqui por chat é difícil de argumentar
> > >    mas tem a ver basicamente com os seguintes temas:
> > >  4:29 PM me: ok
> > >   glerm: * cuidado com a fetichização da tecnologia - usar a
tecnologia como redescoberta de um processo artesanal em algo que virou
espetaculo industrial de consumo em moto contínuo
> > >   em algo = de algo
> > >  4:30 PM * imersão NÃO é oficina =
> > >    uma oficina mostra processos ja conhecidos para resultados ja
esperados, possui uma maior espectativa de coisa acabada e de utilitarismo
> > >  4:31 PM - uma imersão é um experimento, onde não necessáriamente
sabe-se onde vai chegar, busca-se caminhos - resultados podem surpereender
ou frustar - mas sempre abrindo novos caminhos
> > > 4:32 PM me : fino
> > >  glerm : nesse sentido temos uma diferença basica entre=
> > >   (ja dentro de imersão tambem)
> > > 4:34 PM - tentar fazer algo "lúdico", que vai divertir,
"surpreender", "substituir" um desejo atual do que fazer com a
tecnocnologia- ex: fazer um isntrumento musical, com um som esperado, com um
desenho bonito ou até mesmo similar a algo que atualmente povoa o imaginario
de consumo tecnologico (ex: fazer um sampler ao estilo drumpad, um tambor
digital, um "ipod" de ogg)
> > > 4:36 PM me : o importante é o sentimento na base da produção
> > >   glerm: - supreender-se com a reedescoberta e possibilidade de
reutilização de materias que ja encontramos na nossa "ecologia" (ex:
conseguir gravar um pequeno sample numa cmos de bios dos computadore mais
encontrados na doação do banco x para o pontode cultura y,  conseguir fazer
aparecer um pixel num celular nokia que esta sendo descartado em massa
porque saiu um novo)
> > >   o que quero dizer é que o caso 1 é possivel
> > > 4:37 PM e mais "espetaculoso"
> > >    mas isso nao faz o 2 menos importante, ou "artístico"
> > >  4:38 PM veja que o caso da bios ou do monitor de celular, não é
necessáriamente "utilitarista", por isso ele é pesquisa em estado bruto
> > >   ele tras a descoberta de uma potencia
> > >    acho que o primeiro caso estimula pra a busca do segundo
> > > 4:39 PM  e tudo isso sob o fantasma do maior problema
> > >    que é a ideia de produto
> > >   a grande pergunta
> > >   "ta mas o que aa gente vai fazer com isso"
> > >   me: a gente vai se divertir horas
> > >  4:40 PM e usar como experiencia pra resolvermos nossos próprios
problemas
> > >  4:41 PM glerm: isso a simples resposta de - vamos tornar o processo
de uso de equipamentos eletronicos mais artesanal, divertido, humano. vamos
entender que além do consumo de gadgets futuristas, simplemente existe um
conhecimento que esta ligando pessoas de diferentes lugares, potencializando
comunicação, expressão de contemporaneidade...
> > >   ela deve ser muito mais suficiente
> > >  4:42 PM do que - eu fiz uma mesa igual a surface da microsoft
> > >    eu fiz um drumpad igual ao do dj do mano brown
> > > 4:43 PM  pois olhe que doido
> > >   se o car asó quer fazer um drumpad
> > >   entao ele só precisa desmontar um joystick
> > >    e acabou
> > >    aí vem aquela historia de arduino que eutava falando
> > >   de cair a ficha
> > >  me: saquei
> > > 4:44 PM glerm : de realmente incitar uma percepção de que manipular
eletrcidade póde ser como manipular madeira, argila
> > >   me: (então, talvez eu fique dia 13 pra moderar a mesa de
metareciclagem)
> > >   glerm: e olhe só ainda:
> > >    NÃO É MANIPULAR ARDUINO!
> > >    é manipular eletrecidade
> > > 4:45 PM  me: sim, é ELETRICIDADE
> > >   glerm: parece que essas marcas
> > >   elas vao devorando tudo
> > >  me: analógico-digitalmente, não só binariamente
> > >  glerm : sim sim
> > > 4:46 PM esse papo de analogico em diferença em contraponto a digital
> > >   é balela eletricofóbica
> > >    eletronicofóbica
> > >   me: hehehe
> > >   glerm: é tudo argila
> > > 4:47 PM  tudo madeira e coro de bode
> > >   me: eletronicofobia que a indústria vende
> > >   glerm: é uma época em que a tecnocracia ganha muito dinheiro
escondendo a engenharia no porão
> > >  4:48 PM me: sim, e a gente pasta achando qu prédios são imutáveis
> > >   glerm: colocando o engenheiro num pedestal de "mago", de
inteligencia racional esculpida em bronze
> > >  me: sim, pra garantir privilégios pra uma máfia egoísta/preguiçosa
> > > 4:52 PM glerm : me preocupa muito a necessidade de tirar as pessoas
da frente do computador, sem tirar aquilo que a gent eganhou com isso - que
foi a presença simultanea alem da geografia. a percepção de simultaniedade
> > >   por outro lado fica-se como na televisao
> > >  4:53 PM procurando qual a mais nova saída
> > >    qual a web2.0
> > >   a web3.0
> > >    e nao é nada disso
> > >   me: é. tu não acha que a falta de mobilidade dos dispositivos
reforça a cultura da poltrona?
> > >   glerm: é simplemente entender que ja estamos conectados
> > >    e achar novas maneiras pra isso por si
> > > 4:54 PM  tem a ver
> > >   mas o pronlemão
> > >    é que a gente nao pode demandar isos da insutria
> > >    industria
> > >   esse é o ponto
> > >    a industria ja sabe disso
> > >   me: de certa maneira a apple tá ligada nisso, mas não como o
pessoal da openmoko
> > >   glerm: ja ta parindo seus iphones e etc
> > >  4:55 PM mas vao ser como as ruas cheias de outdoors
> > >    e nao como uma fogueira no mato com os amigos
> > >   que tem que tar ligado disso somos nós
> > > 4:56 PM eu quero tentar basear a idéia dos prototipos
> > >   no objetivo de que eles tem que sair do computador
> > >    eles começam precisando dessas conexão usb e etc
> > >    mas a gente tem que conseguir chegar num ponto de reciclar as
memorias rom
> > >    de criar novos displays
> > > 4:57 PM de tornar isso tao banaç quanto o controle remoto de portão
> > >   o objetivo é:
> > >    vou fazer um trubisquinho
> > > 4:58 PM  que conversa com o seu
> > >   o que conversa com a nossa rede
> > >
> > >
> > >
> > > daniel pádua
> > >
> > > http://www.imaginarios.net/dpadua
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